Tradicionalistas não querem conservação do Laçador por franceses

Anúncio de que conservação seria feita por empresa extrangeira causou desforto entre tradicionalistas

Por pouco, o debate sobre o destino de um símbolo gaúcho não deixou de fora os tradicionalistas. Localizado na Avenida dos Estados, na Capital, o Sítio do Laçador esteve para ser adotado por uma empresa francesa em troca da colocação de placas de publicidade no local. A prefeitura, que já havia anunciado a assinatura do convênio, recuou e adiou por tempo indeterminado a cerimônia para discutir a adoção com os tradicionalistas.

O anúncio da adoção do Laçador pela Leroy Merlin, companhia francesa do varejo da construção, surpreendeu até mesmo os líderes tradicionalistas ligados à prefeitura, que sequer sabiam do processo.

– Houve precipitação na divulgação disso. Recebi e-mails criticando a medida, parece que se formou uma rede de discussão – conta Vinicius Brum, coordenador de Tradição e Folclore da Secretaria da Cultura.

Posição contrária à adoção já foi firmada pelo presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), Manoelito Savaris. Ele pensa que seria melhor o poder público assumir integralmente a conservação do local. Para ele, em razão do valor simbólico do monumento, torna-se inviável ligá-lo a uma empresa.

– Não se trata de ser estrangeiro. Entendo que não é bom mesmo se fosse uma empresa gaúcha. Agregar marcas ao Sítio do Laçador criaria um desconforto, a sensação de que o dinheiro é curto para cuidar até dos nossos símbolos – afirma.

O presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Oscar Gress, tem uma opinião diferente. Segundo ele, não é constrangimento uma empresa privada assumir a conservação do local. O que não pode, afirma, é o símbolo ficar sem cuidado.

– Foi bom a prefeitura ter adiado isso, vamos discutir melhor. Poderia uma empresa nossa adotar o Laçador, mas se ninguém daqui se ofereceu, por que não de fora? Até porque gaúchos vão trabalhar lá – diz Gress.

Smam nega que pressão tenha provocado recuo

No caso da Leroy, um valor mensal ou anual seria repassado à prefeitura para a manutenção do largo. Nos meses de verão, seria feito o corte da grama a cada 15 dias. No restante do ano, uma vez por mês. A Smam nega que a pressão tenha provocado o recuo a 72 horas da assinatura.

– Legalmente, esse processo cumpriu todas as etapas. Mas ao chegar até nós, sentimos que não se tratava de mais uma área. Há todo um valor cultural. Queremos discutir, após a eleição, com a cidade e o MTG – afirma o secretário em exercício da Smam, Luiz Alberto Carvalho Junior.

ZH



Escrito por Ricardo Haberland às 09:06
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10 motivos que levam o MOVE-POA a apoiar o projeto do Pontal do Estaleiro:

 

1. ACESSO LIVRE À ORLA – Transformando uma área privada abandonada há duas décadas em um ambiente público qualificado servido por bares, restaurantes, ciclovia, píer e marina pública, estacionamento público, tudo com segurança 24 horas e na beira do Guaíba, criando mais uma área verde pública, porém única na cidade, com acesso livre total e irrestrito a qualquer cidadão. Única área pública qualificada que aproxima os porto-alegrenses do Guaíba e que proporciona aos moradores do cristal um acesso livre à orla.

 

2. URBANISMO – Conforme dita o melhor do urbanismo contemporâneo, a região será desenvolvida a partir do uso misto (comercial/residencial/serviços), este o qual é crucial para manter viva e atraente a zona. Com pessoas morando, trabalhando e convivendo, o local será mais seguro, movimentado e interessante, atraindo pessoas de outras regiões da cidade e da Região Metropolitana. Se na área do Estaleiro Só fosse construído um único parque público, a Prefeitura teria que gastar dezenas de milhões de Reais para criar um espaço que será pouco freqüentado, provavelmente sem segurança e disposto a se degradar com o tempo, vide outros exemplos pela cidade.

 

3. MEIO AMBIENTE – Partindo do conceito Green building, o projeto se propõe a ser vanguardista, resolvendo sozinho as questões hidro-sanitárias (através do total tratamento de esgotos e reaproveitamento da água das chuvas), energéticas (com previsão de captação de energia solar), ecológicas (criando uma nova área verde pública, preservando a vegetação arbórea e ciliar existente). Único investimento privado de Porto Alegre que destina parte do investimento para o interesse ambiental.

 

4. ECONOMICAMENTE VIÁVEL – Partindo do investimento privado, o projeto criará novas vias e áreas públicas, que posteriormente serão doadas à Prefeitura. Áreas as quais terão tratamento paisagístico muito superior à média da cidade, fazendo com que o meio público não precise investir milhões na criação de novas áreas verdes públicas qualificadas junto à orla. O único empreendimento privado de grande porte que se propõe a criar novas áreas públicas qualificadas junto à orla que servirão de ponto de partida para uma aproximação das pessoas com o Guaíba.

 

5. LEGALIDADE – As volumetrias das edificações são previstas em leis, impedindo apenas o uso residencial da área já que a mesma não está protegida pelo sistema de diques da cidade. O projeto prevê o aumento do sistema de diques, protegendo futuras construções residenciais, as quais serão cruciais para o sucesso da região e da nova área pública. A lei, portanto, mostra-se ser inadequada e deve ser revisada, ainda mais quando trará benefícios à cidade.

 

6. DISTÂNCIA DO GUAÍBA – Distante 50 metros do Guaíba, a área útil do empreendimento não se localiza na orla, mas próximo à ela. Os prédios ficarão de 60 a 90 metros distantes do lago. Para efeito de comparação, algumas edificações e suas distâncias do Guaíba: Museu Iberê Camargo – 35,00 m; Vila Assunção - residências a 24m do Guaíba; Ipanema/Av. Guaíba – residências a 37m do Guaíba.

 

7. SOCIALMENTE CORRETO Em porto Alegre, quem tem condições de usufruir da orla a partir de um espaço qualificado é a população mais abastada, que pode se associar aos clubes e ter residências junto ao Guaíba, ou até mesmo viajar para outras cidades litorâneas. O pobre tem que se “contentar” com ambientes degradados, sujos e mal cuidados, como a área que envolve o Gasômetro. Com o Pontal, os porto-alegrenses de todas as classes ganharão uma nova opção de lazer em grau inexistente na cidade.

 

8. ALTURA DAS EDIFICAÇÕES – Apesar de estarem abaixo da altura dos prédios vizinhos já aprovados para o BarraShopping Sul (cerca de 24 pavimentos), as construções não serão altas a ponto de quebrar a harmonia da região. Gozando de um projeto arquitetônico cuja estética é aprazível, os prédios do Pontal irão criar um interessante ambiente urbano, formando um ponto turístico que Porto Alegre tanto necessita.

 

9. VIZINHANÇA (CRISTAL) – Por não ser densamente habitada, não haverá significativo impacto no que diz respeito à iluminação natural e barreira física que impede a visão do Guaíba. Servindo de complemento ao Museu Iberê Camargo, fazendo a ligação entre este equipamento público e o novo shopping, o Pontal transformará positivamente a região, valorizando o Cristal e criando novos pontos de lazer, cultura e entretenimento para a cidade, criando emprego, renda e mostrando que a cidade tem potencial para turismo de qualidade. Muitos criticam que o projeto modificará o regime de ventos, mas não há nenhum estudo técnico feito por órgãos competentes que comprove isto.

 

10. SISTEMA VIÁRIO – Criando uma nova via margeando o Guaíba e que servirá de opção para o acesso à Zona Sul, o Pontal do Estaleiro se propõe a minimizar ao máximo os problemas no sistema viário da região, este o qual já prejudicado por obras aprovadas em governos anteriores, como o BarraShopping Sul e as suas 4 torres.



Escrito por Rodrigo Marques às 21:09
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Rosário diz que carroças não sairão das ruas sem emprego para carroceiros

A candidata da Frente Popular, Maria do Rosário, disse em campanha nas vilas Dique e Nazaré que se for eleita não permitirá que os carroças sejam retiradas das ruas antes que esteja garantida uma outra fonte de renda para o carroceiro.

Apresentada como “a candidata do presidente Lula à Prefeitura de Porto Alegre”, Rosário prometeu as lideranças comunitárias e aos moradores: “ Só vamos retirar as carroças das ruas no dia em que estiver garantido outro trabalho com a mesma renda aos catadores. E nós temos proposta concreta para isto”. A Câmara aprovou recentemente uma lei que prevê a retirada das carroças das ruas da capital num prazo de oito anos. A questão é polêmica e deve entrar nos debates que ainda serão feitos (há pelo menos três programados) antes do primeiro turno da eleição, em 5 de outubro.

Aos moradores da Vila Dique, divida entre sair do local ou permanecer, devido à ampliação da pista do aeroporto. “Nada será feito sem discutir com o conjunto dos moradores. Independente de qualquer coisa, a Dique precisa de moradia popular, de saúde e de trabalho e renda”.

A vila Dique, onde vivem 1.200 familias, de papeleiros e carroceiros, que vivem da reciclagem do lixo. Na lista da Associação dos Amigos e Moradores da Vila Dique, as prioridades iluminação, saneamento e asfalto, segundo a presidente Enedina Espíndola.

É outra questão polêmica porque da remoção da comunidade depende a ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho, já projetada e importante para os negócios e a economia. Outra questão concreta que ainda não frequentou os debates.

Jornal Já



Escrito por Gilberto Simon às 16:46
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Comentário sobre o Pontal do Estaleiro

O comentário abaixo foi escrito por Rodrigo Marques, integrante do MOVE-POA, a respeito de um outro comentário, de Mário Fernandes: "Sou morador do Cristal e, apesar da "beleza" do projeto, não concordo com o uso residencial da orla, porque isto vai privatizá-la, mesmo que parcialmente. Achei bastante agressiva a maneira como vocês ironizam quem não faz eco às "idéias desenvolvimentistas" de vocês. Acho que por trás de tudo isso, inclusive destas agremiações que ora despontam e querem revisar a destinação da área, por trás disso tudo está a força de muito dinheiro. O projeto que pretendem revisar, é anterior ao leilão da área, portanto quem a comprou não pode alegar desconhecimento do mesmo. Não quero atrasar a cidade, mas acho que o município pode arcar com esta obra, em benefício de toda a população, e não apenas dos muito ricos. Sei que parte da orla será "disponibilizada" ao povo, mas será questão de tempo os donos de não permitirem mais."

Agora, o texto de Rodrigo Marques:

Discordo completamente do Mário. O uso misto da zona (residencial/comercial/serviços) é crucial para trazer vida à região, principalmente à orla, esta abandonada e nada atraente. A Prefeitura não tem condições de criar um local público qualificado na área do Estaleiro Só, além do que transformar aquela área em um único parque será desperdício de dinheiro e de espaço, visto que - assim como outros parques e praças ao redor - não seria tão freqüentado quanto o esperado. É necessário levar pessoas ao local, morando, trabalhando, convivendo. Em um local público qualificado de fato como pretende ser a orla pública do Pontal (este o qual, convenhamos, só o meio privado tem condições de tirar do papel), onde há pessoas morando próximas do local e usufruindo da área, outras de diferentes regiões da cidade irão por curiosidade, sensação de segurança, atração. Gosto de lembrar que os prédios não ficarão na orla, esta descrita por lei como 50m a partir da beira do Guaíba, mas próximos à ela.

Muitos criticam a altura das edificações, sendo que estas são simplesmente a METADE da altura das edificações que os governos anteriores autorizaram para o BarraShopping Sul. Estes prédios do BarraShopping, que ficarão junto à Avenida Diário de Notícias, serão verdadeiros espigões, vide as formas plásticas dos mesmos. Tudo graças ao Sr. Vereador Guilherme Barbosa, que deu aval positivo àqueles projetos. Estes prédios ficarão tão próximos do Guaíba quanto os prédios do Pontal; 12 andares também não caracteriza um prédio como sendo baixo, mas está bem longe de ser alto de fato. Falam dos ventos, que os prédios do Pontal irão prejudicar o regime de ventos da cidade; oras, os ventos do verão que incidirem nos prédios estarão estabilizados cerca de 300 metros depois das edificações, sendo que no inverno os prédios serão uma barreira de ventos, impactando apenas na área do Iberê Camargo, a protegendo dos fortes ventos frios que vêm do sul.

Em relação à iluminação natural, não há praticamente nada habitando atrás do Pontal. Ou seja, dizer que os "vizinhos" ficarão às sombras é o mais puro absurdo e demagogia. Outro argumento defendido pelos contrários ao Pontal é em relação à vista do Guaíba. Na vizinhança há cerca de 20 famílias que possuem vista para o lago. Defendem que estas têm mais direito de vista ao lago do que as mais de 200 famílias que virão a ter a mesma vista. Daquelas 20, no máximo 10 ficarão realmente prejudicadas. Mas tanto estas 20, quanto as outras 200 e o resto dos 1,5 milhão de habitantes terão uma VISTA PÚBLICA do lago, esta é inexistente na curva do Estaleiro Só. Vento, iluminação, vista, são pífios argumentos que tentam ser mais relevantes que as vantagens que o Pontal trará à cidade.

Voltando à questão das alturas, em tese cidades com orla, o interessante é que haja construções baixas junto à orla, aumentando gradativamente conforme se avança no continente. Tudo isto desde que HAJA HABITAÇÃO após a orla, o que não existe no Pontal. É um grande terreno onde parte é orla (banhada pelo lago) e parte configura por lei a área continental; junto à orla, mas que não é orla. Este efeito "ladeira" da altura das edificações não se enquadra na área, já que a mesma não é plana e densamente habitada. Com o Pontal, o morro (o único vizinho) continuará firme, forte e com a sua natureza preservada. A Avenida Padre Cacique na área do Pontal não beira a orla como quando passa pelo Iberê, ela por si só não é uma barreira física que define o que é a orla. Em relação às alturas, apesar de que os prédios serão mais baixos que os do entorno, eles não causarão impacto negativo, apenas uma significativa melhoria estética na região do Cristal.

Continuando a resposta ao Mário, sabemos que há muita demagogia e hipocrisia que cerca a discussão sobre o Pontal. O que está em jogo são os interesses particulares de entidades, partidos políticos e empreendedores. A cidade, porém, fica em segundo plano. Nós, do MOVE-POA, defendemos PORTO ALEGRE, cortando qualquer vínculo político e econômico, acreditando no futuro sustentável da cidade. O discurso pseudo-intelectual dos contrários acerca do urbanismo de cidades com orla (resumido por "não ao espigão") é um grande equívoco. Na arquitetura cada caso é um caso, e o caso do Estaleiro Só é diferente do caso do Praia de Belas, da Vila Assunção, de Ipanema. São configurações urbanas, topografias, geografias diferentes. Ninguém aqui defende que a linha primária de prédios junto à orla da cidade deve ser de 12 pavimentos (muito menos os 24 pavimentos aprovados em outras administrações públicas), mas que no CASO DO ESTALEIRO SÓ esta altura não trará tantos impactos ambientais como traria em outra região.

Partindo da idéia de que prédios altos não são problemas urbanos, mas soluções urbanísticas; adensar o maior número de pessoas que possa usufruir da infra-estrutura necessária para ter maior qualidade de vida é uma solução, não um problema. Construir alto é necessidade, não apenas vontade de algumas construtoras. Ter uma cidade horizontal é mais caro que ter uma vertical. Para tanto, vale mais discursos técnicos do que "achismos" de leigos ou o egoísmo daquela elite que não quer mais vizinhos no seu nobre bairro. Apenas um parágrafo para ornamentar o que falo em relação á altura das edificações. Não moramos em uma cidade de 20 mil habitantes, onde um prédio alto é algo negativo; moramos em uma metrópole, onde construções altas são não apenas aceitáveis, como bem vindas, desde que estejam aptas a não causarem danos no ambiente e na infra-estrutura local.

E se o projeto de mudança de lei for rejeitado?

Temos algumas possíveis soluções para o Estaleiro Só:

- Manter as mesmas volumetrias dos prédios (já que elas são possíveis em lei), mas mudando o uso; de residencial para comercial. Quem perde é a região, que poderia ter um uso misto. A área estará sujeita a morrer fora do horário comercial. Isto será um grande trunfo dos contrários, um "presente de grego" destes para a cidade. Os prédios continuarão lá, apenas o uso será modificado.

- Interesse da Igreja Universal do Reino de Deus, que está disposta a investir na área (fato), criando um complexo religioso, restaurando os [horríveis] galpões e privatizando a área.

- Construção de um centro comercial (shopping).

- Abandono das propostas de qualificação do local por parte dos empreendedores, destinando a área a mais alguns longos anos de degradação natural. - Um novo leilão, que legalizará futuros projetos medíocres de qualificação do local.

 

Falta bom senso em ambos os lados. Uns dizem defender o melhor para a cidade, partindo de uma utópica idéia de que a Prefeitura é que deveria ser responsável para transformar a área em um parque urbano, tirando dos cofres públicos no mínimo 30 milhões (valor mínimo referente a um projeto paisagístico ao menos DECENTE). Tal parque ficaria abandonado, sem nenhuma segurança e degradando-se em um futuro próximo. A cidade tem problemas maiores do que este; gastar tanto para criar um parque urbano qualificado (ao menos semelhante ao projeto do Pontal do Estaleiro) não deve ser prioridade de qualquer administração próxima. O terreno é privado e o dinheiro também. Se a cidade vai ser beneficiada com o projeto, não há por que se usar de barata demagogia acerca de uma pseudo-teroria urbanística baseada em achismos. Há tantas empresas (construtoras) acabando com a cidade a partir de pífios projetos e a população os aceita de forma passiva, mas quando acontece algo realmente interessante e positivo para a cidade, surgem vários para ser contra e querer simplesmente APARECER ostentando uma imagem já extinta desde os movimentos da "Diretas Já".

Não gostam do projeto do Pontal do Estaleiro, tudo bem, mas sejamos sensatos, com esta lei burra [Plano Diretor] será pior sem ele...

Rodrigo Marques, 29/09/2008



Escrito por Gilberto Simon às 12:10
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Porto Alegre apresenta qualificações para sediar a Copa 2014

Prefeitura, governo, Assembléia e Internacional enviaram representantes ao Rio

A candidatura de Porto Alegre para sediar a Copa de 2014 será apresentada nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. Representantes da prefeitura, do governo, da Assembléia e do Internacional participam do seminário Cidades Candidatas a sediar a Copa 2014, promovido pela CBF e a FIFA, neste final de semana.

O seminário foi aberto no sábado com a apresentação do cronograma oficial da candidatura brasileira às 18 cidades que postulam sediar jogos da Copa do Mundo e da Copa das Confederações, em 2013. A escolha das cidades sedes ocorrerá em 31 de março de 2009.

Na segunda-feira, os representantes das cidades farão apresentações em separado à comitiva da Fifa sobre as condições de cada candidata para organizar a Copa. A apresentação de Porto Alegre será às 11h, e foi produzida em conjunto pela prefeitura, governo do Estado e o Internacional, uma vez que o estádio Beira-Rio já recebeu a primeira vistoria da FIFA.

— Sem dúvida será um desafio atender às demandas da Fifa, mas Porto Alegre não parte do zero, e temos capacidade e parceria para cumprirmos nossas metas — afirmou o secretário municipal de Planejamento, Ricardo Gothe, após a abertura do evento.

A representação gaúcha mostrará as características do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre em termos de qualidade de vida, hospedagem, turismo, cultura, saúde, segurança, tecnologia da informação e comunicações, transporte e mobilidade, além do cronograma de execução dos projetos de modernização do Beira-Rio e da construção da Arena do Grêmio. A representação do Rio Grande do Sul é integrada, além de Gothe, pelo secretário estadual de Turismo, José Heitor Gularte, pelo representante da Assembléia Legislativa, deputado Luis Augusto Lara, e pelo presidente do Inter, Vitório Piffero.

Com informações da Prefeitura de Porto Alegre.


ZEROHORA.COM



Escrito por Gilberto Simon às 23:25
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Estaleiro Só - uma área da cidade que agoniza

Estaleiro Só - uma área da cidade que agoniza

A área do antigo Estaleiro Só, na zona sul da capital é um grande e triste exemplo de como se encontra a orla de Porto Alegre. Abandonada, entregue a ninguém. Veja estas fotos, feitas no sábado, dia 27 de setembro:

A vista do local é belíssima !


Todas as fotos por Gilberto Simon, Porto Imagem.

Veja mais fotos no Blog do MOVE-POA. Clique aqui.



Escrito por Gilberto Simon às 22:47
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Polêmica no Estaleiro Só

Duas visões sobre o desenvolvimento da cidade foram confrontadas na manhã de sábado, na zona sul da Capital. De um lado, defensores de um empreendimento residencial e comercial que, com suas torres às margens do Guaíba, mudará a paisagem da região e oferecerá novas áreas de lazer. De outro, ambientalistas e representantes de associações comunitárias que alertam para possíveis danos ao ambiente e para o impacto que a obra poderá ter no trânsito da região.

O objeto da discórdia é o Pontal do Estaleiro – complexo imobiliário com seis torres, duas comerciais e quatro residenciais, com 12 andares cada, marina e área de lazer no Estaleiro Só. Até agora, há apenas um estudo arquitetônico para realização do projeto. Para torná-lo viável é necessária uma alteração legislativa, que ainda não ocorreu.

O diretor da BM Par Empreendimentos, Rui Carlos Pizzato, proprietária da área, diz que obras viárias serão realizadas, uma estação será construída para tratar o esgoto e o local poderá ser acessado pela população.

Zero Hora, domingo, 28/09/2008



Escrito por Gilberto Simon às 21:06
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Camelódromo só fica pronto para o segundo turno

Smic não confirmou a data, mas a inauguração do Centro Popular de Compras de Porto Alegre deverá acontecer dias antes do segundo turno da eleição na Capital. Ainda faltam alguns arremates na alvenaria das lancherias do Camelódromo.

No início de outubro, os 800 boxes serão entregue aos comerciantes, que terão duas semanas de prazo para a montagem das lojas.

Já o estacionamento, com 216 vagas, será inicialmente administrado pela EPTC. O edital de licitação concessão à iniciativa privada ainda está sendo preparado. O valor será de R$ 1,00.

Políbio Braga, 26/09/2008

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Que mal eu pergunte: NÃO É PROIBIDO PELA LEGISLAÇÃO ELEITORAL INAUGURAR OBRAS PÚBLICAS EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES ?



Escrito por Gilberto Simon às 21:12
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Manifestação a favor do Projeto Pontal do Estaleiro

Neste sábado, dia 27 de setembro, das 9:00 às 12:00, no trecho compreendido entre o ex-Estaleiro Só e o Museu Iberê Camargo.
 
As razões pelas quais defendendemos o Projeto Pontal do Estaleiro são as seguintes:
 
1. ACESSO PÚBLICO a TODA a orla  - livre, total e irrestrito.
 
A área contará com bares, restaurantes, píer, estacionamento público, esplanada com 700m de comprimento e 50m de largura, com acesso livre a qualquer morador da cidade.
Além disso, serão adotadas as áreas verdes do entorno.
 
2. O projeto não será financiado com dinheiro público, nem da Prefeitura, nem do Estado. Ao contrário: o Pontal do Estaleiro será uma atração turística única na cidade, que vai gerar EMPREGO e RENDA.

 
3. As leis podem ser modificadas se elas forem utilizadas em prol da cidade e de seus cidadãos. Todos vão usufruir a orla pública, não somente os que comprarão imóveis no pontal.
 
4. Algumas pessoas acham que as edificações do projeto irão impedir a passagem de vento em direção aos bairros próximos e bloquear a visão do Guaíba, causando impacto ambiental. Porém tais afirmações não são embasadas em estudos técnicos de órgãos compententes.
 
5. Os prédios não ficarão localizados na orla. Eles estarão atrás de uma via pública, há mais de 60m da orla.
 
6. Porto Alegre tem 72 km de orla. Seria uma insensatez privar à população da cidade da oportunidade de ter a sua disposição um projeto qualificado como o Pontal do Estaleiro, que ocupa apenas uma pequena fração dela.
 
7. O complexo de prédios do Pontal do Estaleiro terá estação de tratamento de esgotos conforme a lei determina, portanto NÃO POLUIRÁ O GUAÍBA.
 
8. Que impacto ambiental o projeto causaria se a área não é natural, e sim, um aterro?
 
Não se deixe enganar. A cidade está parada no tempo. A orla está abandonada, precisa ser melhor aproveitada. E este projeto vai nos devolver um trecho dela.
Com segurança, beleza,  e você terá onde tomar seu chimarrão e curtir o nosso maravilhoso Pôr-do-Sol.

Assina o Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável de Porto Alegre, do qual faz parte toda a equipe do Porto Imagem.

Apoio:

Associação dos Amigos do Cristal

Clube de Mães do Cristal



Escrito por Gilberto Simon às 12:23
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Blog Porto Imagem - 1 ano

BLOG PORTOIMAGEM - 1 ANO

26/09/2007 - 26/09/2008

MAIS DE 50 MIL VISITAS !!!



Escrito por Gilberto Simon às 11:55
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Licitação da Vila Dique entra em nova fase

Duas empreiteiras estão aptas a participar de disputa por obra

Pelo menos duas empresas estão habilitadas para participar da quarta tentativa de licitação para a construção das 1.476 unidades habitacionais da Vila Dique, na zona norte de Porto Alegre. Ontem, o Departamento Municipal de Habitação (Demhab) anunciou que estão aptas a participar do processo as empreiteiras Arcol Indústria e Dan Herbert Consultoria e Incorporadora.

Como a Lei das Licitações determina prazo de cinco dias úteis para recursos das empresas envolvidas, a abertura dos envelopes contendo as propostas de cada uma das interessadas na obra deverá ocorrer na próxima semana.

Na tentativa anterior, nenhuma empresa se interessou pelo edital. Com isso, a prefeitura lançou termo aditivo de contrato, elevando em R$ 5,2 milhões os recursos destinados à construção das casas. Com a alteração nos valores, o total de verbas das obras de infra-estrutura e unidades habitacionais passa para R$ 56,5 milhões, sendo R$ 33,5 milhões da União e R$ 23 milhões da prefeitura.

Obra permitirá ampliação de pista no aeroporto

Para o diretor-geral do Demhab, Fernando Moussalle, a habilitação das duas empresas representa um bom sinal de que a expectativa de iniciar a construção das unidades habitacionais ainda este ano será concretizada.

A mudança dos moradores da Vila Dique é fundamental para o começo das obras de ampliação em 920 metros da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho. De acordo com o Demhab, ao todo, serão levadas 1.476 famílias para um loteamento na Avenida Bernardino Silveira Amorim, no Porto Seco, também na zona norte da Capital.

Outras 1,2 mil famílias da Vila Nazareth serão transferidas para três áreas que ainda não estão definidas pela prefeitura.

ZH



Escrito por Gilberto Simon às 15:25
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Paris evolui e libera altura de edifícios

Projetistas do Ninho do Pássaro farão torre de 211 metros em Paris

Projeto se beneficia de derrubada de lei que limitava altura dos edifícios na capital francesa

Os projetistas do Ninho do Pássaro divulgaram nesta quinta-feira a construção de uma torre de 211 metros em Paris. Os arquitetos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron mostraram com projeções de computador como ficaria a paisagem da capital francesa com o "Projeto Triângulo".

A torre terá escritórios, lojas, um centro de conferências e talvez um hotel, e deve ser construída no sudoeste da capital. O projeto se beneficia do fato de que uma lei de 1975, que limitava a 37 metros a altura dos edifícios em algumas regiões da capital, ter sido derrubada em julho deste ano. Segundo o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, o projeto alia "performance ambiental" e uma "beleza assombrosa".

Zero Hora, 25/09/2008

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Paris não precisava. Mas fez. Como a burrice acaba sempre dando lugar à inteligência (pelo menos na Europa), Paris marca época ao derrubar o limite de edificações em seu município. Eles são a cidade mais visitada do mundo, turistas borbulham em Paris. Mas eles sabem que a modernidade faz parte da evolução da humanidade e sempre há lugar para novas obras ousadas. Esta bela e espantosa torre em forma de pirâmide vai ser com certeza o novo ponto de atração da Capital das Luzes, a eterna e linda Paris.

Enquanto isso, em Porto Alegre ....



Escrito por Gilberto Simon às 15:20
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Associação do Turismo Náutico será lançada amanhã em Porto Alegre

Os proprietários de barcos que fazem passeios turísticos no Lago Guaíba e Delta do Jacuí reuniram-se em uma associação - a Atun-RS (Associação do Turismo Náutico do Rio Grande do Sul), que terá seu lançamento amanhã, 25, às 18h, no barco Cisne Branco (Portão Central do Cais do Porto – Av. Mauá 1050), integrando a programação que comemora o Dia Mundial do Turismo (27 de setembro) organizada pela Secretaria Municipal de Turismo (SMTur).

Através de sua organização, os armadores pretendem regulamentar o setor, alcançar maior produtividade na atividade comercial e qualificação no serviço, que hoje é oferecido por oito embarcações. De acordo com o presidente da Atun-RS, Willian Velloso de Oliveira, proprietário do barco Porto Alegre 10, que deverá entrar em operação no final de outubro no cais da Usina do Gasômetro, “parcerias e convênios com as áreas pública e privada também estão previstas pela entidade para melhorar a infra-estrutura e a promoção do turismo náutico na Capital e no Estado”.

O movimento dos armadores em torno da criação da entidade se iniciou em junho deste ano, estimulado pela SMTur depois que o Ministério Público Estadual abriu inquérito com o objetivo de regularizar a atividade comercial por meio de um marco regulatório que definisse, entre outros itens, a fixação de horários pré-estabelecidos para a saída dos barcos, valores cobrados, padronização das embarcações, seguro contra acidentes e competências para o controle e a fiscalização do serviço. Esta foi a primeira vez que o município estabeleceu uma interlocução direta com os empreendedores do setor para propor sua organização tendo em vista o interesse comum de qualificação da cadeira produtiva do turismo náutico de Porto Alegre.

Site da Prefeitura

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A matéria fala que haverá o lançamento de mais um barco que fará passeios partindo do Gasômetro. O passeio deverá ser pelas ilhas, também.

Seria interesante se também houvessem passeios para o sul, para apreciarmos a orla do Gasômetro e Marinha, estádio Beira Rio, Museu Iberê Camargo, marinas do Iate Clube, Veleiros do Sul e Jangadeiros, casarões à beira dágua na Tristeza e Assunção, orla de Ipanema e península da Ponta Grossa...

 



Escrito por Ricardo Haberland às 08:57
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Vem aí o Dia Internacional do Turismo. E daí ?

Dia 27 será o Dia Internacional do Turismo.

Haverá comemorações em Porto Alegre? Ou protestos, como adoram fazer no dia Sete de Setembro?

Ou a data passará em brancas nuvens na capital ?

 

(Atenção - esse comentário não é apenas aos governantes: é para os empresários, também)



Escrito por Ricardo Haberland às 08:55
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Potencial PERDIDO

Vale a pena ler de novo

"Porto Alegre tem um imenso potencial"

Entrevista: José Paulo Mateus, Arquiteto português

Professor da Universidade Internacional da Catalunha, de Barcelona (Espanha), e fundador da Trienal de Arquitetura de Lisboa, o arquiteto português José Paulo Mateus visitou Porto Alegre nesta semana e ficou impressionado com a cidade. Um dos palestrantes do fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro, promovido pela Câmara Municipal, ele acredita que a Capital tem beleza "espantosa" e pode atrair visitantes de fora - se souber aproveitar o potencial do Guaíba. Para ele, o recém-inaugurado edifício da Fundação Iberê Camargo vai gerar uma peregrinação de arquitetos à cidade. Leia a entrevista:

- Qual foi a sua impressão sobre os potenciais de Porto Alegre?

José Mateus
- Há cidades onde nós, passado um dia, não conseguimos identificar aspectos fortes que possam ser utilizados para reforçar a identidade e a capacidade de atrair pessoas. Mas aqui achei aspectos muito interessantes e fortes, como a topografia e a arborização. Um dele é a presença do Guaíba, que tem uma beleza, uma configuração e um potencial incríveis. O Guaíba deveria ser o enfoque de qualquer plano para a cidade. Ele é espantoso. Não sei se a gente de Porto Alegre consegue ter consciência disso, mas para quem vem de fora é algo notável.

- Esse potencial está sendo mal aproveitado?

Mateus
- Há cidades onde chegamos e percebemos que a vida é atraída para um lugar. Estive em Pisa, na Itália, há pouco tempo, e a vida flui em direção ao rio, que é um rio bastante modesto, mas que atravessa o Centro. À noite, as pessoas todas se aglomeram ali. Aqui, a sensação que eu tive ao circular de automóvel ao longo da orla ribeirinha era de que não havia uma presença de atividade humana, de funções e de dinamismo que tirasse partido do rio.


- Pensar em uma solução para a área do Guaíba poderia combater a degradação do Centro?

Mateus
- Sem dúvida. O Guaíba seria o ponto de partida. O projeto teria de estabelecer a ligação entre esse espelho extraordinário de água e a cidade, produzindo pontos de atração, fluxos de ciclovias, equipamentos culturais, equipamentos lúdicos, etc. Eu circulei e vi imensa vida pela rua afora. Mas vi que era uma área decadente.

- Porto Alegre tem potencial turístico?

Mateus
- Quanto mais a cidade tiver pontos de atração como o rio, mais atraente se torna para quem vem do Exterior. Porto Alegre tem uma beleza extraordinária da zona ribeirinha que pode aproveitar. E agora tem o Iberê. Acho que vai haver uma peregrinação de arquitetos e depois de muita gente a Porto Alegre. Será um efeito Bilbao (cidade espanhola que passou a atrair visitantes depois de inaugurar um museu de arquitetura arrojada). Com a diferença de que Bilbao é feia. Cheguei aqui e fiquei surpreendido: esta cidade tem imenso potencial. Há cidades que não têm, que nós forçamos para encontrar justificativas para as pessoas irem ali. Nesta não é assim.

Zero Hora


 



Escrito por Ricardo Haberland às 11:55
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Planejar grandes cidades

Arquitetas da Argentina, Espanha, Rio e São Paulo reúnem-se amanhã e quinta no UniRitter Porto Alegre, para discutir a arquitetura das grandes cidades, participando das Palestras 400 x 400. Nadia Somekh comandou o planejamento de São Paulo por 16 anos e Zaida Muxi é diretora do projeto Vivienda en España.

Affonso Ritter



Escrito por Gilberto Simon às 12:34
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3º Carrefour em Porto Alegre contrata funcionários

O novo hipermercado do Carrefour em Porto Alegre, a ser inaugurado até dezembro na Sertório, gerou uma imensa fila de candidatos a emprego ontem.

Mais de 600 pessoas, a maioria jovens, se apresentaram para concorrer a uma vaga no empreendimento, que será a oitava loja do grupo francês no Rio Grande do Sul.

Até dezembro, a filial deve contratar 370 funcionários.

ZH



Escrito por Gilberto Simon às 12:23
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Ambientalistas radicais querem a estagnação e o abandono da cidade

Existem certos membros dos movimentos ambientalistas que desejam que a cidade estacione, permaneça como está. Nada pode acontecer que ameaçe as "áreas naturais" da cidade. Mesmo os aterros ...

Veja bem: um aterro é uma área construída pelo homem, dragando-se a areia do fundo do lago ou rio e concentrando num lugar, aí tem-se o aterro. Portanto não é e nunca será uma área natural. Não existe o ato da preservação em uma área que não seja natural.

Como vocês todos devem saber, boa parte da orla da cidade é resultado de aterros sucessivos ao longo das décadas. Inclusive as abandonadas orlas dos Parques Marinha do Brasil (na qual quase fui assaltado dias atrás, ao fotografar o Pôr-do-sol) e do Parque da Harmonia são totalmente aterros e totalmente largadas sem nunca terem um investimento seja do poder público seja da iniciativa privada. Agora vem a prefeitura e realiza um acordo com a Pepsi para construir canchas de esportes e uma "revitalização" das referidas orlas. Ora, sem segurança não ha revitalização alguma. Pois a área dos parques da orla são áreas desertas, ninguém vive por ali. É um grande erro das administrações construir parques enormes nesta área da cidade. Acabam virando uma terra de ninguém, pois sem qualquer policiamento a fatia da população que os frequenta, principalmente nos dias de semana é composta por marginais e assaltantes.

Então, o que acho é que os ambientalistas que pensam radicalmente contra um projeto como o Pontal do Estaleiro, é que eles não enxergam, ou de alguma maneira querem enganar a população por interesses próprios. Claro, eles não frequentam a orla. Nos finais de semana eles ficam tomando chimarrão na Praça da Encol, no Parcão e em outras áreas seguras da capital.

A população que mora longe destas áreas "nobres", que muitas vezes são próximas a condomínios de luxo, não consegue frequentá-las sob risco de serem "corridas" do local. Agora, surge um projeto da magnitude do Pontal do Estaleiro, que levará pessoas a morarem com uma estrutura pública ao lado.

Vejam: o projeto de edifícios (4) de médio porte deste projeto, fará com que a área seja mais segura, pois terá vida própria circulando por entre seus recantos. Todos sabem que ao retirar a população de uma área, ela morre aos finais de semana, sem movimento, sem vida.

Cerca de 60% da área do Pontal será integralmente pública, com passeios abertos a qualquer pessoa. Serão 700 metros de orla totalmentre entregues à população.

Uma coisa que não falam: a área servirá, devido sua beleza ímpar, e urbanização de primeiro mundo, como um novo ponto de atração turística para a cidade. A cidade precisa deste desenvolvimento, com sustentabilidade, com tratamento de esgotos, com responsabilidade perante a cidade e seu lago. E o Pontal do Estaleiro terá essa responsabilidade. Está prevista no condomínio um sistema ultra moderno de tratamento dos esgotos. O Pontal do Estaleiro será ecologiamente correto, sem nenhum ataque à natureza em volta.

Pense antes de ler e acreditar nestes materiais dos ecologistas que são radicalmente contra o projeto. Pense. Você tem capacidade de enmxergar e avaliar o que é melhor para a cidade.

ABANDONO OU DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ?

Você escolhe.



Escrito por Gilberto Simon às 14:42
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Ambientalistas radicais organizam ato contra Pontal do Estaleiro

Os ambientalistas com posições extremamente radicais da cidade, organizarão ato contra o Projeto Pontal do Estaleiro, no sábado, dia 27, na área compreendida entre o Museu Ibere Camargo e as ruínas do Estaleiro Só, de frente para a orla abandonada e cheia de lixo do Guaíba.

Dizem eles que levarão fotos e que explicarão para a população o que está acontecendo.

Bom, não sei quem eles encontrarão nesta área, por que tirando as pessoas que visitam o Museu, a área não tem circulação significativa de pedestres.

De qualquer forma, o Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável de Porto Alegre - Move-POA, estará lá também para mostrar a realidade e não inverdades como os ambientalistas radicais estão mostrando.

Atenção, o horário do ato dos radicais será das 9h às 17:30.

E lembrem, os radicais preferem a orla assim:

Contamos com vocês !



Escrito por Gilberto Simon às 12:15
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O Tapajós no Guaíba I

A governadora Yeda Crusius, ao lado do empresário Hugo Fleck, foi passageira da viagem inaugural de 18 minutos até Guaíba do catamarã Tapajós, o primeiro dos 12 que farão serviço regular da Amazônia pela Ouro e Prata, que também constrói os barcos. O catamarã com 94 lugares é impulsionado por dois motores Scânia de 500 HPS cada. O custo foi de R$ 1,4 milhão. Fleck contou um detalhe incrível: existe apenas um engenheiro naval gaúcho e ele está aposentado.

O Tapajós no Guaíba II

O uso destes barcos para a travessia do Guaíba é possível como uma opção, não como transporte de massa, diz Fleck. O preço do Tapajós fala por si só, sem falar que o consumo de diesel é alto - faz cerca de dois quilômetros por litro. O preço da passagem não conseguiria competir com os dos ônibus. Os entusiastas pela substituição dos ônibus costumam esquecer "pequenos" detalhes, como custo dos barcos e de sua operação e o retorno do investimento.

Fernando Albrecht



Escrito por Gilberto Simon às 11:03
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Grupo francês adotará o Laçador

Vem da França, ao encerrar das comemorações da Semana Farroupilha, a proteção a um dos símbolos do tradicionalismo gaúcho. O Sítio do Laçador, na Avenida dos Estados, será adotado pela francesa Leroy Merlin, empresa do varejo da construção que pretende se instalar no Estado.

O ato de adoção será realizado no dia 25, às 10h. O corte da grama e a limpeza do espaço de cerca de 4 mil metros quadrados passam a ser responsabilidade da Leroy que, em troca, colocará uma placa com sua marca no local.

– Com a adoção, o poder público agrega qualidade na manutenção – afirma Luiz Alberto Carvalho Jr., secretário em exercício da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Segundo ele, não há empecilhos para que empresas de fora de Porto Alegre adotem espaços. Na Capital, há em torno de 90 áreas verdes adotadas. A maior parte, por empresas gaúchas ou multinacionais que atuam no Estado.

A francesa Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1997. Atua em quatro Estados e no Distrito Federal.

ZH



Escrito por Ricardo Haberland às 09:31
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Lançado o Blog do MOVE POA, o Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável de Porto Alegre

Lançado hoje o novo Blog que vai se tornar o órgão de divulgação das ações do MOVE POA.

Clique na imagem e entre. Participe ! Comente !

MOVE POA



Escrito por Gilberto Simon às 00:58
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Floresta Shopping Center - andamento da obra

Foto tirada em 19 de setembro 2008.

Floresta Shopping Center
Foto: © Gilberto Simon - Porto Imagem



Escrito por Gilberto Simon às 01:13
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Você é a favor ou contra o Projeto Pontal do Estaleiro ?

Vote na nossa enquete aqui no Blog Porto Imagem.

A enquete está na lateral direita do Blog ----->



Escrito por Gilberto Simon às 17:30
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Relembrando: Plano Diretor: os alcances da ousadia, por Adeli Sell

Por Adeli Sell

O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental - PDDUA - de uma cidade pode significar vida, desenvolvimento, sustentabilidade, mas pode significar também sua morte.  Às bravatas do Secretário do Meio Ambiente de plantão que diz que o atual Plano é o pior do mundo, respondo dizendo que é um dos melhores do Brasil, apesar de suas lacunas, erros e exageros. Às maravilhas que o Secretário do Planejamento vende sobre sua proposta de revisão, respondo dizendo que é limitada ao extremo, apesar de mexer em mais de 50% dos seus artigos.

Faltou, tanto na Lei 434/99, o atual Plano, como nesta revisão apresentada, eivada de erros técnicos e que depõe contra a boa norma legislativa, OUSADIA. Sim, temos que tratar esta revisão com OUSADIA, com LETRAS MAIÚSCULAS, não com a pequenez que os gestores públicos tratam do futuro e do seu planejamento. Infelizmente, a maioria dos políticos que chega ao Executivo e ao Legislativo pensa na eleição vindoura, desdenhando as gerações que nos sucederão. E estas vão nos dar uma nota vermelha, se não formos eficientes.

Somente mentes abertas e ousadas poderão encarar o futuro, marcando suas biografias nos anais do livro da vida. A proposta em discussão  é tacanha, pois mexe essencialmente nas alturas, nos recuos, nas sacadas, nas áreas de interesse cultural, particularmente na macrozona 1, ou seja, no espaço mais consolidado da cidade, que é da 3a. Perimetral em direção ao Guaíba, deixando de fora o Centro e as Ilhas, apesar de termos uma Lei que transformou parte do Delta do Jacuí  numa APA, Área de Proteção Ambiental.

Todas as metrópoles têm se colocado a questão do Centro, com sua qualificação e revitalização, logo, como pode a atual revisão desconhecer nosso Centro? Este é uma Área Especial  -  como tal deve ficar -  mas teria que ter uma proposta que a tirasse deste quadro de abandono, de salas vazias, de áreas intransitáveis, de patrimônio cultural em decadência.

Nenhuma palavra para resolver os gargalos de circulação e transporte e-xiste. Mesmo com uma proposta de Planejamento Estratégico do Transporte Integrado da Região Metropolitana, feita pela EPTC, Metroplan e Trensurb, que daria conta de metas para 2013, 2023 e 2033, chegando a 14 linhas troncais urbanas e uma linha circular de metrô de 37 km, cujos 1 bilhão e meio de reais pode entrar no PPA do Governo Federal já, a proposta mantém gravada a Ipiranga como um trajeto de expansão da Linha 2 do metrô, quando, na verdade, seria pela Bento Gonçalves. Mesmo com as bravatas da atual gestão da Smam, onde seu titular se considera descobridor do meio ambiente, sua contribuição para o Plano foi pífia, pois não muda uma linha das diretrizes presentes no Plano de 1999. É só ler para ver.

Mas me parece tacanha também as propostas de edificações para o chamado 4° Distrito, uma área nobre que nenhuma administração passada conseguiu encarar e resolver, deixando a área entre a Rodoviária e a Sertório, da Voluntários até a Cristóvão e Benjamin, num abandono de dar dó. Esta área tem que ter indicativos no Plano para que ela se desenvolva concomitantemente como área mista, residencial e de serviços, incluindo aí uma rede integrada de serviços e indústria da saúde, que ocupam espaços pequenos, sem conflitar com a residência e a circulação das pessoas.

Ademais, alturas não podem se tornar o foco do debate, apesar da importância que possam ter na sustentabilidade ambiental e econômica, mas sim a densidade, o volume de pessoas, carros particulares,entre outros elementos,  que haverá na zona ou no quarteirão. A proposta de recuos apresentada conforme as alturas, de 18, 20 e 25% já me parece bem sensata, tendo até aqui aceitação tanto de ambientalistas como de empresários. É claro que não vamos agradar a todos.

As áreas de interesse cultural são fundamentais para uma cidade que se quer ver cultural, turística, sustentável, podendo ser fonte de atração como são certas cidades no mundo, sendo Barcelona um ícone para todos nós.

Estamos iniciando um debate. Nem muito rápido nas  decisões da Comissão Especial que se instala no momento na Câmara, para não atropelar a sociedade civil e calar sua voz, nem muito devagar para a História nos atropelar com suas exigências que só ela sabe forjar.
 



Escrito por Gilberto Simon às 17:16
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Reforma pode incluir garagem subterrânea no Araújo Viana

Pelo “termo de permissão” assinado em maio de 2007 entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre e a Opus Promoções, a reforma do auditório Araújo Viana deveria estar concluída em 18 meses, “prorrogáveis mediante concordância das partes”.

O projeto de reforma começou a ser feito pelo escritório do arquiteto Moacyr Moojen Marques, autor do projeto original do auditório (com Luiz Carlos Fayet, já falecido). Estaria pronto, mas o “Estudo de Viabilidade Urbanística”, indispensável para começar a obra, não foi encaminhado à Secretaria de Obras. Moojen disse no mês passado que estava “finalizando alguns pontos” (Já Bom Fim, 389). Agora, um novo prazo de mais 18 meses passou a contar.

Nesta quinta-feira, 18, o secretário da Cultura, Sérgius Gonzaga e os arquitetos Moojem e Sérgio Marques deram uma entrevista coletiva sobre o andamento da reforma. Notas nos jornais chegaram a informar que seria apresentado o projeto. Não foi. Os arquitetos informaram que ainda faltam detalhamentos, dando a entender que o trabalho estava parado porque ainda não existia um contrato para execução do projeto. O contrato entre os arquitetos e a Opus só foi assinado um dia antes, na quarta-feira, 17.

O site da prefeitura anunciou que “Reforma do Araújo Viana pode começar em 60 dias” e que “em 18 meses a reforma que dará um teto definitivo e climatização ao Auditório Araújo Vianna deverá estar pronta”. “A estimativa é de que no final de 2009 a obra deverá estar concluída”.

O secretário Sergius Gonzaga informou que “um grupo interdisciplinar de trabalho, envolvendo as secretarias de Planejamento (SPM), de Meio Ambiente (Smam) e Obras e Viação (Smov), será formado para dar agilidade ao Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU), tão logo o detalhamento do projeto seja entregue pelos arquitetos”.

“A partir deste momento, estimado em torno de 60 dias, a obra estrutural poderá ser iniciada”.

”Sobre o prazo decorrido entre a assinatura do contrato que legalizou a licitação e a autorização para o início da obra, o arquiteto Moacyr Moojen Marques explicou que a empresa vencedora sugeriu várias melhorias que ultrapassam as exigências originais”.

“A licitação prevê um esqueleto. A empresa que vai utilizar o local pode perfeitamente incluir melhorias que julga fundamentais. Será, por exemplo, aumentado o palco, que ocupará também o antigo fosso para a orquestra. Os camarins serão ampliados, será incluída uma área para as pausas nos espetáculos, com cafeteria, e haverá um tratamento acústico bem mais elaborado. Isso tudo acrescentará pelo menos mais R$ 3 milhões a custo original, que era R$ 7 milhões. Essa demora inicial é normal, basta ver outras grandes obras do gênero na cidade”, explicou Marques, que já foi secretário municipal de Obras e Viação.

Estacionamento subterrâneo

“Marques acrescentou que está sendo estudado e será oferecido um pré-projeto que contemple o impacto do estacionamento de carros sobre o entorno do Araújo Vianna em dias de espetáculo”.

“Foi aventada a possibilidade de nova licitação, em forma de Parceria Público-Privada (PPP), para construção de um estacionamento subterrâneo no Parque Farroupilha”.

Sergius Gonzaga advertiu que é antes é necessário fazer um estudo ambiental e um debate público sobre essa alternativa.(Com reportagem de Helen Lopes)

Histórico

O auditório Araujo Vianna encontra-se interditado desde o início de 2005. Sua cobertura de lona, construída em 1996, expirou em 2002, quando laudo técnico da Smov apontou risco de segurança.

A reforma da antiga cobertura móvel tornou-se inviável em meados de 2006, quando o Ministério Público deu ganho de causa a uma ação dos moradores do Bairro Bom Fim, determinando o completo isolamento acústico do local. A medida inviabilizou estudos que estavam sendo realizados para sua reforma e elevou o custo de uma revitalização para R$ 7 milhões. Isso equivale a três anos do orçamento da SMC para recuperação patrimonial, representando despesa inviável para o Município.

A solução encontrada foi oferecer a parceiros privados, por meio de licitação pública editada em fevereiro de 2007 e vencida pela empresa porto-alegrense Opus Produções, um aluguel compartilhado. Em troca da reforma, a empresa ocupará o auditório 274 dias por ano e os outros 91 dias serão usados pela prefeitura. Esses três meses representam três vezes mais do que a média de uso do auditório, que permanecia fechado cerca de 11 meses por ano, segundo medição realizada entre a reabertura em 1992 e a interdição do local em 2005. Depois de dez anos de compartilhamento, a prefeitura retomará o controle completo.(Da assessoria de imprensa)

Jornal Já, 19/09/2008

 



Escrito por Gilberto Simon às 14:47
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TV Record Porto Alegre em baixa

Principal homem de Edir Macedo na Record, o bispo Honorilton Gonçalves desembarcou esta semana em Porto Alegre disposto a fazer uma "revolução" na emissora local, a TV Guaíba, comprada em 2007 por cerca de R$ 100 milhões (incluindo jornais e rádios). Gonçalves demitiu o diretor-geral da TV Guaíba e nomeou para o cargo o diretor da Record de Salvador, Fabiano Freitas. Acompanhado dos diretores nacionais de jornalismo e programação, ele começou a fazer mudanças na grade local. O motivo da intervenção em Porto Alegre é a baixa audiência local, que prejudica a Record no Ibope nacional, em que a disputa pelo segundo lugar é acirrada com o SBT. Desde que foi comprada por membros da Igreja Universal, a audiência da TV Guaíba cresceu muito pouco. Em agosto, sua média diária foi de 3,2 pontos, menos da metade do SBT (6,9). A Record disputa o terceiro lugar (com a Band, que teve 2,9 pontos), não o segundo. A RBS-Globo é líder absoluta, com 24,7 pontos. A Record tem, em Porto Alegre, seu pior desempenho entre as principais capitais brasileiras. Em julho, a "Os Mutantes" marcou só 5,5 pontos na cidade. Em São Paulo e Rio, a mesma novela registrou 16 pontos. A diretoria local era vista por São Paulo como "bairrista" e resistente. O "Balanço Geral", por exemplo, demorou a aderir ao sensacionalismo (Daniel Castro, colunista da Folha de São Paulo).



Escrito por Gilberto Simon às 16:27
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Acampamento fechado...

Nós gaúchos temos uma estranha noção do que seja turismo. Pegue-se o Acampamento Farroupilha. Se algum turista der com os costados por lá, e por puro acaso, não saberá se localizar. Salvo uma placa "você está aqui", que no contexto significa o mesmo que colocá-la no meio do Saara para ser lido por algum perdido do deserto, é difícil se localizar e até achar a saída.

...é o azar de turista

Mas digamos que o nosso turista releve este detalhe e seu olfato capte o cheirinho bom dos churrascos e comida campeira nos trocentos piquetes e queira desgustá-los. Não pode. Os piquetes são fechados. Nem pagando. Resta então comer nas barracas da praça ou carrocinhas do entorno e ver o pôr-do-sol do Guaíba. E aí enchemos a boca para dizer que temos atrações turísticas.

Fernando Albrecht, 18/09/2008

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Perfeito o comentário do Fernando. Porto Alegre está num momento agora, inclusive por esse acima relatado, de encher a boca por nada. A cidade está longe das outras capitais (inclusive menores que ela) em atrações turísticas, e ações para aumentá-las. Não existem investimentos neste sentido. E ainda o povo, que se auto-entitula hospitaleiro, simpático, alegre, não abre os piquetes para os turistas conhecerem a nossa cultura tradicionlista e experimentar o churrasco. Ô povo burro !



Escrito por Gilberto Simon às 11:03
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MOVIMENTO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE PORTO ALEGRE

O Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável de Porto Alegre foi lançado publicamente ontem, junto a vários veículos da imprensa, como Jornal Zero Hora, Jornal Correio do Povo, Jornal da Zona Sul, Radio Gaúcha, Radio Guaíba, Ulbra TV, etc, lá nas dependências da Câmara Municipal. Agora a cidade conta com um grupo de pessoas organizadas que defenderão o seu desenvolvimento, sem estagnação. Queremos o melhor para a cidade. Sem qualquer vínculo com partidos políticos, empresas, e qualquer outra organização, nascemos dispostos a lutar pelo crescimento e desenvolvimento da capital que menos cresce no país. Assim a cidade terá um contra ponto permanente aos que defendem sua involução. Nosso grupo está crescendo e aumentando seus adeptos. Ninguém mais suporta a cidade do jeito que ela se encontra. 

Em breve teremos site próprio. Aguardem.

Gilberto Simon 

 



Escrito por Gilberto Simon às 10:42
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A luta pelo Estaleiro Só

Dezenas de pessoas pró e contra projeto pressionaram vereadores da Capital

No canto direito, vestidos de preto, quem era contra a proposta. No canto esquerdo, segurando faixas, quem era a favor. Não era luta de boxe, mas dava para dizer que cada um ficou no seu lado do ringue.

Sem qualquer ataque entre as representações, o polêmico projeto do Pontal do Estaleiro Só, empreendimento que pretende urbanizar a área desativada da antiga empresa na orla do Guaíba, reuniu dezenas de pessoas pró e contra a iniciativa ontem no plenário da Câmara de Vereadores.

Era para ser uma manifestação silenciosa por parte das entidades que refutam a proposta, mas a presença de pessoas a favor do projeto gerou um burburinho de idéias sobre o tema. Os parlamentares chegaram a pedir silêncio para os manifestantes.

O projeto que trata das mudanças na legislação municipal para que o empreendimento possa ser executado não estava na pauta de discussões dos vereadores. Mesmo assim, os grupos contrários à construção, ligados ao Fórum das Entidades da Capital, foram à Câmara para pressionar os vereadores a só votarem o texto após a revisão do Plano Diretor, em 2009.

No plenário, alguns vereadores vestiram a camiseta e fizeram discursos contra e a favor do tema.

– Isso é democracia? O poder econômico e político decidir o que quer, e nós ficarmos à margem – disse Celso Marques, da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural.

Do outro lado do plenário, Rodrigo Marques, integrante do Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável da Capital, elogiava o projeto.

– Só quem não conhece e usa de demagogia para ser contra – defendia.

Rui Carlos Pizzato, diretor da BM Par Empreendimentos, empresa dona da área, aponta que somente 23% da área total do terreno terá construções, e que o restante será de livre acesso à população.

O que é o projeto do Pontal
> O projeto pretende urbanizar a área do antigo Estaleiro Só, fechada há 21 anos, na Zona Sul
> O empreendimento prevê a construção de seis prédios, que terão a altura máxima permitida para a região, de 43 metros, o equivalente a 12 andares cada um.
> Serão 216 apartamentos residenciais em quatro prédios. Um edifício será comercial, com 195 salas. O outro empreendimento será um flat, com 90 unidades.
> Está previsto também área para lojas, bares, restaurantes, além da construção de uma marina
> Na área pública, o projeto prevê ciclovia, a abertura de rua e calçadão

Fotos imparciais da Câmara ontem, dia 17/09:

OS QUE SÃO A FAVOR DO PROJETO: NÓS

OS QUE SÃO CONTRA O PROJETO

Zero Hora, 18/09/2008



Escrito por Gilberto Simon às 10:35
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Prefeitura anuncia início da reforma no Araújo Vianna


Foto: Ivo Gonçalves / Arquivo PMPA

Em entrevista coletiva hoje, 18, às 11h, na sede da Secretaria Municipal da Cultura (Av. Independência, 453), o secretário municipal da Cultura, Sergius Gonzaga vai detalhar o projeto de reforma do Auditório Araújo Vianna. Também participa da coletiva o arquiteto Moacyr Moojen Marques, autor do projeto arquitetônico do auditório (realizado em 1964, em parceria com Carlos Fayet) e de sua futura cobertura fixa.

O contrato de execução foi assinado ontem, entre o arquiteto e a empresa Opus Produções, vencedora da licitação promovida para revitalizar o espaço. Serão 3 mil lugares no auditório, com nova cobertura fixa e climatização, além de outras melhorias.

Um grupo de trabalho com representantes das secretarias de Meio Ambiente (Smam), Obras e Viação (Smov) e Cultura (SMC), além do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural (Comphac) também receberá cópia detalhada do projeto.

Histórico - O auditório Araujo Vianna encontra-se interditado desde o início de 2005. Sua cobertura de lona, construída em 1996, expirou em 2002. Um laudo técnico emitido pelo Smov em julho daquele ano apontou risco de segurança.

A reforma da antiga cobertura móvel tornou-se inviável em meados de 2006, quando o Ministério Público deu ganho de causa a uma ação dos moradores do Bairro Bom Fim, determinando o completo isolamento acústico do local. A medida inviabilizou estudos que estavam sendo realizados para sua reforma e elevou o custo da revitalização para R$ 7 milhões. O valor equivale a três anos do orçamento da SMC para recuperação patrimonial.

A solução encontrada foi oferecer a parceiros privados, por meio de licitação pública editada em fevereiro de 2007, um aluguel compartilhado. Em troca da reforma, a empresa ocupará o auditório 274 dias por ano e os outros 91 dias serão usados pela prefeitura. Os três meses representam três vezes mais do que a média de uso do auditório, que permanecia fechado cerca de 11 meses por ano, segundo comparação feita entre a reabertura (1992) e a interdição (2005). Depois de dez anos de compartilhamento, a prefeitura retomará o controle completo do espaço. Estima-se que a empresa vencedora conclua a reforma até fins de 2009.


Prefeitura de Porto Alegre, 18/09/2008

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Finalmente !!!  Já era hora ! O auditório está atualmente em estado deplorável, abandonado e com sua cobertura completamente esfarrapada. Quem se responsabiliza pela demora e pelo descaso ? Prefeitura ou Opus ????



Escrito por Gilberto Simon às 10:21
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O dia em que Porto Alegre PAROU

CARROÇA  e  Ponte do Guaíba  foram os protogonistas de um dos maiores congestiamentos já vistos na capital

Única ligação entre Porto Alegre e sul do Estado ficou fechada mais uma vez

Um acidente envolvendo três caminhões complicou o trânsito de Porto Alegre entre o fim da tarde e o início da noite de ontem. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos se chocaram no km 98 da BR-290, próximo à ponte do Guaíba, e foram retirados apenas duas horas depois do local.



Segundo os policiais rodoviários, às 16h20min, um caminhão teria tentado ultrapassar uma carroça no sentido Capital-Eldorado do Sul e acabou batendo em outro caminhão, que atingiu um terceiro. Os três veículos ficaram atravessados na pista, provocando a interrupção do trânsito. Um dos motoristas, conforme a PRF, ficou levemente ferido.

Com o acidente, um congestionamento começou a ser formar no local. Como os caminhões só foram guinchados no fim da tarde – cerca de duas horas depois do acidente –, o congestionamento tomou conta dos principais acessos à Capital. Houve lentidão nas avenidas Castelo Branco, Farrapos, Sertório e A. J. Renner.

Foto: Ricardo Haberland - Porto Imagem

Por conta do horário de pico, o engarrafamento também se refletiu na região central da cidade, inclusive nas avenidas João Pessoa e Azenha. No túnel da Conceição, o aglomerado acabou contribuindo para uma batida entre uma betoneira e um ônibus, às 19h. O incidente causou apenas danos materiais, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).



Fluxo de veículos só voltou ao normal por volta das 20h

Do alto, o repórter Mauro Saraiva Júnior, que transmitia informações ao vivo, de um helicóptero, para a Rádio Gaúcha, testemunhou o fim de tarde caótico dos porto-alegrenses.

– Alguns motoristas chegaram a levar uma hora e meia para percorrer três quilômetros na rodovia – relatou o jornalista.

Na BR-290, embora o trânsito tenha sido liberado por volta das 18h30min, o fluxo de veículos só foi normalizado às 20h. Conforme a PRF, a retirada dos caminhões demorou porque o guincho teve dificuldades para chegar ao local, em virtude do engarrafamento.



Escrito por Ricardo Haberland às 09:35
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Inter apresenta Gigante Para Sempre ao Conselho do Plano Diretor de Porto Alegre

O Inter apresentou nesta terça-feira (16/09) o projeto Gigante Para Sempre aos conselheiros do Plano Diretor de Porto Alegre, na secretaria de planejamento da capital gaúcha. O projeto de modernização do Complexo Beira-Rio foi detalhado aos representantes da prefeitura e da comunidade e secretário municipal de planejamento, Ricardo Goethe, pelo presidente colorado Vitorio Piffero.

Na ocasião, além da apresentação de slides descrevendo como será o Gigante Para Sempre, bem como suas melhorias no complexo colorado que será cada vez mais parte do eixo turístico da cidade, Piffero destacou a preocupação do Inter em trazer benefícios para a comunidade nas áreas sociais e ambientais. O clube já desenvolve diversos projetos que levam vantagens para milhares de gaúchos, de crianças até idosos, e também firmou parceria recentemente para a captura de carbono.

Vejam algumas imagens da apresentação. Mais informações no site do Inter.

Beira Rio

Beira Rio

Beira Rio

Beira Rio

 O Vídeo da apresentação:

http://www.internacional.com.br/, 17/09/2008

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Tomara que a turma do contra não implique com esse projeto também.

O que vocês preferem: isso?

 

Ou isso ?

Beira Rio



Escrito por Gilberto Simon às 01:13
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DEFENDEMOS O PROJETO PONTAL DO ESTALEIRO PORQUE:

Nossa equipe, do site Porto Imagem e do Blog Porto Imagem e mais algumas pessoas reunidas ontem, resolvemos entregar para a imprensa no dia de hoje, nas dependências da Câmara Municipal, o seguinte documento:


DEFENDEMOS O PROJETO PONTAL DO ESTALEIRO PORQUE:

1. A orla será PÚBLICA -  com acesso livre, total e irrestrito.

O projeto contará com bares, restaurantes, píer, estacionamento público, esplanada com 700 metros de comprimento e 50m de largura, com livre acesso (sem portão ou grade) de qualquer morador da cidade, independente de sua classe social.

2. Alguns dizem que “há tanta coisa mais importante para a cidade”, como creches, saúde, etc,

Lembramos que o projeto não será financiado com dinheiro público, nem da Prefeitura, nem do Estado.
Ao contrário: o Pontal do Estaleiro será uma atração turística para porto-alegrenses e pessoas de outros estados e países, o que vai gerar EMPREGO e RENDA.

3. Alguns acham que as edificações do projeto irão impedir a passagem de vento em direção aos bairros próximos e bloquear a visão do Guaíba, causando impacto ambiental.

Porém tais afirmações não são embasadas em estudos técnicos de órgãos compententes.

4. Os prédios não ficarão localizados na orla.

Os prédios estarão atrás de uma via pública, há mais de 50m da orla.
 

5. Porto Alegre tem 72 km de orla. Seria uma insensatez privar à população da cidade a oportunidade de ter a sua disposição um projeto qualificado como o Pontal do Estaleiro, que ocupa apenas uma pequena fração desta orla (700m).

6. Qual é o problema de se mudar a lei, se ela for utilizada em prol da cidade e de seus cidadãos ?

7. O complexo de prédios do Pontal do Estaleiro terá estação de tratamento de esgotos, portanto NÃO POLUIRÁ o Guaíba

8.  Que impacto ambiental o projeto causaria se a área não é natural, e sim, um aterro?


Almejamos uma Porto Alegre mais bonita e agradável, sempre tendo como diretriz o desenvolvimento sustentável da cidade, observando princípios ecológicos e sociais.



Escrito por Gilberto Simon às 23:10
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Corredores de ônibus da zona-norte são um INFERNO

EPTC e Metroplan admitem que o fluxo numa das principais avenidas da Zona Norte está funcionando no limite

A imagem dos ônibus enfileirados lembra manifestação dos trabalhadores do transporte coletivo. Mas a cena pode ser vista quase diariamente, entre o final da tarde e o início da noite, na Avenida Assis Brasil, em Porto Alegre. A circulação de aproximadamente 230 veículos por hora provoca congestionamento nos corredores e transtorno aos passageiros que se dirigem aos bairros da Zona Norte e às cidades da Região Metropolitana.


Essa cena não se restringe ao viaduto: Assis Brasil e Farrapos repetem o
desespero de vários comboios de UM QUILÔMETRO de ônibus PARADOS


Na última sexta-feira, às 18h15min, Zero Hora embarcou na linha Parque da Matriz, no Centro, rumo a Cachoeirinha. A viagem é um teste de paciência. Depois de conseguir um lugar para sentar, o jeito é bater papo, fazer alguma leitura ou escutar música para esperar o tempo passar.

A situação fica crítica na Assis Brasil, a partir do encontro com a Terceira Perimetral. É nesse trecho que começa o acúmulo dos coletivos no corredor. Um ordenamento criado há mais de 10 anos para organizar a entrada dos ônibus no corredor deveria auxiliar o fluxo, mas, muitas vezes, não é respeitado pelos motoristas.

O resultado é um engarrafamento que nos horários de pico ultrapassa um quilômetro. O ponto mais crítico é o Viaduto Obirici. Para percorrer dois quilômetros entre a Terceira Perimetral e o terminal do Obirici, o ônibus levou 21 minutos. Do centro da Capital ao terminal do Triângulo, próximo à Avenida Baltazar de Oliveira Garcia, a viagem durou uma hora e quatro minutos. Dali em diante, quando termina a fila no corredor, o trânsito corre mais fácil.

Dentro do ônibus, quem não está acostumado reclama.

– Mãe, vou demorar. Está uma tranqueira no trânsito – avisou por telefone a estudante Carla Pacheco Soares, 16 anos, que voltava de Porto Alegre para Cachoeirinha.

EPTC espera que controle eletrônico ajude o fluxo

Pelo corredor da Assis Brasil passam os ônibus que vão para os bairros da Zona Norte e para Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada e Viamão. O trânsito praticamente pára entre as 17h30min e 19h30min, quando há mais linhas ao mesmo tempo. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e a Metroplan, responsáveis pelos coletivos, admitem que o trânsito no corredor chegou ao limite.

– Estamos fazendo estudos para encontrar alternativas. Nas últimas semanas, temos acompanhado o movimento ali permanentemente. Mas são muitas variantes. De imediato, não estamos mais autorizando linhas novas nos horários de pico – disse o diretor de Transportes da EPTC, Fernando Dutra Michel.

A EPTC tem esperança de que o controle eletrônico do fluxo dos ônibus, lançado na segunda-feira, contribua para diminuir os engarrafamentos.

O que provoca a lentidão
> Excesso no número de ônibus que entram no corredor da Assis Brasil rumo aos bairros da Zona Norte e às cidades de Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e Viamão
> Para milhares de pessoas, o terminal do Obirici funciona como ponto de partida. Por isso, veículos vão desde o Centro praticamente vazios
> Muitos motoristas não respeitam um ordenamento estabelecido pela EPTC para a fila dos ônibus no corredor. Esse ordenamento tem a intenção de organizar a parada dos veículos dentro do terminal para agilizar a entrada dos passageiros
> As portas de alguns ônibus são estreitas e dificultam o acesso rápido dos passageiros
ALTERNATIVAS
> Mudar a rota de algumas linhas para tirá-las da Assis Brasil
> Criar um novo sistema de ordenamento das linhas no corredor para organizar a chegada dos ônibus aos terminais
> Criar novos terminais fora da Assis Brasil. Assim, algumas linhas poderiam começar nas proximidades do Obirici para o embarque das pessoas
> Alterar o tempo dos semáforos para os ônibus

Zero Hora

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Que metrô é necessário, hoje ninguém discute mais. Mas enquanto não passam os cinco ou dez anos para ele ficar pronto, uma profunda reengenharia no sitema de ônibus pode e deve ser feita.

Tirar excesso de ônibus no Centro, implantar projetos como o dos  "portais da cidade" ,  criar mais linhas "T" e deixar que mais empresas possam ter linhas transversais, criar Lotações "T" ,  botar ônibus no corredor vazio da Perimetral são medidas acessíveis e que podem melhorar bastante nossa vida.

Ricardo Haberland



Escrito por Ricardo Haberland às 22:42
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Salgado Filho, ampliado, virará um Congonhas piorado

A ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho, prometida há mais de uma década pelo governo Federal, para permitir a operação de aeronaves maiores e com mais capacidade de carga, pode transformar o terminal em um novo Congonhas.

Especialistas do setor garantem que não há espaço físico seguro para o aumento da pista em 1 quilômetro, como está previsto. Tampouco abre a possibilidade de construção de uma pista auxiliar.

Com a ampliação, a cabeceira terminará junto ao Big da avenida Sertório. Aeronaves de grande porte vão passar a 50 metros do telhado do supermercado. Qualquer anormalidade na aterrisagem e uma grande tragédia poderá acontecer. 

Novo aeroporto de Porto Alegre precisa sair em Glorinha

Os técnicos com os quais esta página conversou apontam como ideal a construção de um novo terminal entre Glorinha e Santo Antônio da Patrulha.

O novo aeroporto ficaria a 40 minutos de Porto Alegre, via freeway. A distância é igual a de Guarulhos ao centro de  São Paulo. 

Polibio Braga



Escrito por Gilberto Simon às 22:37
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Catamarâ poderá fazer a travessia Porto Alegre / Guaíba

Embarcação que será testada na sexta-feira pela governadora faz trajeto Porto Alegre-Guaíba em 18 minutos

Ao embarcar num catamarã na sexta-feira, fazendo a travessia entre Porto Alegre e Guaíba, a governadora Yeda Crusius reacenderá as discussões sobre a necessidade de uma hidrovia de passageiros entre os municípios. Sucessivos projetos fracassaram, nos últimos anos, porque não haveria viabilidade econômica no transporte fluvial.

Convidada pela empresa BBBarcos, de Porto Alegre, Yeda aceitou testar o catamarã Tapajós, que carrega até 94 passageiros e anda a 50 km/h. O sócio-gerente da empresa, Raul Machado, ressalta que a embarcação vai do Cais do Porto da Capital ao atracadouro de Guaíba em 18 minutos.


Catamarâ no Guaíba, com Porto Alegre ao fundo


A governadora não assumiu compromissos, apenas conhecerá a embarcação, que já está destinada para operar no Pará, nos rios da bacia amazônica. Oficialmente, Yeda irá a Guaíba para instalar o governo no casarão que pertenceu a José Gomes de Vasconcelos Jardim, um dos líderes da Revolução Farroupilha (1835-1845). Ela desembarcará no cais da Aracruz Celulose, também para prestigiar as iniciativas empresariais do Estado.Especialistas apontam que a hidrovia, além de descongestionar o trânsito, evitaria o isolamento entre Porto Alegre e a Metade Sul, em caso de pane na Ponte do Guaíba. Atualmente, há um projeto em análise na Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan). O catamarã surge como alternativa, mas tem complicadores. A tarifa custaria R$ 5 – mais do que a do ônibus. Porém, ele oferece poltronas, TV de plasma de 52 polegadas, água mineral, ar-condicionado e outras comodidades.

– É uma alternativa, mas não popular – avisa Machado.

Especialista sugere estudo específico sobre catamarã

Se a hidrovia fosse implantada, os porto-alegrenses não dependeriam apenas da cinqüentona Ponte do Guaíba para acessar a Metade Sul. Seguidamente, a estrutura precisa de consertos e tranca o trânsito na BR-290 a cada içamento do vão móvel.

Professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, João Fortini Albano lembra que planos anteriores se mostraram antieconômicos. Mas sugere um estudo específico sobre o catamarã, uma vez que a embarcação é segura e rápida.

Caso a hidrovia não prospere, a solução seria construir outra ponte, unindo a Capital à BR-290. Em dezembro, a Concessionária da Rodovia Osório-Porto Alegre entregou um projeto à Agência Nacional de Transportes Terrestres, que está em estudo.

ZH

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Prejuizo do retrocesso de 10 anos está acabando

Peguem os jornais do final de 1998 e vejam que já havia um projeto de travessia do Guaiba em estágio bem avançado. A empresa interessada era francesa, e pretendia estabeler serviço tanto para transporte fluvial entre as duas cidades como também para fins de lazer e turismo.

A idéia era atender a demanda do boom econômico decorrente da instalação da Ford em Guaíba.  O resto da história vocês já conhecem.

Ricardo Haberland



Escrito por Ricardo Haberland às 21:56
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O que Lula vai anunciar nesta quinta em Rio Grande

Lula terá muito o que dizer para o povo gaúcho nesta quinta-feira, quando Maria das Graças estiver batizando o caso da plataforma de exploração de petróleo P-53. No atracadouro da Quip, diante de 600 convidados especiais e 1.500 trabalhadores (eles terão seus empregos garantidos), Lula anunciará:

- A maior parte da nova P-55 será finalizada em Rio Grande.
- Os quatro diques do dique seco em construção pela W. Torre, serão usados integralmente pela Petrobrás, que os arrendou por 20 anos.
- A Petrobrás encomendou 10 plataformas novas para atender a área de pré-sal, o que garantirá produção em série em Rio Grande.
- A rodovia que liga Pelotas a Porto Alegre, a BR-392,  será toda duplicada em velocidade subsônica.

Não é pouco.

É muito.

São anúncios relevantes para que aconteça de verdade o start do Pólo Naval de Rio Grande.

Pólo Naval de Rio Grande nasce assustadoramente grande

O Pólo Naval de Rio Grande talvez nem dure para sempre, mas enquanto estiver neste trem inicial, nada será mais importante no RS.

Além das ações da Petrobrás com o dique seco e as plataformas, em Rio Grande instalam-se sistemistas (estaleiro da Wilson, Sons, por exemplo), ampliam-se os portos (ampliação de terminais no superporto e porto da Aracruz em são José do Norte) e o efeito multiplicador será enorme.

O conjunto da ópera tornará inevitável o anúncio da localização da fábrica da celulose na Granja 4 Irmãos, em Rio Grande (US$ 2 bilhões).

E não é só. 

Políbio Braga, 17/09/2008



Escrito por Gilberto Simon às 21:14
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Bom comentário Getúlio, merece estar em destaque:

Dos 7 vereadores do PT, só um compareceu, o Adeli, os outros 6 se ausentaram. Por que esse desdém? O projeto não é importante pra cidade?

Boa pergunta Getúlio ! Boa pergunta !



Escrito por Gilberto Simon às 21:03
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Arena do Grêmio é apresentada aos vereadores

No dia do aniversário do Grêmio, 16/09, o presidente Paulo Odone apresentou aos vereadores no plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre, o projeto Arena, a nova casa do Grêmio.

A sessão especial, presidida pelo vereador Sebastião Melo, contou com 22 vereadores presentes.

Compondo a mesa foram chamados, junto com Presidente Odone, os vice-presidentes Eduardo Antonini e Cesar Pacheco.

Em sua explanação, foi utilizado o vídeo do projeto com movimentos em 3D dando a real dimensão de todos os locais como camarotes, áreas Vips, espaço da Geral, área para a imprensa, vestiários, circulação interna e externa, estacionamento, etc.

Odone fez questão de salientar quais as intenções do Grêmio e suas ambições com o projeto, os inúmeros benefícios que este trará à cidade ao custo de 300 milhões de reais. No projeto, uma área multiuso com espaço para shows, eventos culturais e espaço comercial.

“A rivalidade GreNal é necessária para que haja sucesso em qualquer empreendimento”, completou o presidente tricolor.

Estiveram presentes também, a secretária geral da presidência e diretora do Memorial do clube, Ema Coelho de Souza, o assessor especial do Consulado, Irno Bordignon e o conselheiro Rodrigo Karan.

Torcedores também trouxeram seu apoio com um trapo, marca legítima da turma da Geral.

A sessão foi finalizada ao som do hino do Grêmio com todos os presentes em pé.

Arena do Grêmio


DADOS DA ARENA

Empresas consorciadas:
Construtora OAS Ltda

Local Proposto: bairro Humaitá

Custo Estimado: R$270 milhões

Prazo de Construção: 2 anos, no regime turn key.

Prazo de Exploração: 20 anos

Previsão de Retorno do Capital Investido (TIR): 15%

Composição Societária da SPE Arena: Grêmio Empreendimentos 65% e OAS 35%

Receita anual estimada da SPE Arena: R$ 56 milhões

Financiamento: Quem toma o financiamento para a construção é a SPE Promotora, da qual o Grêmio não participa, não restando obrigação da SPE Arena com qualquer tipo de ônus decorrente do financiamento.

Componentes do empreendimento:

Shopping Center com 295.433 m2;
Escritórios com 214.700 m2;
Hotel com 35.000 m2;
Centro de Convenções com 21.075 m2;
Habitação com 155.540 m2;
Estacionamento com 66.500 m2.

www.gremio.net, 16/09/2008



Escrito por Gilberto Simon às 17:50
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SIM AO PONTAL DO ESTALEIRO

Escrito por Gilberto Simon às 15:52
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Arrecadação cresce mesmo sem CPMF

A arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais no primeiro semestre atingiu 37,27% do Produto Interno Bruto (PIB), aumento de 1,24 ponto percentual sobre o mesmo período do ano anterior, revelou o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

– Mesmo sem a CPMF, houve um aumento expressivo dos tributos em relação ao PIB – avaliou Gilberto do Amaral, presidente do IBPT, que atribuiu o fato ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras.

ZH

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Lembram das ameças que o governo federal fazia na época da votação da extinção da CPMF ? O Planalto ameaçava com previões catastróficas para o país caso esse imposto acabasse.

Pois bem, hoje vemos que o país não acabou, e ainda aumenou a arrecadação. Essa notícia não é local, como todas do blog, mas serve de lição para todos os governantes que têm fúria arrecadatória, lançando mão do método sempre mais fácil de aumentar cada vez mais os impostos.

Mais impostos desestimulam a economia, podendo até mesmo causar efeito contrário ao pretendido: queda na arrecadação. O medida mais saudável, portanto, é estimular a economia, o que ainda traz de sobremesa aumento na arredação.  O Rio Grande do Sul, que está crescendo, também aumentou sua arrecadação.

Ricardo Haberland



Escrito por Ricardo Haberland às 11:48
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RETROCESSO

Mobilização do retrocesso contra o Projeto Pontal do Estaleiro amanhã na Camara de Vereadores

Detalhes no blog http://www.rsurgente.net/

 

Pessoal, temos que ir lá e mostrar o contraponto !

Vamos mostrar que tem muitas pessoas que são a favor da cidade, e que não querem ver ela estagnada, e abandonada. Muita gente é a favor ! Creio que a maioria não é contra como estão alardeando. Isso é lavagem cerebral ! Cuidoad com o que vc ouve. Questione, conheça o projeto antes de julgá-lo !

 



Escrito por Gilberto Simon às 11:20
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Gigante P-53 ganha o mar

Presidente Lula estará na cidade na quinta para dar sinal verdeJamais uma contagem regressiva mexeu tanto com Rio Grande, no sul do Estado. Se o tempo ajudar, a plataforma P-53 deixa o Rio Grande do Sul esta semana. Para dar solenidade à partida da gigante, alçada a símbolo da consolidação do pólo naval gaúcho, o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, estarão na cidade na quinta-feira.

O presidente e sua comitiva chegam na noite de quarta-feira ao Rio Grande do Sul. O grupo deve pernoitar na Charqueada Santa Rita, uma pousada em estilo colonial de Pelotas, e seguir na quinta-feira de manhã para Rio Grande.

Passados quase 12 meses desde o início da montagem, a metamorfose da plataforma é assombrosa. O casco do navio Setebello chegou a Rio Grande em 20 de setembro de 2007 com 130 mil toneladas, puxado por rebocadores e sem tripulantes. Transformado em plataforma petrolífera, parte em direção ao Rio de Janeiro com 260 pessoas e pesando 15 mil toneladas a mais. Serão de sete a 10 dias de viagem.

Nesta última etapa de construção, mil homens se alternam em turnos de oito horas para testes finais – os milhares de comandos elétricos precisam ser checados um a um antes da partida. Diretor de suporte corporativo à gestão do consórcio Quip (Queiroz Galvão, Ultratec e Iesa), Marcos Reis explica que o ideal é testar a plataforma ainda no porto. Sem saber se participará dos festejos da partida, ele resume o sentimento na cidade:

– A saída dela já é uma festa.

Para permitir que a plataforma saia rebocada pelo canal de acesso do porto, uma equipe da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) deve começar hoje a retirar os cabos aéreos da linha de transmissão de energia para a cidade vizinha de São José do Norte, que ficam sobre o canal de acesso ao porto. Três grupos de geradores foram instalados para abastecer o município.

A nova matriz econômica da Metade Sul é festejada pelo superintendente do Porto, Sinésio Cerqueira Neto:

– Com a descoberta da camada do pré-sal, as encomendas têm aumentado e é preciso estar preparado.

Desde a consolidação do pólo naval, Rio Grande recebeu uma população flutuante de 10 mil a 15 mil pessoas. Dos 4,2 mil funcionários da P-53, apenas 25% são de Rio Grande. A maioria veio de fora, como Samuel Mariano da Silva, 62 anos, do Rio de Janeiro:

– É muito bom participar da concretização de um projeto desses.

ZH



Escrito por Gilberto Simon às 11:18
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Rio Grande na rota da extração do pré-sal

Petrobras confirma que o Dique Seco de Rio Grande vai construir oito cascos de plataformas petrolíferas

A Petrobras deu o empurrão que faltava para consolidar o pólo naval gaúcho. Vivendo até agora uma espécie de fase experimental enquanto conclui a P-53, a ser inaugurada por Lula na quinta, o Dique Seco de Rio Grande vai construir oito cascos para plataformas petrolíferas que farão a extração dos campos da camada pré-sal, na Bacia de Santos, confirmou ontem a Petrobras.

Como estima-se que sejam necessários US$ 400 milhões para cada casco, o investimento será de US$ 3,2 bilhões – ou R$ 5,78 bilhões pelo dólar de ontem – em até oito anos.

A confirmação era aguardada para ratificar as declarações do presidente, que no início de abril havia prometido utilizar o Dique Seco de Rio Grande para a construção de cascos de plataformas flutuantes – que se assemelham a navios. Segundo a Petrobras, o edital para a construção dos equipamentos será lançado em breve. Diferentemente da P-53, montada em cima de uma embarcação reformada, os cascos serão fabricados do zero e sustentarão uma estrutura de produção de 120 mil barris de petróleo/dia e 5 milhões de metros cúbicos de gás.

Os oito cascos podem ser apenas parte dos contratos. A Petrobras informou ontem que Rio Grande também concorre como alternativa para a montagem completa das plataformas – e não apenas dos cascos.

No total, incluindo as estruturas de sustentação que serão construídas em Rio Grande, essas embarcações custam em torno do US$ 1,3 bilhão, o que eleva o orçamento potencial das plataformas flutuantes para cerca de US$ 10,4 bilhões.

RS concorre com Rio, Bahia e Pernambuco pela segunda etapa

Caberá à empresa vencedora da licitação decidir onde serão montados os módulos de produção das plataformas a serem instalados sobre os cascos. O Rio Grande do Sul concorre com a indústria naval de Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco para receber a segunda etapa do projeto.

De acordo com Giuseppe Bacoccoli, pesquisador especializado em petróleo do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), as recentes descobertas da Petrobras devem exigir de 16 a 18 novas plataformas. No comunicado de ontem, a Petrobras informou também que pretende adquirir duas plataformas terceirizadas. O cálculo do pesquisador mostra que a estatal ainda precisará definir a compra de pelo menos seis plataformas.

– Temos de fazer uma produção em série destes cascos para explorar o petróleo. A demanda é enorme – diz Bacoccoli.

Segundo o presidente da Federação das Indústrias (Fiergs), Paulo Tigre, o anúncio da Petrobras abre caminho para investimentos.

– É excelente. Isso nos firma como um pólo naval. Um projeto como este funciona como uma grande montadora de veículos, que atrai vários sistemistas – disse Tigre.

A prefeitura de Rio Grande também comemorou.

– Oito cascos significam atividade para um período bastante considerável, o que vai possibilitar que trabalhemos para qualificar profissionais – disse o prefeito Janir Branco (PMDB).

ZH



Escrito por Gilberto Simon às 11:15
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Novidades no Porto Imagem

Vejam novas fotos no Porto Imagem (clique nos links abaixo)

Fotos noturnas tiradas do alto do Edifício Império (o mais alto edifício residencial de Porto Alere, com 26 andares)

Fotos inéditas da Ponte do Guaíba

Fotos em preto e branco (skylines)

Novidades no Porto Imagem



Escrito por Gilberto Simon às 01:31
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