Audiência da Equipe do Oceanário Sul será amanhã, dia 16
A Audiência da Equipe do Oceanário Sul com a Governadora Yeda Crusius está confirmada para amanhã dia 16 quarta-feira às 16 horas.
Estarão presentes na Audiência: Secretário da Agricultura José Carlos Machado, Secretário de Turismo José Heitor Gularte, Secretário da Casa Civil José Alberto Wenzel, Secretário de Obras Coffi Rodrigues, Secretário de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais Luis Fernando Zachia, Secretário Carlos Otaviano de Morais do Meio Ambiente.
Amanhã, mais informações quentinhas aqui no Blog Porto Imagem !
A Demuth Woodhandling será a fornecedora do pátio de processamento da madeira da nova unidade da Aracruz Celulose, no município de Guaíba, que compreende picadores, peneiras, correias transportadoras e outros equipamentos. A empresa investirá R$ 250 milhões no desenvolvimento do projeto, ao longo de 22 meses, o que incrementará a geração de empregos na região de Portão e Novo Hamburgo, onde a fornecedora está estabelecida. Desse valor, R$ 10 milhões serão investidos na ampliação das instalações industriais, de acordo com a demanda gerada pela Aracruz.
O anúncio oficial foi feito ontem, no Hotel Plaza São Rafael. A governadora Yeda Crusius acompanhou o anúncio do diretor de Operação da Aracruz, Walter Lídio Nunes, e do diretor-presidente da Demuth, Fredo Demuth. Fredo informa que o projeto da Aracruz garante dobrar o faturamento da empresa que, no ano passado, ficou ao redor de R$ 125 milhões. 'A tecnologia que empregamos viabiliza uma redução significativa de custos de operação e manutenção dos pátios de processamento da madeira, proporcionando alto índice de aceitamento de cavacos, com retorno na rentabilidade sobre o produto gerado', afirmou o empresário.
A nova fábrica da Aracruz terá capacidade para produzir 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano. O investimento na expansão da unidade de Guaíba é de R$ 4,9 bilhões. A estimativa de postos de trabalho criados no período da expansão da unidade é de 7 mil até o final do próximo ano. 'Estamos cumprindo com o compromisso assumido com o governo de não apenas implementar o projeto, mas procurar, dentro das possibilidades tecnológicas, firmar parcerias com empresas gaúchas. A Demuth é uma empresa genuinamente gaúcha e capacitada para atender as necessidades da Aracruz', salientou o diretor de Operação da Aracruz, Walter Lídio Nunes. Ele acrescentou que mais empresas de serviços já foram contratadas para trabalhar no projeto de Guaíba e que outras, provenientes de regiões distintas, deverão agregar-se ao projeto.
Está começando hoje em Porto Alegre o campeonato de melhores petiscos, melhor atendimento, melhor ritual de servir Bohemia e Garçon Nota 10. Promovido pela Bohemia para homenagear a melhor gastronomia de botecos, este ano acontece em Porto Alegre envolvendo 20 botecos da cidade.
O evento acontece há 4 anos em São Paulo, e este ano acontece em Brasília e Porto Alegre.
Vamos participar, visitando os 20 botecos concorrentes, entre eles alguns dos mais tradicionais de Porto Alegre.
Um deles é o Mama Júlia, tradicional bar/restaurante do Mercado Público, que serve pastéis de bacalhau, tainha recheada com camarão na telha, massas, frutos do mar e grelhados além de diversos petiscos. O petisco inscrito é o famoso Espetinho de Camarão com queijo e geléia de pimenta ! Experimentem e votem ! É só comparecer no Bar, localizado no 2º Piso do Mercado Público de Porto Alegre, lojas 42 e 44, ao lado do Memorial do Mercado.
A famosa tainha recheada com camarão do Mamma Júlia ! Experimente também o Espetinho de camarão com queijo !
Nesta terça-feira poderá ser deflagrado o processo de votação do III Plano Diretor de Porto Alegre, porque o presidente da Câmara de Vereadores, Sebastião Melo, convocou reunião de Mesa e de líderes dos partidos para incluir a discussão na pauta. Para o presidente, vereador Sebastião Melo (PMDB), existem muitos pontos comuns na discussão, o que poderá viabilizar a votação do projeto, mas admite: "Sabemos das resistências em várias bancadas e das diferenças de opinião, mas aceditoque as convergências poderão determinar a votação do projeto em agosto";
. O presidente da comissão responsável pela análise do projeto, vereador Nereu D'Ávila (PDT), concorda com Melo e não descarta a hipótese de acordo para apreciação do Plano Diretor.
Políbio Braga
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Tenho medo de que futuro (não) terá Porto Alegre, já que isso dependerá do voto de alguns poucos políticos que têm entre eles muitos provincianos, além de ecologistas contra-tudo, esquerdistas contra obra-pra-burguês, pressao do lobby de comunidades do tipo "deixe o Guaiba como está" ...
Cresce interesse de empresários em investir na Capital
Investidores têm mais confiança na Capital
Aumentou o interesse dos empresários em investir na Capital gaúcha, conforme pesquisa A Voz do Empresário Gaúcho, realizada pela QualiData Pesquisas e Conhecimento Estratégico e divulgada pela Revista Voto. Dos 425 investidores entrevistados, 58,4% citaram a Capital como uma cidade interessante para fazer investimentos. No ano passado, esse índice era de 46,7%. O crescimento de 11,7 pontos percentuais se deve, entre outros fatores, ao melhor relacionamento da prefeitura com as empresas.
Empresariado confia mais em Porto Alegre para seus investimentos Foto: Ricardo Haberland - Porto Imagem
De 1997 até o ano passado, Porto Alegre esteve entre as quatro capitais que menos investiram em sua infra-estrutura, conforme a Secretaria do Tesouro Nacional. Segundo o secretário municipal da Fazenda, Cristiano Tatsch, os governos anteriores preferiram injetar recursos em gastos de custeio em detrimento de investimentos em obras.
Equilíbrio financeiro - A atual gestão se viu obrigada a fazer investimentos com recursos próprios, já que, desde 2005, a Capital não tinha acesso a recursos internacionais do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Banco Mundial, por causa de seu desequilíbrio financeiro, o que impedia a oferta de garantias aos agentes financiadores. "Isso demonstrou aos investidores que a cidade está disposta a investir em desenvolvimento, independente de recursos internacionais", diz Tatsch. As finanças pública foram recuperadas e os empréstimos internacionais já são possíveis.
O secretário de Gestão e Acompanhamento Estratégico, Clóvis Magalhães, diz que Porto Alegre tem recuperado a capacidade de financiamento e de créditos internacionais e aumentado a responsabilidade fiscal. Além disso, lembra que a mão-de-obra da Capital a coloca numa posição diferenciada das outras cidades. "É o perfil todo de uma cidade empreendedora que veio à tona fortemente nesse momento, acompanhando o cenário econômico favorável do país", afirma.
O crescimento em tecnologia, apoiado pela Procempa, também tem favorecido a confiabilidade do investidor gaúcho. A implementação do Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) garantiu à Capital a produção do primeiro chip gaúcho. Por outro lado, o estímulo à agricultura familiar, assim como ao turismo, com projetos como o roteiro dos Caminhos Rurais, também contribui para o aumento do índice.
Menos burocracia - Um dos exemplos do crescimento de investimentos é o Distrito Industrial da Restinga, que, no início da atual gestão, tinha apenas três lotes ocupados. Hoje, empresas ocupam todos os 27 lotes e mais 48 lotes devem ser disponibilizados em breve. O gerente do pólo, Ivo Guimarães, atribui o desenvolvimento da região ao fim da burocracia na obtenção da documentação dos terrenos e na ligação de redes como luz e água, assim como à facilidade no acesso ao bairro.
O secretário de Gestão ressalta que não se pode comparar o crescimento do índice de confiabilidade da Capital e de Caxias do Sul, por exemplo, cidade que alcançou o primeiro lugar na pesquisa. "Caxias é, por si só, uma cidade industrial. Porto Alegre tem um perfil de serviços e, por isso, é importante compararmos a cidade com ela mesma", garante o secretário, que também atribui o resultado da pesquisa à inovação das políticas públicas e à harmonia firmada na relação com as empresas.
O sistema de purificação do ar está sendo instalado no Centro Popular de Compras da Praça Rui Barbosa
Um sistema de purificação do ar está sendo instalado no Centro Popular de Compras da Praça Rui Barbosa (CPC). O equipamento terá 30 filtros de carvão podendo renovar 60 mil metros cúbicos de ar por minuto, conforme informação do engenheiro da Verdicon, Roberto Moura. Os equipamentos têm a função de filtrar os gases gerados pelos ônibus no novo Terminal Rui Barbosa, que devem retornar ao terminal no final deste mês.
Os filtros de renovação de ar e o cimento branco utilizado na construção do CPC foram exigidos no edital de licitação da prefeitura, por meio da Smic (Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio). "São medidas necessárias para um prédio moderno como o do CPC. Os freqüentadores do Centro Popular de Compras e usuários dos ônibus terão, no local, ar de qualidade", afirmou o secretário da Smic, Léo Antônio Bulling.
O CPC abrigará 800 comerciantes populares da área central. Com a transferência dos camelôs legalizados para o camelódromo, ruas, calçadas, praças e avenidas do Centro estarão totalmente liberadas para os pedestres e passagem de veículos. O Centro Popular de Compras está previsto para ser inaugurado em agosto.
Grupo de jovens quebrou quadro fixado em frente ao prédio do Centro Administrativo O vandalismo chegou às portas da prefeitura de Porto Alegre. O Centro Administrativo municipal, localizado na Rua Siqueira Campos, foi alvo de depredação na manhã de domingo.
Um grupo de jovens quebrou o quadro fixado por uma estrutura de aço que fica em frente ao prédio.
A placa de acrílico se despedaçou, e as informações fixadas no local acabaram destruídas. Os autores, no entanto, não escaparam ilesos e foram capturados em uma ação conjunta entre a Brigada Militar e a Guarda Municipal.
Entre os detidos, estavam duas garotas, uma menor de 17 anos e outra de 22, e dois meninos, com as mesmas idades das meninas. Os menores de idade foram levados ao Departamento Estadual da Criança e Adolescente, enquanto os adultos acabaram na área judiciária da Polícia Civil.
Capital tem 11 projetos de shoppings e hipermercados
Novos empreendimentos previstos pelo varejo devem movimentar pelo menos R$ 860,5 milhões até 2010
Obras do Floresta Shopping Center prosseguem. Empreeendimento inaugura no segundo semestre de 2009. Foto: Gilberto Simon - Porto Imagem
Um conjunto de 11 projetos de construção ou ampliação de shopping centers e hipermercados marca a consolidação de um novo ciclo de investimentos do setor varejista na Capital.
Somados, os empreendimentos devem movimentar no mínimo R$ 860,5 milhões até 2010 e gerar pelo menos 13 mil empregos com a abertura de mais de 1,1 mil lojas e de torres de escritórios.
São seis projetos de novos centros comerciais, dos quais três já em construção: o BarraShoppingSul, o Floresta Shopping Center e o Centerlar. Outros três esperam pelo pontapé inicial dos seus investidores ou de autorizações da prefeitura: o Alto Norte Shopping, o Bourbon Francisco Trein e, um projeto previsto para a Rua 24 de Outubro (veja quadro). A lista é completada pelas ampliações dos shoppings Praia de Belas, Iguatemi, Total e Bourbon Ipiranga e por um hipermercado Carrefour na Avenida Sertório.
Dois fatores explicam as novas operações, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Marcelo Carvalho. O primeiro é o aquecimento da economia, principal combustível da evolução de 16% no faturamento dos centros comerciais brasileiros em 2007.
— O momento é muito bom. Estamos com menos de 2% de vacância de área (proporção de espaços não ocupados). Nos EUA, este índice hoje é de 9% — compara Carvalho.
O segundo eixo da onda de investimentos é o ingresso de dinheiro do Exterior. Seja pela abertura de capital, como ocorreu com o Iguatemi, seja pela associação com companhias estrangeiros, caso do Multiplan, no BarraShoppingSul. Segundo a Abrasce, sete grupos internacionais estão aportando recursos, ajudando a sustentar os planos para abertura, no país, de 15 unidades em 2008 e 19 em 2009.
Carvalho diz que construção em conjunto de torres de escritório serve para agregar consumidores às lojas:
— O shopping se beneficia como um todo, há uma sinergia de negócios que melhora o resultado de ambos.
Lojistas de rua estão preocupados
Se por um lado os administradores de shoppings fazem planos para aproveitar o crescimento da economia, na outra ponta os lojistas lamentam a multiplicação dos centros comerciais. Os novos projetos devem comprometer a rentabilidade, avalia o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL), Vilson Noer.
O argumento é que redes de lojas consolidadas não podem ficar fora dos shoppings, sob pena de perder mercado. Assim, são forçadas a ampliar seu número de filiais num ritmo maior do que o crescimento das vendas.
— O lojista vai para o shopping por obrigação — diz Ronaldo Sielichow, presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas).
A prefeitura da Capital vê com naturalidade a concentração dos novos empreendimentos na Zona Norte. A proximidade com municípios industrializados, como Gravataí e Canoas, e o perfil da ocupação da região justificam essa tendência, segundo o secretário municipal de Planejamento, Ricardo Gothe.
— É uma questão de característica. A Zona Sul tem, historicamente, um perfil residencial e hoje recebe empreendimentos imobiliários — afirma Gothe.
EMPREENDIMENTOS PREVISTOS EM PORTO ALEGRE
Bourbon Shopping Francisco Trein - Investidor: Cia. Zaffari - Onde: Av. Assis Brasil esquina Francisco Trein - Investimento: R$ 105 milhões - O empreendimento: Hipermercado, lojas, centro de exposições e convenções, cinco salas de cinema e teatro. - Lojas: 128 lojas - Empregos: 2.026 - Previsão de inauguração: não informado. Centro Comercial Centerlar - Investidor: Grupo Cassol - Onde: esquina das avenidas Assis Brasil e Sertório - Investimento: R$ 60 milhões - O empreendimento: centro de compras reúne lojas de materiais de construção, móveis e decoração. Também terá quatro salas de cinema. - Lojas: 100 - Empregos: 1.000 - Previsão de inauguração: segundo semestre de 2008 Shopping Alto Norte - Investidor: Beralv Participações S/A - Onde: Av. Assis Brasil, 3430 e Rua Pedro Jung, 147 - Investimento: R$ 150 milhões - O empreendimento: centro de compras, prédio comercial com 170 escritórios e seis salas de cinema. - Lojas: 250, sendo 4 lojas_âncora - Empregos: 3.000 - Previsão de inauguração: 2010 BarraShoppingSul - Investidor: Multiplan - Onde: Avenida Diário de Notícias, 300 - Investimento: R$ 300 milhões - O empreendimento: shopping com oito salas de cinema, pistas de boliche, centro entretenimento, centro de eventos para feiras e congressos. No futuro, a empresa planeja construir um prédio de escritórios, duas torres residenciais, um hotel ou apart_hotel. - Lojas: 234, sendo 10 âncoras - Empregos: 3 a 4 mil - Previsão de inauguração: 30 de outubro de 2008 Floresta Shopping Center - Investidor: Grupo Isdra - Onde: Rua Félix da Cunha esquina com Avenida Cristóvão Colombo - Investimento: R$ 45 milhões - O empreendimento: centro comercial com três salas de cinemas, teatro, biblioteca e hotel - Lojas: 260 lojas - Outros: praça de alimentação, seis salas de cinema, biblioteca e teatro - Empregos: 2.800 empregos diretos - Previsão de inauguração: segundo semestre de 2009 (com hotel) Shopping da 24 de Outubro - Investidor: Real Empreendimentos, do Grupo Josapar - Onde: Na esquina das ruas 24 de Outubro e Nova York, no terreno de 8 mil metros quadrados onde fucionava o Supermercado Real Corujão. - Situação: ainda tramita na Secretaria Municipal de Planejamento o pedido de avaliação do Estudo de viabilidade Urbana. Há duas semanas, o empreendedor suspendeu o processo para uma possível reformulação do projeto. Ampliação Shopping Iguatemi - Investidor: Administradora Gaúcha de Shopping Centers S.A. - Onde : Av. João Wallig, 1800 - Investimento: entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões - O empreendimento: ampliação da área de lojas e de estacionamento, implantação de seis cinemas e construção de uma torre com escritórios comerciais - Lojas : +76 lojas, sendo 1 loja_âncora (hoje são 310 lojas, com 4 lojas_âncora) - Empregos: não informado - Previsão de inauguração: Cinemas em 2008. O restante da ampliação e a torre, em 2010. Ampliação Shopping Praia de Belas - Investidor: Iguatemi Empresa de Shopping Centers, Goldzstein Cyrela e Maiojama - Onde: Av. Praia de Belas, 1181 - Investimento: R$ 90 milhões. - O empreendimento: ampliação da área do shopping (o 3º piso será ocupado com lojas restaurantes, sete salas de cinema, um parque infantil, dois restaurantes, um teatro_auditório), construção de edifício-garagem, centro de eventos e de torres de escritórios com 186 salas. - Lojas: 75 lojas, sendo 7 lojas-âncora. (Hoje são 189, sendo 7 âncoras) - Empregos: 1.250 - Inauguração: torre de escritórios: segundo semestre de 2008, e ampliação do shoppping no segundo semestre de 2009. Ampliação Shopping Total - Investimento: R$ 10 milhões na construção de um quinto_prédio - Lojas : + 50 lojas, sendo 1 loja_âncora (Hoje são 518 lojas) - Previsão de inauguração: até 2010. Ampliação Bourbon Ipiranga - Investidor: Cia. Zaffari - Onde: Av. Ipiranga 5.200 - Investimento: não divulgado - Situação: ainda não divulgado pela Cia. Zaffari o empreendimento já obteve a aprovação do Estudo de Viabilidade Urbana, na Secretaria Mu nicipal de Planejamento. Agora, a empresa aguarda pela aprovação do projeto na Secretaria Municipal de Obras e Viação (SMOV) para iniciar as obras. Carrefour Sertório - Investidor: Carrefour Supermercados - Onde: Av. Sertório, 6.767 - Investimento: R$ 50,5 milhões - O empreendimento: Hipermercado com 16 lojas e praça de alimentação. - Empregos: 700 indireto. - Previsão de inauguração: segundo semestre 2008.
Linhas da Carris vão para novo terminal na Borges dia 19
Foto: Cristine Rochol / PMPA
A transferência dos terminais de ônibus da Avenida Júlio de Castilhos, no centro da Capital, para o prolongamento da Avenida Borges de Medeiros deve acontecer no sábado, 19. Estão sendo colocadas as coberturas de abrigo dos passageiros, no trecho que liga as avenidas Borges de Medeiros e Mauá. Os antigos terminais da Júlio de Castilhos serão removidos para a instalação de escadas rolantes que darão acesso à estação Mercado do Trensurb. Mudam de terminal as linhas 343 – Campus Ipiranga, 353 – Ipiranga-PUC, 476 – Petrópolis-PUC, C3 e D43 – Universitária.
O sistema de sinalização do local será instalado pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) vai instalar a iluminação deste novo trecho, por meio da Divisão de Iluminação Pública (DIP). A Trensurb, parceira da prefeitura, encarregou-se da execução da obra civil na rua, removeu as torres de ar condicionado e realocou a central de gás do Mercado Público. O asfaltamento do trecho, com 60 metros de extensão e 22 metros de largura, foi concluído pela prefeitura. No local, foram utilizadas 290 toneladas de concreto asfáltico com custo estimado de R$ 150 mil.
A alteração dos terminais de ônibus eliminará o trecho percorrido pelos veículos para estacionarem no antigo terminal, ao lado do Mercado. A conclusão das obras da Praça Revolução Farroupilha, em frente ao Mercado, está prevista para o mês de setembro.
Nossa Porto Alegre é um misto de província e de metrópole. Não que não seja perfeito ter ares de província misturados com toques de metrópole. Mas nós ainda guardamos as coisas ruins das províncias que são o medo, o preconceito, a disputa mesquinha, a guerra pela secundariedade, a falta de ousadia por disputar a principalidade das coisas. Metrópole porque em alguns momentos nos alçamos para o mundo, dando exemplos de sustentabilidade ambiental, na área da cultura, nos Fóruns Sociais, nalguns eventos que para cá trouxeram grandes cabeças, mostrando que cá havia outras disputas a alcançar, outras alturas além do Morro da Polícia.
Temos quase de tudo, temos o Guaíba com águas que poucos outros têm. Mas estamos de costas para ele. Temos um Porto que deixou de ser porto, para ser NADA. Um vazio, que se esconde por detrás de um muro, que chama por alguma obra por cima dele, para descortinar outras paisagens.
No centro na beira de tanta água, fala-se, fala-se, ou melhor, tem papagaiada sobre um sonho de ser Porto Madero. Mas a covardia dos governantes, a birra de alguns iluminados, faz tudo ser nada, tudo ficar no passado. O que seria de todos não é de ninguém, ou melhor, é do mau cheiro, da sujeira.
Nosso Porto comporta tudo, para ser de todos. Exige um rebaixamento da Mauá desde antes do Palácio do Comércio até a última entrada para os armazéns, antes da curva, antes da Mauá ser João Goulart.
Aqui, o nada poderia ser tudo de bom para todos nós: restaurantes, bares, pubs, danceterias, lojas de arte, artesanato, cinema, teatro, salas de múltiplo uso, para eventos vários, todas as horas do dia ou da noite. Afinal, isto é ser metrópole de mão cheia. Da Orla a gente ficaria vendo barcos chegando do Sul, de Guaíba, de Eldorado, talvez alguns intrépidos inventariam um que viesse pelo Sinos.
Não fosse a pequenez do nosso Congresso teríamos um Cassino, retendo aqui os gaudérios que vão todas as semanas gastar os tubos em Punta.
Isto é que eu chamo de atraso. De preconceito.
A gente é claro das bandas daqui pega um avião por 150 e para em Montevideo. OU se come do bem e do melhor em Buenos Aires, em Porto Madero, se vai ao Tango, porque aqui nem dança gaúcha se acha, e bate-se no peito que esta terra tem dono. Tem nada. Tem prosa. Tem pose. Se acha, mas se perde nas mesquinharias.
Acorda, Porto Alegre de tudo e de todos.
Dorme uma cidade abaixo do Morro Santa Tereza, se perde pela Zona Sul, se expreme para o Norte, tem medo de nadar as águas turvas do Guaíba.
Pobres de nós que tivemos governos medrosos, personalidades que falam bobagens na mídia, que correm como o diabo corre da cruz de um debate sério sobre nossa gênese potoalegrense. Negamos ser a capital dos gaúchos, para ser algo sem definição.
Não agarramos a unha as coisas boas de nossa provinciana capital e amarelamos diante da grandeza de ser metrópole.
Eu quero te tocar, te chamar, te conclamar a não ficar na mesmice. Vamos caminhar ladeira acima, mergulhar nas praças, nas vielas, nas ruas, nos morros, vamos saltar no Guaíba, e tomar de assalto o Cais Mauá, tirá-lo do nada, para ser um porto alegre de tudo e de todos.
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Eu já havia postado este texto, mas estou repetindo, pois acho ele sensacional e diz tudo sobre Porto Alegre e sua situação de província / semi-metrópole.
Leitor envia foto-simulação de uma Porto Alegre do Futuro
Com grande satisfação, o Blog Porto Imagem recebeu hoje, do leitor Antônio Soriano, uma foto-simulação, na sua visão, da Porto Alegre do Futuro.
Bonita simulação. E grande idéia dele de criar este monumento à arte, do nosso renomado Xico Stockinger, em tamanho bastante grande, numa das ilhas do Delta do Jacuí.
Ele diz: " ... fotografia simulando uma Porto Alegre do futuro, vista do centro, com a inclusão de prédios modernos e de uma escultura, GUERREIRO, fantástica de nosso artista XICO STOCKINGER, colocada em uma de nossas ilhas. A idéia é mostrar que muito podemos fazer pela nossa bela cidade!"
Veja a imagem enviada e clique para vê-la maior.
Foto-Montagem: Antônio Soriano
Obrigado Antônio !
Grande idéia !
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Pô pessoal, é uma escultura do Xico Stockinger, um dos maiores escultores do país ! Um pouquinho de respeito pela obra dele faz bem a saúde ! O trabalho dele é lindo ! Talvez falte um pouco de sensibilidade pra vcs apreciarem tais obras !
O Rio Grande do Sul é um dos três Estados brasileiros em estudo pelo maior grupo privado da Tunísia para abrigar a primeira indústria do mundo árabe na América. A Cofat, fabricante de chicotes elétricos para a área automobilística, pretende instalar no país o mais breve possível sua primeira planta na América.
No mapa em avaliação pela empresa estão, além do Pampa, os Estados de Santa Catarina e do Paraná.
As quatro variáveis em estudo: oferta de mão-de-obra qualificada, clientes potenciais, um aeroporto internacional próximo e ainda um porto marítimo.
Com duas unidades na Tunísia e uma no Egito, a Cofat é a segunda maior fornecedora de fios elétricos para automóveis. Entre os clientes, grandalhões como Volkswagen, Seat, Audi, BMW, Ford, Mercedes-Benz, Porsche, Opel, Volvo, Peugeot, Citroën, Renault, Fiat, Alfa Romeo, Lancia e até Ferrari.
O grupo planeja o investimento no Brasil para fornecer o produto diretamente às principais montadoras de automóveis em operação - acelerada - no país.
Eleições 2008 - Cerca em parques separa candidatos a Prefeito
Entre tantas dúvidas que aguardam a próxima legislatura na Câmara de Porto Alegre, há uma certeza: o retorno da polêmica sobre o cercamento dos parques da Capital.
Para os defensores de parques abertos, o acesso livre é sinônimo de cidadania e respeito aos espaços públicos. Para os militantes do cercamento, a mudança traria segurança e preservação dos patrimônio. O debate embaralha matizes ideológicos.
Com a tranqüilidade de quem seguirá à distância o pleito, o deputado federal Ibsen Pinheiro (PMDB) aponta vantagens da proteção.
- A Redenção é um caso típico de um espaço público que, quando anoitece, não pertence mais à cidade. Ele se transfere para a vadiagem, para o crime - afirma Ibsen.
É do hoje deputado o último projeto votado, e rejeitado, sobre o cercamento de parques na Capital. Em 2005, Ibsen, então vereador, propôs que o tema fosse submetido a um plebiscito. Se a população se manifestasse favoravelmente, daria poderes ao Executivo para definir quando e como parques com mais de cinco hectares seriam cercados. Se o resultado fosse negativo, o assunto seria sepultado. A legislação em vigor já prevê a realização de plebiscito. Os vereadores, porém, rejeitaram a idéia.
- Não entendi por que o projeto não foi aprovado - lamenta Ibsen.
Se a dicotomia esquerda e direita fosse mecanicamente transposta para o debate, o discurso do cineasta, professor universitário e um dos fundadores da banda Replicantes, Carlos Gerbase, estaria à direita do coronel Paulo Roberto Mendes, comandante-geral da Brigada Militar. Em artigo publicado em ZH, em 2005, Gerbase defendeu: "(...) tolerância sempre é bom, mas tolerância demais é o caminho mais rápido para transformar um parque, que é o reduto da natureza, numa passarela para as piores mercadorias da civilização (...)".Consultado por ZH, Mendes sustentou:
- Os parques são espaços públicos e democráticos. O fechamento não vai resolver o problema da segurança. As casas são fechadas e acabam sendo invadidas.
Em São Paulo, Rio e Belo Horizonte o cercamento de parques é uma realidade. Lá, a maioria é fechada e tem horário para funcionamento.
O senhor é a favor ou contra o cercamento de parques?
José Fogaça (PMDB) "É uma questão de consulta às comunidades do entorno. No Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, não há problema em cercar por haver consenso. Já a comunidade do Parque da Redenção é majoritariamente contrária. Não pode haver um critério único para todos os parques. A Secretaria do Meio Ambiente está consultando as comunidades."
Nelson Marchezan Jr. (PSDB) "Não podemos ser absolutamente contra e nem a favor. Porto Alegre pode decidir em cada bairro. Em determinado parque pode ser viável e recomendável que se faça o cercamento e para outros pode ser tanto inviável quanto não recomendável. Não precisamos decidir no oito ou 80. Tudo pode ser conversado com a comunidade."
Luciana Genro (PSOL) "Farei um plebiscito na cidade para decidir. Farei um programa de segurança que envolverá medidas de todas as secretarias. Haverá vigilância de parques, vilas e ruas. Faremos novo concurso para a Guarda Municipal e vamos treiná-la para não só proteger patrimônio, mas também cuidar das pessoas. Criaremos mais vagas e faremos novos albergues."
Onyx Lorenzoni (DEM) "Farei um plebiscito na cidade. O prefeito executará o que a população decidir. Os principais parques são cercados em países do Primeiro Mundo. Não vejo problema em fechar. Aumentarei o número de guardas municipais de 500 para 1,5 mil, um aumento de 250 homens por semestre. Será possível patrulhar e colocar iluminação nos parques."
Manuela Dávila (PC do B) "Não sou a favor ou contra. Vou cumprir a lei municipal que prevê plebiscito. Independentemente do resultado, pretendo devolver os parques às pessoas e retirar o narcotráfico. Cercar o parque não é a garantia de que o espaço seja seguro. Temos de iluminar nossas praças e parques e revitalizá-los, ocupando-os com atividades culturais."
Paulo Rogowski (PHS) "Sou muito a favor. Há muitos assaltantes no Parque da Redenção. Hoje, é cômodo não fechar porque os mendigos ficam lá e o problema não aparece. Se trancar os parques, a gente dá segurança para quem transita nos arredores. Sou contra aumentar o efetivo de polícia na rua. Temos de aumentar a assistência a mendigos."
Maria do Rosário (PT) "Não é minha prioridade cercar parques. Pretendo colocar iluminação, Guarda Municipal e estimular a presença de pessoas. Cobrarei o efetivo da Brigada Militar. Utilizarei câmeras. Farei uma central de monitoramento com todos os serviços de urgência e emergência centralizados. Recursos podem ser garantidos pelo governo federal."
Vera Guasso (PSTU) "Sou contra. Os parques devem ter acesso livre pela beleza e utilização pelo público. Cercar é uma forma de estragar os parques e impossibilitar o acesso em qualquer horário. É antidemocrático. Se saem do parque, os moradores de rua encontrarão outro espaço. Faremos prevenção em escolas para reduzir a criminalidade e desestimular as drogas."
Como ficaria a Redenção cercada
Os pontos marcados neste esquema, estão mostrados abaixo, com simulação de uma grade.
Imagens: Zero Hora
Zero Hora, 13/07/2008
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Agora a minha opinião:
Sou totalmente a favor do cercamento não só da Redenção mas de todos os grandes parques de Porto Alegre.
Como bem fala o Deputado Ibsen Pinheiro, a quem pertence o Parque à noite ?
Vocês, leitores, vão passear na Redenção à noite com suas famílias, esposas, esposos, namoradas, namorados ?
Não, creio que não. Isso há muito tempo não acontece em Porto Alegre. Os parques, em especial o da Redenção, são habitados e transitados por uma população de marginais, gangues, bêbados e drogados, que nele só pensam em roubar, estragar, pichar. É pra isso que queremos os parques sem cerca ? Para dar liberdade a estes marginais ? É sabido que a maioria dos atos de vandalismo e pichações ocorrrem em horários à noite, muitos em saídas de "festas" na madrugada.
Em que horário você passeia pela Redenção ? Durante o dia ? E se o Parque for fechado ? Não vai continuar a passear nestes mesmos horários ?
Então, meu caro leitor, a quem interessa impedir o cercamento da Redenção e outros Parques ?
Imagens em video do terreno do Oceanário Sul, Esteio
Estas imagens foram feitas hoje a tarde (12/07/2008) e mostra o terreno onde será construído o Oceanário Sul, o maior complexo de aquarios da América Latina. Segundo informações oficiais, trata-se de terraplanagem do futuro estacionamento conjunto do Parque de Exposições Assis Brasil e do Oceanário Sul. Vamos torcer para que as obras começem logo e a região metropolitana de Porto Alegre passe a contar, já em 2010, com um moderníssimo Oceanário, com arquitetura de vanguarda, um dos maiores pontos de atração turística de toda a América Latina !
As imagens foram feitas pelo leitor Anderson Vaz, Publicitário, com celular.
Dois velhos são atropelados por dia na capital gaúcha. Em todo o mundo, um velho põe o pé na faixa de segurança e os motoristas param. Aqui em Porto Alegre, onde estão os piores motoristas do Brasil, qualquer pessoa tem de se cuidar. No Uruguai, chega a ser engraçado o cuidado que os motoristas têm com todos os pedestres.
WTorre pretende construir nova unidade em Rio Grande
Idéia é triplicar a capacidade de processamento de chapas de aço
Mirando a futura demanda de plataformas da Petrobras, após a descoberta do megacampo de Tupi, na camada pré-sal da Bacia de Santos, a construtora paulista WTorre já planeja ampliar a estrutura do estaleiro no porto de Rio Grande.
Em reunião com autoridades da cidade na última terça-feira, o engenheiro Roberto Dieckmann, gerente de implantação do Estaleiro Rio Grande, revelou a intenção da empresa de construir uma nova unidade de processamento de aço, ao lado da estrutura atualmente em construção no Superporto.
A idéia é triplicar a capacidade de processamento de chapas de aço. Enquanto a atual oficina junto ao Dique Seco produzirá 1,5 mil toneladas de aço por mês, a nova unidade projetada teria capacidade para até 4,5 mil toneladas/mês. Esse material, segundo Dieckmann, seria vendido para as empresas que construírem as plataformas, acabando com a necessidade de importação desse material.
— Estas 10 plataformas que a Petrobras pretende construir em 10 anos vão consumir uma quantidade de aço, que seria um desperdício trazer de fora — argumenta o engenheiro.
Ainda em fase de estudos, o investimento deve ficar entre R$ 70 milhões e R$ 80 milhões. Um terreno de 22 hectares, ao lado do Dique Seco, está sendo negociado com o governo estadual e a Superintendência do Porto. Outras áreas para galpões de armazenamento já foram adquiridas.
Porto em São José do Norte em breve será realidade
Missão submarina
Devem zarpar em agosto as primeiras medidas práticas para a implantação do terminal portuário da Aracruz em São José do Norte.
Está sendo programado para o próximo mês o início da operação de retirada do navio Avanti, que naufragou há 28 anos na vizinhança e terá de ser removido para a construção do porto.
A Aracruz entregou carta-convite às empresas holandesas Smit Tak e Svitzer e à brasileira Belove, consideradas as melhores do mundo neste tipo de empreitada.
Calcula-se que será uma operação grande, porque ninguém sabe ao certo o que há dentro do navio.
Fala-se em armamento ou óleo.
Ademais, a remoção exigirá cuidados com o ambiente e a segurança da navegação.
Unidade com a bandeira Nacional será aberta até o fim do ano
Ainda no segundo semestre deste ano, a rede Wal-Mart amplia e qualifica a sua presença em território gaúcho, com a construção de um supermercado em Porto Alegre e a reforma de 10 lojas no Interior.
O Nacional Boa Vista será o quinto empreendimento do grupo no Rio Grande do Sul - o segundo ainda este ano na Capital - , desde a incorporação do Sonae em dezembro de 2005. Ao todo, o investimento no Estado será de R$ 53,6 milhões.
Foto:Arivaldo Chaves / ZH
Em fase de terraplenagem, a obra consumirá R$ 20 milhões e irá gerar 120 empregos diretos. A inauguração deve ocorrer até o fim do ano. Nos planos está também a reforma de 10 lojas no interior do Estado. As remodelações dos pontos-de-venda estão incluídas em uma estratégia do grupo:
— Até o final de 2009 queremos remodelar na totalidade as 140 lojas adquiridas do Sonae (localizadas no interior de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) — detalhou José Osvaldo Leivas, vice-presidente do Wal-Mart Brasil.
Localizado na Avenida Plínio Brasil Milano, o novo supermercado nasce no conceito de desenvolvimento sustentável. Dispõe de práticas de gerenciamento de resíduos sólidos, estacionamento com concregrama (que mistura grama e concreto), teto rebaixado para melhorar a eficiência do ar-condicionado e melhor aproveitamento de luz natural.
Ainda deve demorar cerca de 1 mês para finalização das obras de restauração da Fonte Talavera de La Reina, localizada na frente do Paço Municipal, e também junto ao Marco Zero da cidade.
"Moradores da Cidade Baixa querem manifestar suas objeções contra mais uma construção de 19 andares projetada numa área cercada de casas e prédios baixos, localizada entre as vias Gen. Lima e Silva, Alberto Torres e Luiz Afonso. Muitas destas casas e prédios vão ficar na sombra total que, além de deixar as moradias desagradáveis, vai prejudicar a saúde dos moradores e baixar o valor dos seus imóveis.
A bela casa de número 763, na Lima e Silva, já vai para o chão. Tem três árvores tombadas que não fazem parte do projeto. Além de oferecer um visual muito apreciado pelos moradores, elas alimentam bandos de papagaios, além de outras espécies de pássaros, tais como gaturamo verdadeiro e alma-de-gato.
Na Europa, qualquer pedido para construir ou alterar a paisagem urbana é divulgado publicamente no local que vai ser afetado, permitindo ao público manifestar sua opinião. Aqui, os moradores descobrem apenas pelo boca-a-boca, quando o projeto já está na fase de ser aprovado. Mais importante ainda, cidadãos têm direito a luz, ar livre e privacidade, considerações ausentes no Brasil, o que, além de outras características, torna nosso país um país de terceiro mundo.
O bairro não suporta mais grandes construções: o trânsito já está ficando caótico, o mau cheiro é freqüente nas ruas.
Estamos organizando um abaixo-assinado para enviar à assessoria comunitária da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. A Cidade Baixa é o que sobrou dos Açorianos e deve ser considerada patrimônio cultural. Por que Porto Alegre tem tanta dificuldade de preservar o que tem de bom em seus bairros?"
ZH Centro
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Neste caso eu até concordo. Por que não constroem no centro então ? A Cidade Baixa é muito tradicional. Tem aquele casario todo antigo, isso tem que ser preservado, é o maior conjunto de arquitetura açoriana na cidade. Acho que a Cidade Baixa deveria ficar fora do alvo das construtoras.
Será implantado junto à III Perimetral, Avenida Senador Tarso Dutra, n° 422, com frente, também, para a avenida Professor Cristiano Fischer, no bairro Petrópolis.
A área do terreno é de 151.414,43 m2 e está localizada no centro geográfico de Porto Alegre, em cotas de 35m na avenida Tarso Dutra e 95m na avenida Cristiano Fischer, o que possibilita belos visuais da cidade. A construção deverá ocupar 38% do terreno, com 76 mil m2 de áreas locáveis.
Mais imagens do Shopping
Imagens: Condor Empreendimentos Imobiliários S. A.
Todos os dias abrimos os jornais e vemos a repercussão da implantação da lei apelidada de 'tolerância zero'. Acredito que nem a entrada em vigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em 1998 causou tamanho impacto. Na época, a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga dava os seus primeiros passos, nascemos em 1996 - dois anos antes, e acompanhamos de perto a 'grande revolução' que foi a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança, por exemplo. Em 1998 uma lei como essa era quase impossível de ser criada, a sociedade não estava preparada para recebê-la.
Quando começamos o Vida Urgente, tínhamos a esperança de conquistar, de forma pacífica e democrática, avanços na questão da preservação da vida no trânsito e pensei muitas vezes se poderia ver as coisas mudarem ainda em vida. Nunca pensei em tempo, pois temos consciência de que mudanças culturais se constroem a médio e longo prazos.
Gostaria de confessar que hoje me sinto um pouco mais confortável, pois se essa lei foi possível e tem a aprovação da sociedade, é por que construímos isso. Eu, você, os voluntários do Vida Urgente de todo o país, os médicos, os policiais, a sociedade em geral, nós, que viemos de forma muito fraterna chamando a atenção da população para a verdadeira 'guerra do trânsito' que é travada todos os dias nas avenidas e estradas brasileiras.
Se os deputados federais e o governo se sentiram encorajados a implantar uma lei de tamanho impacto, é porque sentiram que nos corações de mães e pais de família havia esse clamor, pois eles não arriscariam suas 'popularidades' e enfrentariam os múltiplos interesses se achassem que seriam duramente criticados.
As reações são as mais variadas, parece que de uma hora para outra, todo mundo só bebe um cálice de vinho ou come um bombom de licor, aquele consumo abusivo de álcool que vemos todas as noites, quando fazemos a Madrugada Viva ou participamos de festas e eventos, não passou de pura ilusão de ótica, fruto de nossa imaginação.
Para aqueles que ainda duvidam da importância desta lei, destaco o que li na Zero Hora de 3/7/2008, quando uma equipe de reportagem acompanhou a trajetória de um jovem de 22 anos autuado por dirigir uma moto, com limite de alcoolemia acima de 0,6 (esse era o limite permitido anteriormente, ele estaria em desacordo de qualquer forma). Talvez se não tivesse sido abordado, ele estaria nas manchetes daquele dia, porém por outro motivo, pois os técnicos sempre afirmam que quando há combinação de mais de três fatores, o risco de acidente é iminente. Então vejamos: grupo de amigos, à noite, conduzindo motos, um dos veículos com maior risco de acidentes, após consumirem bebidas alcoólicas. O pavio da bomba estava aceso, porém foi apagado a tempo e o final da história: o pai, abraçado ao filho indo para casa, após pagar uma fiança de R$ 400. Um final feliz, eles poderão refletir juntos sobre tudo isso! Quantos pais, assim como eu, pagariam bem mais do que isto, para irem buscar seus filhos vivos, após uma noite de festa? Ah, se existisse uma 'Lei da Vida' como essa em 1995, talvez o meu Thiago, que embarcou em uma carona furada, estivesse aqui para ver essa 'revolução'.
Minha mensagem aos policias rodoviários, agentes de trânsito, Brigada Militar, aos pais e sociedade em geral, vamos valorizar essa conquista pela vida. O Congresso Nacional fez a sua parte, agora é a nossa vez de lutarmos pelo direito de abraçar nossos filhos.
O projeto para implantação de um bonde turístico em Porto Alegre ganhará novo impulso.
Em duas semanas, deverá ser reencaminhada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a proposta para buscar os primeiros recursos para fazer o plano andar. Mas o projeto pode levar três anos para ser concretizado.
Apresentado em janeiro de 2007, após assinatura de convênio entre a prefeitura e a Trensurb, o projeto foi desmembrado a pedido do Iphan. Primeiro, será preciso desenvolver o plano de execução da obra. É esse projeto, orçado em cerca de R$ 500 mil, que deverá ser enviado nos próximos dias. Caso seja aprovado, será possível correr atrás de investidores para financiá-lo, via Lei Rouanet. O valor da obra será apontado na segunda fase, mas ficaria entre R$ 10 milhões e R$ 17 milhões.
- A gente tem consciência de que essa primeira etapa pode demorar até um ano. É um projeto de fôlego. Quem sabe, dentro de três anos essa obra possa estar pronta - disse Glênio Vianna Bohrer, gerente responsável pelo Programa Viva o Centro, da Secretaria de Planejamento Municipal.
Técnicos da Trensurb trabalham nos últimos detalhes da proposta que será levada ao Iphan.
- Estamos especificando, ponto a ponto, quanto será gasto no plano executivo - anunciou Sidemar Francisco da Silva, gerente de mobilidade urbana da Trensurb.
A expectativa dos idealizadores é de que a proposta seja beneficiada pelos investimentos da Copa do Mundo de 2014. Há esperança de que projetos turísticos e culturais nas capitais brasileiras sejam impulsionados. A inspiração é a bem-sucedida experiência de Santos (SP), que em 2000 implantou um bonde e viu dobrar o número de turistas na cidade.
O trajeto turístico percorreria as ruas do Centro, passando pelos principais prédios históricos e museus da Capital, o chamado corredor cultural. Seriam aproveitados trilhos usados pelos antigos bondes - aposentados na década de 70. A linha teria dois terminais, no Largo Glênio Peres e na Praça Júlio Mesquita, e cinco pontos de embarque e desembarque.
Fórum "Porto Alegre, Uma Visão do Futuro" encerra com arquiteto americano Charles Duff
O arquiteto norte-americano Charles B. Duff é mais uma atração confirmada para o seminário de encerramento do fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro, dia 22, a partir das 8h30min no Prédio 40 da PUC, iniciativa da Câmara Municipal.
O ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, Jaime Lerner - responsável por grandes avanços urbanísticos da capital paranaense - e o urbanista catalão Jordi Borja - coordenador do programa de revitalização da cidade espanhola de Barcelona - já tinham confirmado presença.
Os candidatos a prefeito estão convidados e receberão um documento com as conclusões dos debates e oficinas que trataram de temas como mobilidade urbana, desenvolvimento econômico, urbanismo sustentável e dinâmica e estética urbana.
Charles Duff é presidente da organização Jubille Baltimore e há duas décadas trabalha na revitalização de bairros tradicionais de Baltimore, maior cidade dos estado americano de Maryland, e de seu porto. Ele esteve em Porto Alegre em agosto e ficou impressionado com a Capital. “A cidade é maravilhosa e pode facilmente ficar mais maravilhosa ainda”, afirmou o arquiteto à época.
Felipe Vieira, 09/07/2008
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Será que é necessário um estrangeiro para detectar as potencialidades de Porto Alegre ? Os governantes locais não vêem isso ?
O comentário abaixo é sobre esta matéria e sobre a matéria "Idéia de uma via-costeira para Porto Alegre" , postada ontem neste blog.
Falei nos "comentários" que eu achava que a via-costeira será só um sonho. Mas não quero ficar só batendo na tecla de que POA é província, etc. Isso é infantil e simplista. Vou argumentar, fundamentar.
Bom, a cidade teve época de grandes obras, grandes impactos ambientais e gastos astronômicos nessas intervenções. Foram os anos 50, 60, 70, onde se fez a grande canalização do Arroio Dilúvio, se fez aterros imensos do Centro até o Cristal, construiram-se túneis e viadutos, rasgou-se avenidas tendo a audácia de pôr tudo abaixo, destruir tudo o que havia (Loureiro da Silva, etc). Pois bem: se houvesse uma época para costruir uma grande via-costeira, teria sido essa.
Hoje os tempos são outros. Temos orçamento que mal consegue sair do vermelho. E mais: temos uma cultura que acha que tudo é impacto ambiental. Temos uma cultura que acha que acha que, desde que um ecologista subiu numa érvore em plena ditadura, em 1975, impacto ambiental é proibido em Porto Alegre. Temos forte militância de esquerda contra-tudo. Não temos mais grandes políticos visionários. Nessa conjuntura, grandes obras NÃO ACONTECERÃO MAIS na capital.
Um bom exemplo de que grandes obras não acontecem mais em Porto alegre é o Oceanário. Parabéns para Esteio. Mas... é claro que Porto Alegre não se mostrou nada, nada receptiva para tão grande projeto.
Um próximo exemplo poderá será a torre tipo Toronto que há no projeto do shopping Belvedere. Haverá vontade da cidade para que essa torre exista? Não: a capital não quer torres. Comunidades de bairro não querem a Ospa por perto. Projeto do Pontal do Estaleiro escandaliza e choca.
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Grandes obras só acontecerão se mudar a cultura provinciana da população e das elites que investem. Se mudar a vontade de ser cidade pequena. Se mudar a cultura do orgulho gaúcho (coisa boa), mas orgulho que prega o isolacionismo (coisa ruim). Se grandes obras não fossem demonizadas pelo impacto ambiental. Se as grandes obras também não fossem demonizadas pelo forte pensamento de esquerda que há na capital, formado por muitíssima gente que adorou, na época, a expusão da Ford; gente que simpatiza a invasão do Morro do Osso pelos índios, pois eles fazem parte dos "excuídos"; gente que bate palmas para Hugo Chaves.
Grandes obras também poderiam acontecer se houvesse um grande afluxo de capital, seja por um boom econômico como o de São Paulo ou Curitiba (essa tem um pólo automotivo) que trouxesse muitas empresas, muitos executivos extrangeiros (adeus, província), muitos hotéis, cursos, lazer e infraestrutura para atender a tudo isso. O grande afluxo de capital também poderia vir se houvesse um turismo forte e profissional como o de Salvador ou Rio de Janeiro. Mas essa atividade econômica arrebatadora ou um turismo forte só viriam se voltássemos ao paragrafo anterior e acabássemos com o provincianismo da população e da elite, com o forte esquerdismo contra-tudo, e tivéssemos políticos ousados como os que temos assistido em outras capitais.
Ricardo Rolim Haberland
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Fazendo um contra-ponto à matéria escrita por mim mesmo em letras azuis, o que talvez possamos ver acontecer na cidade é, em vez de grandes intervenções, como uma linda via-costeira, são pequeninas iniciativas. Uma dessas pequenas iniciativas vemos postada hoje mesmo nesse blog: a rede Accor tem interesse em construir no cais do porto. Essa notícia é ótima! Bom, em se tratando de Porto Alegre, resta ver se vão deixar construir.
Mas isso ilustra como já temos vários projetos: é o shopping que tem vontade de construir uma torre quase como a de Toronto, são hoteis que querem construir junto ao estádio do Inter, temos ainda o Pontal do Estaleiro, a Arena do Grêmio... espero que as mentes arejadas e ousadas que estão propondo essas obras consigam ser competentes no sentido de saberem influenciar a nossa população, para que a cidade queira ser das mais bonitas do Brasil e verdadeiramente cosmopolita.
Porto Alegre pode ganhar hotel da rede Accor no cais do porto
Além do hotel em Porto Alegre, empresa erguerá mais quatro hotéis no Estado
Unidades em fase de projeto ou em construção, todos na Capital:
- Ibis no Moinhos de Vento - Mercure no aeroporto - Formule 1, cais do porto
Onde estão os outros hotéis do grupo, no Estado:
- Mercure Hotel Vale dos Vinhedos Spa do Vinho, em Bento Gonçalves - Mercure Apt em Caxias do Sul - Mercure Hotel em Gramado - Novotel em Porto Alegre - Mercure Apt Beverly Hills em Porto Alegre - Mercure Apt Il Giardino em Porto Alegre - Mercure Apt Manhattan em Porto Alegre - Ibis em Porto Alegre (aeroporto) - Ibis em Caxias do Sul
O Rio Grande do Sul entra no foco de expansão da rede hoteleira francesa Accor.
No prazo máximo de três anos, o grupo irá construir mais quatro hotéis da bandeira Ibis - o braço econômico do grupo - no interior do Estado.
Está certo também um quinto em Porto Alegre, na categoria entre o luxo e o econômico, cuja marca ainda não foi definida.
Amilcar Mielmiczuk, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Accor Hospitality, assinou protocolo de intenções ontem à tarde, na agência de fomento Caixa RS, e anunciou a construção de cinco empreendimentos, com investimento de cerca de R$ 55 milhões, sendo R$ 35 milhões para os quatro hotéis no Interior - em Guaíba, Rio Grande, Cachoeirinha e Passo Fundo.
Cachoeirinha, no prazo de um ano, já terá sua unidade. A escolha do município, assim como no caso de Guaíba, baseou-se na combinação de proximidade com a Capital e forte parque industrial, afirma Mielmiczuk.
Passo Fundo ganhou a disputa por se tratar de um pólo regional e pelo crescimento da indústria do leite, e Rio Grande, em conseqüência da expansão do pólo naval. A Capital, justifica Mielmiczuk, ainda tem potencial de absorção de novos empreendimentos. Além dos anúncios de ontem, o grupo Accor já definiu a construção de mais três unidades na Capital (veja quadro).
Até 2012, Mielmiczuk prospecta mais cinco ou seis hotéis no Rio Grande do Sul. Mais um ou dois em Porto Alegre e os demais em cidades da Fronteira e no Noroeste no Estado.
- Qualquer cidade com mais de 80 mil habitantes e com sinal de evolução nos interessa - diz Mielmiczuk.
Potenciais candidatas aos próximos investimentos são as cidades de Santana do Livramento, Uruguaiana, Erechim, Montenegro, Santa Cruz e Lajeado.
Os três primeiros hotéis receberão financiamento da Caixa RS, com um total de R$ 28 milhões, diz Susana Kakuta, presidente da instituição.
Detectei essa notícia num site por aí, olhem e interpretem:
DVP inicia gravações no Oceanário Sul
14/5/2008 17:26:04 - Rio Grande do Sul A DVP deu início às gravações no terreno que abrigará o Oceanário Sul, um importante complexo de turismo planejado para ser instalado no município de Esteio, ao lado do Parque Assis Brasil. O Oceanário Sul é composto por um conjunto de aquário com 5,5 milhões de litros de água, contando com mais de 700 espécies de animais, incluindo tubarões. O projeto está orçado em R$ 92 milhões, incluindo shopping center, centro de convenções e a torre mais alta da América Latina. As gravações foram definidas em pontos específicos para, com uma freqüência mensal até a conclusão da obra em 2010, mostrar todos os passos da evolução do empreendimento. A produção é da DLK Filmes.
Esta idéia não é nova. Surgiu com técnicos da Prefeitura na gestão Alceu Collares, na década de 80. Um grande Prefeito, construiu a Avenida Beira Rio. Pensava em estendê-la, através de uma via costeira, até Ipanema, onde haveria um grande aterro, onde seria criado um parque.
Aqui está a idéia, colocada sobre mapa do Google Earth, com esquema feito por mim. Imaginei uma via costeira, como a Avenida Niemeyer, no Rio de Janeiro, onde veríamos, de um dos lados, somente o Guaíba. Claro, seria necessário construir-se certas estruturas para sustentar a grande via, nem que para isso fossem obrigatórios pequenos aterros, e também regularizadas as áreas privadas da atual orla. Privadas, tanto favelas como residências de luxo com litoral particular. Uma nova Porto Alegre surgiria, em direção ao sul. Uma avenida que seria cartão postal por si só, com a melhor vista do Guaíba.
Aqui veja o mapa (clique para ampliá-lo, imagem com 700 Kb):
E aqui uma pequena foto exemplo da Avenida Niemeyer, no Rio de Janeiro.
O novo Teatro da OSPA não ficará dentro do Parque da Harmonia
Pra quem acha que o novo Teatro da OSPA ficará dentro do Parque da Harmonia, repito: aquela área onde ele será construído não é mais Parque. É uma área destinada ao Centro Administrativo Municipal, há décadas. Com o tempo, com uma urbanização feita pela Prefeitura, esta área se confundiu com o Parque. Mas não é Parque.
Veja o esquema abaixo, que já postei este mês aqui no Blog:
Pra ler mais sobre isso, veja o post original, clicando aqui.
Para comprovar o que estou falando, acabei de fotografar parte do mapa da cidade, edição 2007.
Maquete da nova sede da Ospa é apresentada no Piratini
Obra orçada em R$ 30 milhões deve ser concluída em um ano
A maquete da futura nova sede da Ospa é apresentada oficialmente na tarde desta terça-feira para a governadora Yeda Crusius, no Palácio Piratini. A cerimônia iniciou por volta das 15h40min, com a apresentação do projeto feita pelo engenheiro Ismael Solé, e terminou pouco antes das 16h50min. Com orçamento de cerca de R$ 30 milhões, a sala que terá espaço para 1,5 mil pessoas, deve ser concluída em um ano.
A sala sinfônica deve ser construída ao lado da Câmara Municipal, na Avenida Loureiro da Silva. O processo foi iniciado há cinco anos e prevê um prédio de três pavimentos com saguões envidraçados, permitindo a visão da cidade e do Guaíba.
Durante a cerimônia, a governadora ofereceu o Palácio Piratini para o ensaio dos músicos.
Estréia hoje, terça-feira, 8, a Mostra Fotográfica Momento do Movimento, de diversos fotógrafos do Fotoclube Paralelo 30, de Porto Alegre.
O Fotoclube é uma associação reunindo mais de 60 fotógrafos da cidade, e que interagem realizando saídas de campo, palestras, cursos, etc. Muito legal !
Local: Câmara Municipal de Porto Alegre, T-Cultural Tereza Franco Horário: 19h
Oceanário Sul será apresentado na sexta-feira, 11, à Governadora Yeda Crusius
Exclusivo: O Projeto do Oceanário Sul, a ser implantado em Esteio, Grande Porto Alegre, será apresentado oficialmente nesta sexta-feira, 11, à Governadora Yeda Crusius, no Palácio Piratini.
Imagem: Seaquarium Brasil Ltda.
Segundo infomações de Reni Puls, Diretor da Seaquarium Brasil, está tudo pronto para iniciar as obras, o que dependeria exclusivamente da liberação do Governo do Estado.
"Esperamos estar abrindo as portas desta nova atração inédita na região em três anos e servirá como importante centro de pesquisas e educação ambiental para estudantes", afirmou Reni.
O Oceanário Sul estará localizado em Esteio, na Grande Porto Alegre, a 15 minutos do aeroporto Salgado Filho e será o maior aquário da América Latina, primeiro na categoria world class do Brasil, devendo receber um fluxo de mais dedois milhões de visitantes por ano e gerar 1.700 empregos diretos e mais de 5.000 indiretos. Além do aquário, o complexo terá shopping center temático, um grande centro de convenções, hotel internacional e uma torre com deck de observação, de 290m de altura. O projeto está orçado em cerca de 92 milhões de reais.
Uma nova etapa no projeto de revitalização do centro da Capital começa a ser planejada. A Câmara de Vereadores aprovou o projeto de lei do Executivo que prevê a revitalização do Largo Glênio Peres. Entre as mudanças, está contemplada a recuperação do Chalé da Praça XV, que deve ter início em setembro.
Uma das principais alterações será na cozinha, que deve dar lugar a um bar. Além disso, o espaço será ampliado em 120 lugares e terá um café anexo.
Todo o projeto de revitalização do Centro tem a intenção de mudar a paisagem da região, recuperar o patrimônio cultural e ambiental e incrementar seu potencial econômico. Estão previstas ainda a colocação de deques no entorno do Mercado Público - com a instalação de mesas e guarda-sóis, cadeiras e floreiras - , a recuperação das ruas Marechal Floriano e José Montaury e a implantação de um bonde turístico, cuja linha sairia da Usina do Gasômetro, percorrendo a área central até o Chalé.
As obras no Mercado Público deverão começar até o final do ano. O presidente da Associação do Comércio do Mercado Público, Fortunato Garcia Machado, salienta que o projeto foi executado para proporcionar maior conforto aos freqüentadores e incentivar o lazer e o turismo na Capital.
A duplicação da Avenida Dona Teodora, uma das obras complementares do Viaduto Leonel Brizola, que faz parte do Programa Integrado Entrada da Cidade (Piec), está com 85% da pavimentação concluída pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov). "Esta via é uma artéria que vai revitalizar toda a região, ligando a Terceira Perimetral à freeway", avalia o secretário municipal de Obras e Viação, Cássio Trogildo. Já as obras do viaduto estão 90% concluídas. A conclusão está prevista para outubro.
Para a duplicação da Avenida Dona Teodora, dez famílias foram realocadas para o Loteamento Santa Terezinha (ex-Vila dos Papeleiros) e para casas de passagem, por meio do Departamento Municipal de Habitação (Demhab). As famílias cadastradas no Piec que foram para o loteamento receberam sobrados de 44 metros quadrados. As casas possuem sala e cozinha conjugada, dois dormitórios e banheiro. "Com a transferência, além de garantirmos moradias dignas para famílias em situação de risco, vamos possibilitar o acesso do viaduto até a Voluntários da Pátria", afirma o responsável pelo Piec, Roberto Brum.
Novos empreendimentos - Além de qualificar o fluxo de veículos na entrada da cidade, a obra trará novos empreendimentos e investimentos para a Zona Norte da Capital. Conforme o engenheiro responsável, José Carlos Keim, 70% das demais obras complementares, como as vias de acesso, estão prontas.
Viaduto
Com 774 metros de extensão e duas alças de 6,4 metros de altura, o viaduto facilitará o acesso aos bairros Humaitá, Navegantes e Anchieta, assim como a ligação entre a Terceira Perimetral e a BR-290 (freeway), pela Avenida Dona Teodora. O custo da construção do viaduto é de R$ 9,3 milhões, financiados pelo Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata).
Podem me chamar de chato, mas quando vejo essa obra de vulto do viaduto, fico pensando: a 3ª Perimetral nunca teve problemas no entroncamento com a BR-116 e com Free-Way logo alí adiante... enquanto isso, os engarrafamentos são assustadores e o DIA INTEIRO na avenida Plínio Brasil Milano com a Carlos Gomes (3ª Perimetral). Por que não fazem viaduto alí? Os engarrafamentos também são terríveis na 3ª Perimetral com a avenida Ipiranga. Porque não fazem viaduto alí? Os engarrafamentos são desesperadores na Aparício Borges (3ª Perimetral) indo pra Bento Gonçalves, a ponto de exsitirem até nos fins de semana. Porque não fazem viaduto alí?
Enquanto isso, lá onde nunca tem problema, estão fazendo um viaduto. Muito bom, será ótimo!
Mas... porque não onde a cidade está GRITANDO por viadutos nessa mesma Perimetral?
Arquiteto lamenta proposta para o pontal do Estaleiro
A Tribuna Popular da Câmara Municipal de Porto Alegre desta quinta-feira (19/6) foi ocupada por Nestor Nadruz, associado do Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda, Vilas Conceição e Assunção (CCD). O arquiteto disse que os moradores da Zona Sul estão preocupados com os rumos do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental e sua aplicabilidade, que acabam por possibilitar projetos de urbanização como o previsto para o pontal do Estaleiro Só (Ponta do Melo), em tramitação na Câmara.
A orla do Guaíba, sobre a qual se situa a Ponta Melo, é área de interesse cultural, conforme lembrou Nadruz. "Dessa forma, sua revitalização deve ser feita por padrões naturais e executada pelo município", disse. No entanto, segundo Nadruz, o projeto em questão pretende "privatizar" o espaço público e prevê edificações que representarão "barreiras visuais, com prejuízo solar e esgotamento de vias", entre outros problemas. O arquiteto alertou para o fato de que a área vizinha ao pontal contará com o Barra Shopping, o que intensificará ainda mais o trânsito naquela região.
Nadruz lamentou que propostas como a apresentada para a Ponta do Melo vinguem na cidade, por conta da falta de clareza de muitos pontos do Plano Diretor e suas interpretações diversas. "O que deveria ser um plano equilibrado continua atrelado a interesses privados", afirmou. Na sua opinião, a prática de construir ocupando ao máximo os terrenos e no máximo da altura permitida é nociva à cidade e contrapõe-se ao planejamento urbano sustentável. O arquiteto pediu aos vereadores que, na revisão do Plano Diretor, levem em consideração a contribuição dos participantes do Fórum das Entidades, que apresentaram 86 emendas com ajustes ao texto.
Manifestaram-se os vereadores Luiz Braz (PSDB), Neuza Canabarro (PDT), Margarete Moraes (PT), Maristela Maffei (PCdoB), João Carlos Nedel (PP), Beto Moesch (PP) e Guilherme Barbosa (PT). A sessão ainda contou com a presença de diversos integrantes de instituições participantes do Fórum das Entidades.
Conaprole ainda não sabe se investirá no RS Agenor Magalhães, gerente Geral da Conaprole no Brasil
Afinal, a Conaprole investirá no Rio Grande do Sul? Ainda não sabemos. Não há nenhuma definição nesse sentido. Mas é uma possibilidade. Hoje, é muito prematuro afirmar qualquer coisa.
Mas vocês estão percorrendo o Estado em busca de informações sobre a bacia leiteira gaúcha? Sim. Estamos realmente levantando dados e conhecendo a realidade da produção leiteira do Estado. É importante dizer que a Conaprole sempre teve, tem e terá intenções de investir no Brasil.
E no Rio Grande do Sul? Temos interesse especial pelo Estado. Mas estamos coletando informações em outros locais também. Qualquer investimento da empresa, se ocorrer, ainda depende de muita coisa, de muitas variáveis internas e externas.
Quando esta pesquisa será concluída? Daqui 60 a 90 dias. Estamos fazendo um trabalho muito criterioso para apresentar à direção da Conaprole no Uruguai.
Qual é o investimento de uma nova indústria? Não estou autorizado a divulgar.
A Conaprole exporta para mais de 40 países. Qual é a fatia do Brasil nesse mercado? O Brasil já foi o nosso primeiro mercado. Mas agora está em 5º lugar. Por quê? Basicamente, em razão do câmbio desfavorável por muitos anos. Mas agora a situação é outra e pretendemos retomar a fatia do mercado brasileiro que perdemos.
Quais os critérios fundamentais para uma região receber uma planta da Conaprole? Olha, procuramos uma região com potencial de crescimento da sua bacia leiteira.
Por onde vocês andaram semana passada ? Por 10 municípios. Percorremos basicamente as regiões centro-oeste e norte do RS.
Haverá novas visitas? Não há nada agendado. Mas pode haver sim. E continuaremos em contato com os técnicos do Estado.
Multiplan Announces the Pre-Launch of a Commercial Tower Integrated to BarraShoppingSul
PR Newswire, June 19, 2008
E-mail Print Link RIO DE JANEIRO, Brazil, June 19 /PRNewswire-FirstCall/ -- Multiplan Empreendimentos Imobiliarios S.A ("Multiplan") (Bovespa: MULT3), the largest Shopping Mall company of Brazil in terms of revenue, aligned with its strategy of maximizing its shareholder's return, informs the pre-launch of Cristal Tower BarraShoppingSul, in Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
The project consists in a commercial tower with approximately 22,000 sq.m. of construction area and 11,915 sq.m. of private area to be sold, attached to BarraShoppingSul, in order to meet the high demand for commercial offices in the city.
Multiplan's interest on the development will be 100% and the estimated nominal Potential Sales Value (PSV) is over R$ 70 million. The project is already approved by the city of Porto Alegre.
The opening is scheduled for the first half of 2011 and the project's unleveraged nominal internal rate of return is expected to be over 25% p.a.
To access the full Notice to the Market, with more details about the project, please click here.
Strategic Alignment
The construction of Cristal Tower is aligned with the company's strategy of developing multi-use projects, hence taking advantage from the synergy between shopping malls and commercial buildings.
CONTACT: Armando d'Almeida Neto, CFO and IRO of Multiplan, +55 21 3031-5224, fax, +55 21 3031-5322, ri@multiplan.com.br
EXCLUSIVO BLOG PORTOIMAGEM: Video da Cristal Tower BarraShopping Sul
Com exclusividade, o Blog Porto Imagem divulga o video realizado pela Multiplan, do novo centro empresarial que será construído em frente ao BarraShopping Sul, ainda em construção no Bairro Cristal, zona sul de Porto Alegre.
Projeto de lei do Executivo para a revitalização do Largo Glênio Peres, aprovado pela Câmara Municipal, vai implementar uma série de mudanças na área central da cidade, mudando a paisagem e resgatando uma atratividade compatível com o patrimônio cultural e ambiental da região, além de alavancar o potencial econômico. O projeto prevê a colocação de deques no entorno do Mercado Público, com a instalação de mesas e guarda-sóis, cadeiras e floreiras, a recuperação do Chalé da Praça XV, das Ruas Marechal Floriano e José Montaury e a implantação de um bonde turístico, cuja linha sairá da Usina do Gasômetro percorrendo o Centro e indo até o Chalé.
A revitalização do Chalé da Praça XV está prevista para iniciar em setembro e vai corrigir a logística do prédio com a retirada da cozinha, que hoje se encontra dentro do prédio tombado pelo Patrimônio Histórico, para dar lugar a um bar, a ampliação do ambiente para mais 120 pessoas e a construção de um café anexo. O gerente do Chalé da Praça XV, Edemir Simonetti, observa que "para o restauro do prédio, a captação de recursos será através da lei de incentivo à cultura e a construção da cozinha será patrocinada ou terá investimento próprio".
As obras de revitalização do entorno do Mercado Público devem começar até o final do ano. Reunião entre permissionários e o gerente responsável pelo Programa Viva o Centro, da Secretaria de Planejamento Municipal, Glênio Vianna Bohrer, discutiu de que forma serão definidas as alterações com o objetivo de buscar investimentos através da lei de incentivo à cultura. Para o presidente da Associação dos Permissionários do Mercado Público, Fortunato Garcia Machado, esse projeto foi executado para proporcionar maior conforto aos usuários, incentivar o lazer e o turismo de Porto Alegre: "Com a reestruturação no entorno do Mercado Público, a perspectiva é de que as vendas aumentem".
Bonde - A implantação do bonde turístico depende da avaliação da Trensurb, que é a empresa responsável pela parte técnica do projeto. Segundo Bohrer, do Viva o Centro, o projeto do Executivo de revitalização do Largo Glênio Peres traz maior motivação para a realização das melhorias e recuperação dos espaços estratégicos.
Com a conclusão das obras do Centro Popular de Compras, os camelôs serão deslocados, liberando as Ruas Marechal Floriano Peixoto e José Montaury, que serão recuperadas a partir de recursos do município e voltarão a ter circulação de veículos.
Apesar dos diversos adiamentos, a Smic garante que até o final de agosto, entrega à cidade o Centro Popular de Compras. No próximo dia 14, o terminal de ônibus da região metropolitana retornam ao terminal Tamandaré.
Neste momento, os 800 camelôs registrados de Porto Alegre estão realizando cursos de empreendedorismo, realizado em parceria com o Sebrae, para que se tornem comerciantes populares.
O Camelódromo está sendo recoberto de lajes de cimento branco. Quando concluído, terá a acabamento semelhante ao utilizado no museu Iberê Carmargo, no bairro Cristal.
Políbio Braga
Vejam as imagens do Projeto, do site da Prefeitura:
O que há por trás do projetado megaterminal de gás do Sul
A gauchada ainda não se tocou a respeito do megainvestimento de US$ 1,5 bilhão que a Petrobrás fará na região Sul, destinado a implantar em alguma cidade do litoral de Santa Catarina ou do Rio Grande do Sul um megaterminal de gás estrangeiro. O gás virá por navios propaneiros.
O governo estadual, as bancadas federais e a Fiergs, foram à luta, mas é preciso mais apoio, porque os políticos e os empresários catarinenses querem porque querem que o terminal vá para São Francisco do Sul.
A opção gaúcha é por Rio Grande, até porque a idéia é que dali saia um gasoduto para Porto Alegre e Uruguaiana, sede da megausina a gás da AES Sul, paralisada porque falta gás argentino, e estabeleça, além disto, uma conexão com o Gasbol. Caso o negócio saia em Rio Grande, ali também será implantada uma enorme usina de energia, tipo AES Sul, ou seja, de 500 MW. O Pólo Naval e duas das três papeleiras previstas para a região justificam a opção.
O Brasil terá três megaterminais. O primeiro deles começará a operar ainda este mês no Ceará e o segundo, no Rio, ficará pronto até o final do ano. O terceiro será o do Sul.
O megaterminal do Sul receberá pelo menos 7 milhões de m3, bem menos do que as unidades do Ceará e do Rio, mas ainda assim de grande porte. Para que o leitor tenha uma idéia, o RS consome 1,5 milhão de m3 de gás. O gasoduto Bolívia-Brasil opera neste momento com sua capacidade máxima, 30 milhões de m3.
As cooperativas gaúchas estão investindo mais de R$ 1 bilhão este ano no Estado, conforme anúncio feito por lideranças do setor nesta quinta (03) no Palácio Piratini, marcando a passagem do Dia Internacional do Cooperativismo neste sábado (05). Segundo o presidente da Ocergs, Vergílio Perius, a entidade possui hoje 950 cooperativas registradas, 1,426 milhão de sócios, 41.838 funcionários e gera 7.561 postos de trabalho diretos, ressaltando a necessidade de alterações na Lei do Fundopem para aumentar os investimentos do setor. No país, o setor é responsável por 17% do PIB e investimentos de R$ 12 bilhões este ano, segundo o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, para quem o RS será dentro de três a cinco anos o maior produtor de leite do Brasil.
Sensacional ! Este tipo de investimento é muito bom para o estado, pois vem dos pequenos. Não é de desprezar. O modo cooperativado de trabalhar é muito válido. É literalmente a consolidação do famoso ditado "a união faz a força". Parabéns cooperativas !
Associação de bares contesta constitucionalidade da “Lei Seca” no Supremo
Danielle Ribeiro e Eduardo Ribeiro de Moraes
A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) entrou nesta sexta-feira (4/7) com uma ação declaratória de inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a Lei Federal 11.705/08, a chamada Lei Seca.
De acordo com a lei, o motorista não pode apresentar nenhum teor de álcool no sangue —antes eram permitidos até 6 decigramas de álcool (o equivalente a dois copos de cerveja) por litro de sangue.
A associação alega que a lei, de 19 de junho de 2008, excedeu os objetivos de sua criação, ultrapassando limites do estado de direito democrático, ferindo diversos princípios constitucionais e colocando em risco a sustentabilidade de um dos setores que mais emprega no país.
Segundo informações do STF, o presidente do tribunal deve analisar o pedido de liminar durante o recesso do Supremo.
O presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Jr., afirma que a lei pode abrir graves precedentes, “a nova legislação ignora a individualidade do cidadão brasileiro e estabelece um critério numérico invariável muito rígido, incompatível com nossa realidade sócio-econômico e cultural. Fatores determinantes, como condição física e até mesmo o gênero, são desprezados”.
UOL, Sexta-feira, 4 de julho de 2008
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Eles podem até estar certos, mas eu acho que esta lei foi a mais adequada para a situação atual dos acidentes de trânsito no Brasil. Estou com a lei !
A Petrobras vai fazer ainda neste ano a licitação conjunta para construção das plataformas que irão operar no campo de Tupi, na área do pré-sal da bacia de Santos. O objetivo da estatal é reduzir o tempo de construção e o custo das unidades. A licitação incluirá os módulos de compressão, energia e integração, além do casco das plataformas. Segundo o gerente-executivo de engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, as plataformas serão construídas no dique seco, em Rio Grande.
"Estamos prevendo o inicio das licitações para o final de agosto. Essa forma é diferente de clonarmos os projetos, quando simplesmente copiamos. Agora, faremos tudo de uma vez só", disse o gerente-executivo.
Barusco explicou que o vencedor de cada licitação construirá os módulos de todas as plataformas. Ele acrescentou que o número de plataformas necessárias ainda não está definido, mas admitiu que Tupi precisará de cinco a dez unidades de produção. O gerente ressaltou que ao fazer um único contrato para diferentes plataformas, a Petrobras terá economia de escala. Barusco disse ainda que a companhia pretende iniciar as obras em janeiro de 2009, com término em 47 meses. Segundo o executivo, em 15 dias a Petrobras deverá iniciar a licitação de duas plataformas complementares (uma produz e a outra armazena) para o campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos.
Ferrovia Rio Grande - São Paulo é proposta por engenheiro
Engenheiro propõe ferrovia Rio Grande-São Paulo
Não está na hora de ligar ferroviariamente Rio Grande ao Sudeste, tipo São Paulo, Rio e Minas ?
Leia o que escreveu há pouco o engenheiro:
"Será que não passa pela cabeça de nenhum dos “administradores” e técnicos do governo do RS, o quanto traria de desenvolvimento e investimentos, uma linha férrea com ligação ao porto de Rio Grande, conectando-se ao centro do País ? Quanto economizaria só a Petrobrás, na construção de suas plataformas em Rio Grande(minha cidade natal, por acaso!) ? Quanto economizaria o Pólo de Triunfo? E o arroz, a soja? Será que nenhum técnico do governo estadual teve tempo para examinar o desenvolvimento estratégico do movimento de produtos, em função do esgotamento do transporte rodoviário? Por favor, acordem, meus conterrâneos gaúchos.
Engº Osvaldo Neves Quintian - Workshop and Rolling Stock - Consulting Engineer Canasvieiras - Florianópolis - SC - Brasil
Considerações sobre a orla e o desenvolvimento de Porto Alegre
Há em Porto Alegre uma cultura que é contra o espigão. Sem exceções. E entende-se por espigões aqui nestes pagos, prédios com mais de 10 andares. Para eles, que são contra qualquer edifício que ultrapasse esta altura, a cidade não precisa deles. Deixermos como está. A população precisa utilizar a orla como ela está, cheia de mato, lixo e, em alguns trechos, favelas que "privatizam" da mesma forma a sua área. Ou você vai passear com seus filhos nas vilas de Porto Alegre que ficam em áreas com potencial turístico, como a Vila dos Sargentos, na zona sul ? Não, a orla deve ser preservada. O meio ambiente nao pode ser tocado. Pois bem. Vivemos numa metrópole com 1,5 milhão de habitantes (se considerarmos a região metropolitana chegamos a 4,2 milhões de habitantes). É obvio que o meio ambiente precisa ser preservado, mas sobretudo nas unidades de conservação que a Prefeitura e o Estado já criaram. Pode-se preservar com construções sustentáveis. Não é necessário destruir-se o ambiente para desenvolver uma cidade urbanisticamente. Vejo duas situações:
De um lado os ecoxiítas defendendo a preservação a qualquer custo das áreas na orla do Guaíba (que são 72 Km). Do outro, empresas e pessoas com visão de futuro querendo desenvolver a cidade, com recuperação de áreas abandonadas, para utilização massiva da população (entende-se por utilização massiva, toda e qualquer atividade que poderá vir a ter num prédio, num shopping center, numa praça, num hotel, num centro empresarial. Todos somos beneficiados por estes equipamentos.
Pergunto: como saímos dessa ?
Talvez não tenhamos uma resposta pronta, mas uma coisa é certa: não podemos deixar o destino da cidade nas mãos de uma comunidade de bairro que acha que ter pracinhas com playground é mais importante do que desenvolver a cidade em todos os aspectos.
Não queremos a cidade estagnada, deteriorada, como ela está ficando. Vejamos outras cidades. Barcelona, na Espanha. Cidade milenar, com um patrimônio histórico invejável, está revitalizando sua orla. Com equipamentos modernos, altos edifícios, shopping centers.
Barcelona, Espanha,e sua orla em processo de revitalização
Todas as cidades do mundo estão se desenvolvendo, pois uma cidade desenvolvida tem uma população com uma enorme auto-estima. Minha cidade é linda, eu queria dizer. Não posso. Pois a parcela da população que tem a mente pequena, que não passam de mentes provincianas não querem que ela seja bonita, muito menos linda.
Compare Porto Alegre a cidades como Chicago, Barcelona, Buenos Aires, San Diego, Panamá... etc. Poderia encher uma folha com nomes de cidades que considero lindas. E que são grandes destinos turísticos. Porto Alegre é turística ? Não. E quer ser ? Depende da mente das pessoas que decidem as coisas que aqui acontecem.
Vejamos projetos de enorme impacto arquitetônico, projetos belíssimos que estão parados há anos devido às mentes provincianas de muitas pessoas: Pontal do Estaleiro. Revitalização do Porto da cidade. Reforma do Estádio Beira-Rio e entorno.
Pontal do Estaleiro aguarda aprovação há anos. O projeto é belíssimo, com áreas privadas e públicas. Autor: Jorge Debiagi
Não consigo entender as pessoas serem contra esses projetos lindíssimos, arrojados, em harmonia com o Guaíba, que vão modernizar a cidade, atrair turismo e acima de qualquer coisa, vai aumentar a nossa auto-estima, pois moraremos numa cidade bonita, moderna.
Chega de favelas na orla, chega de abandono.
Estes projetos não privatizam a orla. Eles colaboram imensamente para que possamos usá-la com inúmeras opções de divertimento, com conforto, com beleza, com turismo. O Guaíba não sofrerá com a construção destes projetos. Ele sofre agora. E nós sofremos ainda mais, pois estamos de costas para ele.
Você vai pode visitar estas áreas, caminhar pelas esplanadas, contemplar o Guaíba. Vai poder sentar-se num restaurante à beira do Lago e apreciar um dos mais lindos Por-do-sóis do mundo. Gostaria de saber se quem é contra, por acaso conhece os projetos nos seus detalhes ?
Além disso, o turismo será enormemente intensificado na cidade. As pessoas que vêm visitar uma cidade querem ver belezas, recantos turísticos, com estrutura e conforto, não favelas e lixo, que são as atuais atrações da zona sul da nossa cidade, em especial sua orla.
Veja esta foto, tirada por mim esta semana. O Pôr-do-Sol no Guaíba é lindo. Mas não falta alguma coisa ? Não falta um lugar adequado para apreciarmos este espetáculo ? E reparem no lixo nas margens. Você quer este lugar assim ?
Por que não uma cidade desenvolvida, bonita, verde, mas ao mesmo tempo com torres arrojadas na sua orla?
Chicago, Estados Unidos
Quantas pessoas essas que falam contra estes projetos, que após falarem bastante se levantam e vão viajar para Miami, para Cancún, para Nova York, para Chicago, para Hong kong, e deslumbrar-se com as torres e as orlas lindas e desenvolvidas destas cidades?
Prefeitura (SMC) complica para realização de show beneficente
O DJ Francis Marchi, o maior DJ da atualidade em todo o mundo, estava organizando um evento com música, com o fim de arrecadar brinquedos, agasalhos e alimentos para entidades de caridade, que iria acontecer na Prainha, ao lado da Usina do Gasômetro. A Secretaria da Cultura, que coordena a área não permitiu alegando que não poderiam haver propagandas de patrocinadores no local do evento !!!
Mas de onde isso ?
A Prefeitura só faz eventos se as empresas pagarem pra ela ? Se o evento é ao ar livre, vão ser angariadas doações para a população carente, e o evento não pode ser realizado por causa de burocracia ?
Mais uma da Prefeitura ....
Veja o e-mail que o DJ Francis Marchi está repassando para que a comunidade tome conhecimento:
Como todos devem saber eu estava tentando realizar um novo evento beneficente, desta vez seria ao "ar livre" na Usina do Gasômetro. Nas tratativas iniciais já nos deparamos com a proibição dos possíveis patrocinadores colocarem propaganda na data e hora do evento, sem que tivessem que pagar para tal.
Como pode alguma empresa se interessar em patrocinar, se a sua marca (nome) não poderá aparecer sem pagar, e por outro lado: a causa seria nobre porque tentaríamos angariar alimentos, brinquedos e/ou roupas para uma ONG que ajuda pessoas e famílias carentes?
Por tratar-se de um evento beneficente não concordamos com tal imposição do Poder Público, sito: Prefeitura Municipal e demais òrgãos responsáveis. Não sei se essa exigência é uma lei, norma ou simples imposição.
Por não concordar com tal ato, desde já, desisto da idéia de realizar eventos em espaços públicos.
Os jornais do centro do país dão como já certa a decisão da Toyota de localizar sua segunda fábrica em São Paulo, acabando com o sonho de outros Estados e citam o Paraná e Mato Grosso do Sul, sem referir o RS. Mas a Comissão de Economia da Assembléia Legislativa gaúcha aprovou nesta quarta (02) requerimento para realização de audiência pública, para tratar da vinda da Toyota ao estado. Será na próxima quarta (09) junto com a Comissão de Assuntos Municipais.
Deve ser publicado ainda este mês o edital da licitação conjunta que definirá um permissionário para instalar um café no Parque Germânia e outro para explorar o ponto onde hoje está o Café do Lago, na Redenção. O espaço destinado à cafeteria na área verde deverá ter 280 metros quadrados.
Até sair o resultado do processo para a Redenção, o Café do Lago, cuja licença venceu em dezembro de 2007, continua no local.
Túneis verdes são tombados no Moinhos de Vento...
Se a Capital se orgulha dos seus túneis verdes, que dirá o Moinhos de Vento. Só no último sábado, trechos de mais sete ruas do bairro e do entorno se tornaram patrimônios naturais e ecológicos, conforme decisão da prefeitura, em resposta à demanda da comunidade. Hoje, a única rua tombada da Capital localizada fora da região é a João Mendes Ouriques, em Ipanema.
Desta vez, foram escolhidas quadras das ruas Dona Laura, Miguel Tostes, Florêncio Ygartua, Mariante, Casemiro de Abreu, Barão do Santo Ângelo e Luciana de Abreu (confira ao lado onde ficam os túneis tombados). A proteção a dezenas de árvores que encobrem as vias foi comemorada. Para marcar o evento, ruas de grande circulação viraram canteiros: na Fernando Gomes, plantou-se uma muda de jacarandá, e na Padre Chagas, duas carobas.
Previsto no artigo 51 do Código Estadual do Meio Ambiente, o tombamento torna as áreas objeto de especial atenção, estabelecendo restrições de uso - como alterações no calçamento. Para garantir a preservação, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) segue responsável pelo manejo da vegetação local.
- Mais que uma paisagem, há uma história que deve ser respeitada - disse o prefeito José Fogaça, na cerimônia que contou com representantes da Smam e o ex-secretário Beto Moesch.
Presidente do Moinhos Vive, Raul Agostini se surpreendeu com a participação da comunidade no ato. Para ele, o tombamento é uma expressão do respeito e da evolução da consciência ambiental. Com o sentimento de missão cumprida, Agostini acredita que todos os túneis verdes da região foram protegidos.
- Temos praticamente um bairro inteiro tombado - comemora o presidente da associação.
Na comemoração, foram plantadas árvores em frente ao Sheraton Hotel, que se comprometeu em preservá-las. Houve uma caminhada até as casas antigas da Luciana da Abreu, onde a comunidade fez um abraço simbólico. Há ação correndo no Ministério Público para decidir sobre o futuro dos imóveis - podem ser tombados ou derrubados para a construção de um edifício. A entidade luta, ainda, para que a região não perca áreas de interesse cultural, o que pode ocorrer com a revisão do Plano Diretor.
... e no Petrópolis o que é tombado é uma caixa d´água
A importância da caixa dágua da Praça Mafalda Verissimo, antiga Buri, para a história de Petrópolis está sendo reconhecida pelo poder público. Em junho, um estudo da Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural da prefeitura (Epahc) realizado por determinação do Ministério Público (MP) concluiu que o reservatório é representativo da identidade do bairro e deve fazer parte do Inventário do Patrimônio Cultural de Porto Alegre. O objetivo do documento é identificar espaços e edificações cuja preservação é interesse dos porto-alegrenses.
Mesmo que não contemple os critérios exigidos para tombamento histórico, a caixa dágua deve ser incluída no inventário como um bem de estruturação, por ser um elemento formador da paisagem local, segundo depoimentos de antigos e novos moradores da região colhidos pela Epahc.
A novidade traz alívio à comunidade, que desde 2007 luta pela preservação da marca da área verde na esquina das ruas Borges do Canto e Felipe de Oliveira. Depois de 19 anos sem utilizar o equipamento, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) anunciou sua demolição em 2007, devido aos altos custos de manutenção. Por iniciativa do Movimento Petrópolis Vive, o caso foi encaminhado ao MP (leia mais ao lado). O resultado do estudo da Epahc não significa que o reservatório está livre da demolição, mas faz com que suas chances de ser adotado aumentem, segundo a coordenadora do Petrópolis Vive, Janete Viccari Barbosa. O Dmae deve estabelecer um novo prazo para adoção, após a análise do laudo pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural e o pronunciamento do MP.
A preservação da caixa dágua e de seu entorno ganhou importantes aliados no dia 8 de maio, quando a Escola de Educação Infantil Criança Arteira adotou a praça. A iniciativa foi a concretização do trabalho de educação ambiental desenvolvido com os alunos. Pelo programa Adote Uma Praça, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a adotante ficou responsável apenas pela pintura da caixa dágua e dos muros, pelo ajardinamento e pela manutenção dos brinquedos. No entanto, a empresa que resolver adotar a caixa dágua terá de se responsabilizar também pela manutenção da sua estrutura. No sábado, 5 de julho, a escola realizará uma caminhada de conscientização ecológica, desde a sede, na Rua Artigas, até a praça, onde serão plantadas mudas de flores.
Zero Hora / ZH Moinhos / ZH Petrópolis
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Só espero que não tombem a orla do Guaíba como ela está...
Portal Sortimentos.com assina contrato com Intelig e moderniza seu visual
O Portal Sortimentos.com, do qual o site Porto Imagem é parceiro, está com novo visual, novas cores e a mesma qualidade do seu conteúdo. O Portal agora assinou com a Intelig, de São Paulo esta nova etapa da sua trajetória. Desde que surgiu praticamente, o Porto Imagem tem como parceria este portal, que agora qualifica a sua seção de variedades, notícias e diversas informações sobre shows, restaurantes, eventos, sempre linkado na capa do Porto Imagem. Parceria muito valiosa essa !
O Sortimentos.com também solidifica a parceria conosco, divulgando banners e o nosso trabalho por todo o estado. Estamos enviando novas fotos para figurar em suas páginas.
Vejam um fragmento do portal (a foto em destaque é de Gilberto Simon). Clicando na imagem, entra-se no Acontece RS, a seção do site dedicada ao estado e, especialmente, à cidade de Porto Alegre.
O projeto de modernização do estádio Beira-Rio foi muito criticado nesta terça (01) por representantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente. Após apresentação das idéias para o projeto, na Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), os conselheiros o classificaram de "faraônico" e consideraram ter a intenção de "padronizar a orla do Guaíba com as cores do clube". Além disso, os conselheiros taxaram o plano de não ter "qualquer cuidado ambiental". O coordenador do projeto, Emidio Ferreira, defendeu o Inter. Ele disse que as idéias apresentadas sequer são um projeto. A modernização do Beira-Rio inclui a construção de hotéis e restaurantes. As obras de cobertura do estádio devem começar em novembro.
Meu Deus ! Sou gremista, mas adoro o projeto do novo Beira-Rio, e quero vê-lo pronto em poucos anos. Será a valorização da orla, assim como ela merece. E os portoalegrenses merecem 2 grandes estádios, modernos, assim, como será a nova arena gremista. Lamentável esta notícia! Espero que se reverta e que Porto Alegre deixe de ser provinciana.
A apresentação do projeto de modernização do complexo Beira-Rio, feita pelo arquiteto responsável e pelo vice-presidente de patrimônio do Inter, Emídio Ferreira, gerou críticas de representantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente. Foi mostrado a eles o mesmo vídeo apresentado à Fifa.
A reação dos conselheiros não foi nada receptiva.
Uma das representantes chegou a dizer que se sentiu ofendida com a apresentação.
Outra afirmou ter ficado chocada com a falta de preocupação com o meio-ambiente.
Foi destacado ainda que a área é de preservação ambiental e que o projeto, classificado como faraônico, iria padronizar a orla do Guaíba* com as cores do clube.
O secretário municipal do meio-ambiente, Miguel Wedy, chegou a interferir no debate, pedindo mais serenidade. Ele alegou que o projeto é de extrema importância para a cidade.
O vice-presidente de patrimônio do Inter tranqüilizou os conselheiros. Ferreira disse que o que foi apresentado sequer é um projeto. Ele ressaltou que a realização da Copa do Mundo em Porto Alegre não depende de modernização completa do complexo : pecisariam, apenas, algumas reformas pontuais, começando com a cobertura do estádio, prevista para iniciar em novembro.
Depois de essas pessoas ficarem chocadas e até ofendidas com a obra que consideram faraônica para Porto Alegre, o representante do Inter ressalva que, para termos a Copa do Mundo, nada do projeto necessita ser feito: só precisa fazer uma reforma no estádio, e ponto final.
Ricardo haberland
*Não há nada pintado de vermelho nessas ilustrações.E mesmo que houvesse, lembro essa senhora que a área onde está o Inter não é a toda orla do Guaíba, como ela afirmou: a orla da capital tem 72 q u i l ô m e t r o s de matagal ou favelas, que serão preservados, para seu deleite.
Lei seca é elitista, reacionária e semeia a corrupção
Por Josimar Melo*, UOL
Mais uma estupidez assola o Brasil, esta lei seca disfarçada em medida moralizadora. A moral dos reacionários e dos xiitas, que só vai levar mais água (sem álcool) para o moinho da pequena corrupção do dia-a-dia.
Qual o espírito da lei? O de punir os bêbados no volante, gente irresponsável e criminosa que merece mesmo o fogo (não o da bebedeira, mas o do inferno)? Não, esse não é o espírito dessa nova lei, pois esse espírito já existia na antiga lei: o Brasil já tinha leis que coibiam bêbados no volante -- puniam motoristas que tivessem mais do que 6 dg de álcool por litro de sangue. Para se ter uma idéia, isso já era mais rigoroso do que os limites em vigor em países como Canadá e Estados Unidos (que permitem até 8 dg por litro).
Qual era a diferença entre, por exemplo, o Brasil e os Estados Unidos? A diferença era que lá a quantidade de álcool permitida era maior (e não suficiente para embebedar ninguém), mas a fiscalização era, e é, séria. Mesmo podendo ter 8 dg de álcool por litro de sangue, os norte-americanos são muito cuidadosos com suas taças de vinho se vão dirigir, pois sabem que podem ir para a cadeia mesmo.
O que fizeram os moralistas do Brasil? Nossa taxa permitida já era menor do que a americana; o que faltava era simplesmente aplicar a lei -- fiscalizar e punir. Ah, as punições eram mais brandas; concordo plenamente em que fossem aumentadas, como agora. Mas não: no lugar de fiscalizar e punir, o governo (com uma base parlamentar para isso) preferiu tornar o país mais xiita e corrupto, colocando um limite de álcool que equivale, na prática, a proibir qualquer consumo de bebida alcoólica para quem vai dirigir.
Quais as consequências disso?
1 - A primeira, se a coisa pegar, é atacar uma tradição cultural atávica da humanidade -- a de beber socialmente, confraternizar com a bebida. Tradição que data da remota antiguidade, presente nas festas das colheitas, nas celebrações religiosas, nas comemorações das conquistas. A depender da lei, um jantar de vários casais na casa de amigos ou num restaurante fará com que metade dos presentes fique na Coca-Cola, destruindo seu prazer gastronômico e o clima de compadrio. E impondo o rigor disciplinar, a sobriedade careta, que religiões e moralistas de vários matizes adoraram ter como regra para uma humanidade disciplinada e domesticada.
2 - A segunda, se a coisa pegar, é inserir uma clivagem separando ainda mais os mais ricos dos demais. A lei poderá ser seguida por quem tem dinheiro para sempre pagar taxi e motorista particular - ou seja, o prazer de beber em condições normais, fora de casa, será preservado para esta elite. O resto, que não tiver dinheiro para vários taxis semanais, e na inexistência de verdadeiro transporte público, terá que agir como pária, transgredindo sistematicamente a lei.
3 - A terceira é que, mais provavelmente, nossa lei seca terá efeito parecido ao de sua antecessora nos Estados Unidos: o incentivo ao crime e à corrupção. Ali, nos anos 20 do século passado (1919 a 1933), a bebida alcoólica foi proibida. Sendo o consumo do álcool um hábito cultural arraigado, obviamente as pessoas continuaram a beber - mas foram obrigadas a fazê-lo fora da lei. Para beber, precisavam pagar para as quadrilhas que dominavam o tráfico. Estas ficaram ricas e poderosas, e a corrupção e a criminalidade milionária medraram como nunca. No Brasil a proibição é mais localizada, não deve chegar à criação de quadrilhas como as de lá, mas considerando nossas tradições, dá para prever que a corrupção é quem vai sair ganhando. Enquanto fazem estas iniciais blitze cinematográficas, vai ser difícil ver casos de policiais se corrompendo. Mas no dia-a-dia daqui pra frente, quando um guarda parar um cidadão que está guiando normalmente, está sóbrio, mas saiu de um restaurante, o bafômetro pode muito bem ser acionado. E é bem provável que o cidadão que tomou duas taças de vinho com a comida, para não ir para a cadeia, resolva pagar ali mesmo os R$ 1.000 que terá que pagar de qualquer jeito se for para a cadeia. Uma propina bem atraente.
Quanta estupidez! É óbvio que os tantos casos de matança provocada por bêbados no volante foram perpetrados por gente realmente bêbada - com muito mais do que os 8 dg/litro de álcool tolerados nos Estados Unidos. É sobre os bêbados no volante que deveria se voltar a fiscalização. O novo limite imposto no Brasil é na verdade um ataque disfarçado ao consumo puro e simples de bebidas alcoólicas - medida de muito gosto para xiitas religiosos de várias facções, e moralistas políticos de todas as colorações. Assim caminha, para trás, a humanidade.
*Josimar Melo é jornalista, crítico de gastronomia da Folha de S.Paulo e agitador cultural nessa área
Nesta terça-feira, 1º de julho de 2008, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre está se despedindo da casa que durante 24 anos se tornou o Teatro da Ospa. O Teatro Leopoldina, inaugurado em 1963 e com uma longa história de grandes sucessos, em 1984 transformou-se em Teatro da Ospa, por iniciativa do então presidente da fundação, Dr. Ivo Nesralla, que hoje voltou a estar à frente da sinfônica que é um orgulho de Porto Alegre. O velho teatro, locado, já não tinha mais condições de segurança para grandes concertos. Fechá-lo e devolvê-lo aos proprietários foi uma decisão impositiva.
A Ospa deixa de ter casa enquanto aguarda a chegada do novo teatro, que não consegue, no entanto, vencer os entraves da burocracia e a falta de vontade política de apoio à cultura dos governos que temos tido. Sem dispor de locais adequados para ensaios, a Ospa vai realizar seus concertos semanais - a partir da próxima terça-feira - no teatro do Bourbon Country. Também no Salão de Atos da Reitoria da UFRGS, em igrejas e no interior do Estado. Enquanto espera pela construção do teatro que tem projetos há mais de 15 anos.
Curiosamente, esta nova etapa na história da Ospa ocorre justamente quando o nosso Theatro São Pedro completa 150 anos. É quase inacreditável que em 1858, quando Porto Alegre era uma pequena cidade de 20 mil habitantes, um grupo de comerciantes tenha conseguido construir esse teatro que é um marco na história cultural do continente. Basta lembrar que o Solis, de Montevidéu, primeiro teatro da América do Sul, foi inaugurado em 1856, apenas dois anos antes do São Pedro!
Se isto é motivo para orgulho nosso, ao mesmo tempo se torna uma vergonha para todos nós o fato de que o projeto do Teatro da Ospa há quase duas décadas aguarda concretização. Na tarde da próxima terça-feira, a maquete do futuro teatro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho estará sendo apresentada pela governadora Yeda Crusius. Na mesma semana, o prefeito José Fogaça receberá o projeto ambiental que, se espera, não enseje novos entraves burocráticos.
O Rio Grande já viveu outros tempos. O governador Flores da Cunha começou a projetar em 1937, na antiga Praça do Portão, um grande Teatro da Ópera, do arquiteto Fernando Corona, inspirado no Solis de Montevidéu. Com a deposição de Flores pelo Estado Novo, perdemos o governador que foi nosso maior apoiador na cultura. Em São Paulo, os governos continuam investindo na cultura. A capital paulista já tinha seu Teatro Municipal, a Cultura Artística, e passou a construir sua grande Casa São Paulo.
Está na hora de Porto Alegre e o Rio Grande voltarem a pensar grande na cultura.
Zero Hora, 1º/07/2008 *Jornalista, ex-presidente da Fundação Pablo Komlós
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Espero seja aprovado o projeto do novo Teatro da OSPA. Já foi feito um pré-projeto, como mostra a figura abaixo. Mas tem ainda muitas entidades (os famosos "provincianos", que querem "proteger" o Parque da Harmonia e não querem a construção de um prédio que transpirará arte, música de qualidade, e será um novo templo da cultura em Porto Alegre. Nem isso eles querem. Agora querem o atraso cultural da cidade. Meu Deus !
Pergunto: aquela área vizinha ao Parque da Harmonia não seria muito mais valorizada, não só culturalmente, mas em todos os sentidos, com um belo teatro de uma das maiores Orquestras Sinfônicas da América Latina ?
Tirando os domingos que aquela área recebe alguns caminhantes, quem a frequenta ? E outra: que eu saiba a área próxima da Câmara é historicamente reservada para a construção de prédios da Prefeitura, inclusive já existe um pré-projeto para reunir a Prefeitura de Porto Alegre num lugar só, através da construção de 6 torres nestas imediações. Ao lado desta área está o Centro Administrativo Estadual e também o Federal.. E se a mesma foi cedida para a contrução do Teatro, não vejo nada de errado ou de irregular nisso. Vejam no esquema feito por mim abaixo, que a área oficial do Parque da Harmonia não inclui a área onde será construído o Teatro, embora, como é uma área igualmente com vegetação e é integrada ao parque, nos passa a impressão de que faz parte dele.
Imagem cedida pelo Vereador João Carlos Nedel
Esquema de Gilberto Simon sobre imagem do Google Earth
A entidade que falo é a Porto Alegre Vive que escreve o seguinte texto, contra o teatro:
Com a aprovação unânime de nossos vereadores, foi cedida uma área ao lado da Câmara Municipal para a construção no novo teatro da OSPA. Movimentos Ambientalistas e Moradores do Centro da cidade mobilizaram-se para mostrar sua contrariedade a isso. Alegam que o local cedido pelo poder público é uma área verde que deve ser legalmente integrada ao Parque da Harmonia. Com este objetivo Jair Moraes e os demais integrantes do Movimento Salve o Parque da Harmonia, montaram uma exposição fotográfica itinerante para mostrar para a população da cidade a área que está ameaçada pela construção.
Texto e fotos enviados pelo Movimento Salve o Parque da Harmonia:
Estão mutilando nosso Parque da Harmonia Histórico “Situado entre a Ponta da Cadeia e a margem direita do Arroio Dilúvio, o Parque foi inicialmente chamado de Porto dos Casais e depois passou a denominar-se, pela lei nº 5066, de 1981, Parque da Harmonia. Em 25 de março de 1987, pela lei municipal nº 5885, passou a chamar-se Parque Maurício Sirotsky Sobrinho. Com 65 hectares, caracteriza-se por reunir diversos aspectos da tradição gaúcha, com churrasqueiras ao ar livre e galpão crioulo, espaços destinados à manutenção e prática da cultura tradicionalista. Conta com espaços de recreação infantil, futebol na areia, quadras de vôlei, canchas de bocha, local para pesca, aero e nautimodelismo.” Esta infra-estrutura apresentada acima é presente numa área restrita do parque, pois, no restante dele, não temos nada ofertado pela nossa ilustríssima prefeitura.
Entende-se o objetivo do abandono desta área destinada a concessão. Área esta de excelente localização, próxima a Usina do Gasômetro, perfeita para passeios, práticas de atividades físicas, brincar com as crianças, ler, reunir-se com os amigos, e desfrutar os benefícios que o contato com a natureza nos proporciona. Sendo este, um lugar perfeito para quem busca tranquilidade dentro da nossa capital. Acreditamos que estas são as justificativas do nosso prefeito, e dos vereadores para construírem um teatro no local, este que necessita de estacionamento, e vias de acesso para o mesmo, que provavelmente serão construídas no interior do parque. Sabemos que isso representa o uso de uma área maior, do que a concedida para a Fundação, que será utilizada para a construção do teatro. Ao longo dos anos acompanhamos a construção de vários prédios do poder público, um centro de eventos, que virou restaurante, um galpão construído exclusivamente para a semana farroupilha, que acabou se tornando parte da paisagem, isto tudo na área destinada ao Parque da Harmonia.
Ao testemunhar estes acontecimentos me pergunto: -O que diferencia um parque, de uma praça, ou de um terreno destinado a construções de grandes prédios?
Não somos contra nenhuma instituição cultural em específico, apenas não concordamos com a concessão de uma área pública, sendo esta área verde, para a construção de um teatro ou qualquer outro empreendimento arquitetônico. Acreditamos que existem outras áreas não aproveitadas para a construção deste teatro. O Teatro Iberê Camargo e o Cais do Porto são dois exemplos dos 13 locais ofertados para este projeto que não causariam o impacto negativo na área ambiental e sócio-cultural da nossa cidade.
Salientamos que concordamos com a necessidade de uma nova casa para a OSPA, porém a grande área verde do Parque da Harmonia deve ser preservada como parte tradicional da cultura da nossa cidade.
Jair Moraes - Movimento Salve o Parque da Harmonia
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