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O bom exemplo de Porto Alegre

Porto Alegre e RS lideram o cerco contra o álcool no trânsito no país
No segundo fim de semana de vigência da lei de tolerância zero, o Estado supera com folga as outras unidades da Federação em número de casos flagrados nas estradas e nas áreas urbanas. Foram 79 pessoas multadas, sendo que 60 acabaram presas entre as noites de sexta-feira e de ontem.
A ação das autoridades gaúchas é 15 vezes maior do que o alcançado pelo Rio de Janeiro, que tem uma frota de 4,2 milhões de veículos - 800 mil a mais que o RS - , mas que só deteve quatro condutores em suas operações.
Ao comparar somente as operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de outros 10 Estados, o Rio Grande do Sul tem 11 prisões a mais que Santa Catarina, segundo colocado no ranking. A PRF gaúcha destacou 170 agentes para fiscalizar os mais de 6 mil quilômetros de estradas sob a sua jurisdição neste fim de semana.
- Estamos buscando ser rigorosos na fiscalização, para que essa lei seja respeitada. O maior objetivo dela é preservar a vida, por isso o nosso esforço. O número final não quer dizer que o Rio Grande do Sul é o Estado com mais motoristas bêbados, mas que aqui se fiscaliza mais - afirma Alessandro Castro, chefe de Comunicação Social da PRF.
Castro ressalta que até ontem foram emitidas 600 notificações envolvendo embriaguez no Estado este ano. O resultado é muito próximo a todos os casos de 2007, quando 783 condutores acabaram multados.
Na área urbana e nas rodovias estaduais, a fiscalização também não dá folga. A Brigada Militar flagrou 48 pessoas sob o efeito do álcool da 0h de sábado até as 18h de ontem. Deste total, 38 apresentaram um teor igual ou maior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar expelido nos pulmões, nos testes de bafômetro.
- Não estamos fazendo nenhuma operação especial. Essas pessoas estão sendo flagradas nas operações de rotina. O pessoal só se adaptou à nova lei e estamos cumprindo ela a risca - aponta o comandante-geral da BM, coronel Paulo Roberto Mendes.
Motorista foi preso, e amigo teve de assumir a direção
A reportagem da Zero Hora acompanhou algumas ações no combate ao álcool no trânsito neste fim de semana. No posto da Polícia Rodoviária Federal, na BR-290, em Porto Alegre, um comerciante de 52 anos foi preso no sábado à noite. Ao assoprar o bafômetro, o aparelho registrou 0,79 miligrama de álcool por litro de ar expelido - acima do limite de 0,3. Na caminhonete conduzida por ele, quatro passageiros o acompanhavam.
- Não nego que bebi. Tenho um índice maior do que o permitido. Saí de um churrasco agora, estou com a minha família. Estou sendo honesto com vocês - dizia aos policiais, que tentavam o convencer a ser avaliado pelo aparelho.
Outros três motoristas receberam uma multa de R$ 955 e terão o direito de dirigir suspenso por um ano.
- Isso é um fiasco. Se tivesse acusado um nível maior, eu seria conivente, mas foi por nada - afirmou um autônomo de 37 anos, multado ao acusar 0,23 miligrama de álcool por litro de ar expelido.
Alegando ter ingerido menos de meia dose de uísque, ele planejava entrar com recurso.
Ao deixar o posto, quem seguiu na direção foi um amigo, que acompanhava a família do motorista multado no carro e ficou abaixo do limite no teste.
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Boa notícia para Porto Alegre e o Rio Grande do Sul ! Evidencia a eficiência das polícias e agentes de trânsito, e é um exemplo do que Gerdau falou numa matéria logo abaixo deste blog: o melhor caminho é a tolerância zero.
Assim que Nova Iorque se reergueu da criminalidade, e é a tolerância generosa que faz do Brasil om triste exemplo de impunidade e tolerância da roubalheira dos políticos, do motorista que passa o sinal vermelho ou não respeita a faixa de pedestres, dos vândalos e cidadãos comuns que estragam a cidade. Falando nisso, semana passada eu estava esperando o ônibus numa parada, quando chegou uma senhora bem vestida e começou a colar dezenas de cartazes na parada, que anunciavam seus serviços de contabilidade e de "procura-se" o cão dela que sumiu. Na maior cara de pau, estragando e enfeiando a cidade, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Então, seja bem vinda a tolerância zero para maus mororistas e motoristas bêbados, tolerância zero para a farra criminosa do MST e Campesinas, tolerância zero para quem destrói e enfeia a cidade, e chega de tolerância e jeitinho.
Escrito por Ricardo Haberland às 11:16
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Por que grande parte dos "provincianos" não gostam de edifícios altos ??
Puxa vida, tantas cidades ao redor do mundo exaltam o seu desenvolvimento através, dentre outras coisas, de modernos skylines, demonstrando que a arquitetura arrojada, de grande impacto, significa mais desenvolvimento, mais qualidade da população, grande auto-estima da população. Isso melhora significativamente o status das cidades perante o mundo. Se uma cidade é desenvolvida, porque não ousar arquitetonicamente ? E como ousar arquitetonicamente podando a criatividade dos arquitetos ? Porque limitar a latura dos edifícios ? Tudo bem, devem ser salvaguardadas algumas áreas da cidade para continuar a ser o que chamamos aqui de "cidade jardim", pois casas espalhadas também significam qualidade de vida. Mas porque essa febre dos eco-xiitas, das associações de bairro extremamente xiitas também, que acham que o bairro deles não é da cidade, e sim só deles. A cidade de Porto Alegre é nossa, e todos nós devemos e podemos decidir o que será feito dela, não só alguns moradores. A cidade deixará de se desenvolver se os legisladores e o poder executivo nao tomar a dianteira em alguns aspectos. Não devemos deixar tudo para as associações de bairro decidir, principalmente quando se está em jogo o visual da orla, o visual do Guaíba. Acho que essas pessoas são é muito mal informadas e querem tomar decisões que afetará o destino da cidade. Não podemos permitir este tipo de situação. Onde está o desenvolvimento turístico da cidade ? Olhem a orla da cidade como se encontra agora ? É dessa forma que querem que permaneça? Ou querem o desenvolvimento ? Não percevbem inclusive que as suas vidas vão melhorar com o desenvolvimento da cidade. Desenvolvimento e qualidade de vida não é sinônimo de estagnação.
Olhem as imagens abaixo, coletadas na internet aleatoriamente, e vejam que cidades lindas, desenvolvidas, em vários lugares do mundo. Todas elas com um belo skyline na orla do mar ou de lagos/rios.
Vejam só:
 Chicago - Estados Unidos
 Barcelona - Espanha (e seu projeto para modernizar a orla)
 Fortaleza - Brasil
 Jersey City - Estados Unidos (do outro lado deste rio está New York)
 Buenos Aires (Puerto Madero)
 Perth, na desenvolvida Austrália
 Recife - Brasil
 Seattle - Estados Unidos
 San Diego - Estados Unidos
 Cidade do Panamá - Panamá (América Latina)
E aí vem estas pessoas e impedem de se construir um projeto em Porto Alegre como o Pontal do Estaleiro ?
 Pontal do Estaleiro Excelente Projeto de Jorge Debiagi - Porto Alegre
Algo está errado !
Gilberto Simon, 29/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 23:35
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Provincianos dominam - II
A província e seus provincianos : um texto para reflexão sobre o que pensam muitos portoalegrenses, partidos políticos e movimentosUm monstro ameaça deitar na beira do Guaíba e encobrir o por-do-sol por Sérgio Becker O que é mais lógico, fácil e provavelmente mais indicado em todos os sentidos, mudar o arcabouço legislativo municipal que rege a ocupação urbana ou alijar um mega-projeto arquitetônico que além de um impacto ambiental insuportável, provocaria a grave desvalorização de milhares de imóveis da região pretendida e, devido sua grandeza exagerada, a inevitável privatização do por-do-sol sobre o Guaíba numa grande área ? Suscito a pergunta a propósito do projeto urbanístico denominado Pontal do Estaleiro e discorro sobre o tema na primeira pessoa, em forma de artigo, primeiro porque me é mais cômodo e, por segundo, porque me sinto credenciado para tanto. É que fui aplaudido por minha intervenção na reunião expositiva do projeto, realizada na noite de quarta –feira ( 26/7 ), no Clube Jangadeiros, quando perguntei qual o motivo para construir espigões à beira do Guaíba ? Não tive maior afinidade com o Estaleiro Só, mas como velho portoalegrense me orgulhava da sua existência, porque se constituía numa ligação produtiva da cidade, entre a comunidade e o lago. Além disso, nele trabalhou o engenheiro Amaury Braga, que foi meu contemporâneo no Grupo Escolar Pedro I e nas peladas pelas calçadas da rua Santiago Dantas, na década de 50 uma das últimas do bairro Glória. Ao lembrar desta época, recordo que meu falecido pai, o enfermeiro José Becker Filho, que trabalhou 25 anos no HPS, teve que recuar um mínimo de quatro metros do muro fronteiro para construir a casa na qual me criei, em obediência ao Plano Diretor, para um provável e futuro alargamento da rua. O qual, eu, já envelhecido, não vislumbro ver ocorrer ainda em vida. Aliás, a quadra da rua ganhou asfalto sobre os paralelepípedos, para a passagem de uma linha de ônibus e caminhões com alimentos, mas não ganhou até hoje uma placa sequer de sinalização de trânsito. Mas, o estaleiro faliu, em mais um exemplo trágico desta política ecologicamente suicida implantada no país de prioridade e monopólio do rodoviarismo, em detrimento do transporte ferroviário e náutico. E o terreno que ocupava, de 6,2 hectares, por várias vezes foi oferecido em leilão judicial ao longo dos últimos anos. Até que recentemente, uma empresa paranaense arrematou a área para, de acordo com o Plano Diretor, construir ali equipamentos de lazer. Para surpresa dos amantes da paisagem da orla, surge uma proposta de projeto arquitetônico com destinação de pequena faixa para lazer e ciclovia e uma dezena de enormes edifícios para shopping, hotel, restaurantes, apartamentos, enfim: - Um elefante branco, definiu meu filho, Márcio, sócio do Jangadeiros e que me convidou para a reunião de quinta-feira. - Um elefante só, não, uma manada, pretendi corrigí-lo... Acontece que o autor do mega-projeto, arq. Jorge Debiagi reconheceu que ele fatalmente provocará a desvalorização de milhares de moradias da região, basicamente bairro Cristal, por criar uma enorme muralha entre toda aquela área residencial e o Guaíba. Ele também reconheceu que a concepção do projeto assim como está, exigirá modificações na atual legislação de ocupação urbana, tanto na questão da altura elevada dos prédios como, principalmente, na questão das centenas de apartamentos previstos, pois o Plano Diretor não permite a construção de moradia junto à orla *** . Ele alegou que a introdução de moradias se justificaria para dar segurança à área total. O que não se sustenta, até pelo exemplo do Centro de Porto Alegre, onde moram pelo menos 30 mil famílias que não têm outra alternativa e se constitui, segundo todos os levantamentos da Polícia, em área de alto risco. Sobretudo à noite, quando não há policiamento e só um dos serviços públicos municipais funciona, o do recolhimento de lixo. O único ganho aparente que a execução do projeto provocaria seria no âmbito econômico-social, diante dos empregos que geraria para sua construção e, posteriormente, pelas atividades de prestação de serviço que porventura viessem a ser oferecidos. O arquiteto chegou a usar o exemplo da uma padaria, que proporcionaria a oferta de pão quentinho para os freqüentadores do lugar. Como se a Zona Sul carecesse deste serviço. Também foi citada a marina integrante do projeto como fator propulsor do Turismo Náutico. Ora, eu lembraria que a administração municipal anterior, ao invés de incentivar os três clube náuticos existentes na Zona Sul – todos com exemplar infra-estrutura e que não escondem as dificuldades de manutenção, devido o enxugamento do quadro social ativo e pagante – optou por construir uma nova marina na extremidade sul do porto de cunho social, para fomentar o esporte náutico entre jovens carentes. Como não criou uma alternativa financeira para uma atividade de custos elevadíssimos, temos hoje uma marina nova e abandonada, sem contar na frustração daqueles que poderiam ter sido beneficiados com bolsas de cursos de navegação nas escolas dos clubes existentes, conforme lembrou meu filho, Márcio, que já atuou na Escola Barra Limpa, do Clube Jangadeiros. Aliás, em nenhum momento a gente teve qualquer informação sobre uma pesquisa de mercado quanto à necessidade dos serviços previstos e sobre uma garantia do resultado do empreendimento. Como ele vincula a moradia aos serviços, quem garante que só sejam construídos e vendidos os apartamentos ? Mas, a questão fundamental diz respeito ao meio ambiente. Questionado sobre os dejetos que o empreendimento acrescentaria ao já problemático saneamento na área, o arquiteto garantiu que um empreendimento desta ordem tem resposta para todos os problemas. Mas, não respondeu satisfatoriamente a uma questão levantada pela respresentante da Agapan na reunião expositiva. Se o mega-projeto não abriria um precedente para tornar a Orla do Guaíba uma nova Camboriú ? Talvez não respondesse, também, a uma provocação que meu filho me sugeriu: quantos abaixo-assinados serão necessários para a desistência da construção deste elefante-branco ? Provocação que me levou à reflexão de que, enquanto os empreendedores e seus tecnocratas vão buscar mudanças na legislação para erguer uma torre dentro de uma caixinha, os moradores da Zona Sul, os preservacionistas, os amantes da cidade e admiradores do por-do-sol portoalegrense precisam agir, se unir e se mobilizar. Sonhei até com um nome para a campanha, o qual submeto e ofereço aos companheiros de luta pela qualidade de vida na cidade: Movimento Guaíba Livre. * O autor é jornalista. email: sergio_becker@ig.com.br____________________________________________ Projeto do Estaleiro Só divide opiniões na CapitalA proposta de urbanização da área do Estaleiro Só, no bairro Cristal, em Porto Alegre, divide opiniões. O projeto, denominado Pontal do Estaleiro, será divulgado oficialmente hoje pelos empreendedores que arremataram a área - a SVB Participações e Empreendimentos. A proposta da SVB é instalar sete prédios, incluindo cinco residenciais, um comercial e um hotel internacional, além de uma esplanada pública, totalizando 100 mil metros quadrados de construção. A polêmica está relacionada à posição geográfica do terreno de 53.649 metros quadrados, localizado na orla do lago Guaíba, na avenida Diário de Notícias. A presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Meio Ambiente (Agapan), Edi Fonseca, é contrária a qualquer tipo de construção privada na beira do lago. "Os governos deveriam priorizar e propor o acesso público à orla. Isso é privatização, mesmo que se abra uma parte para acesso da população, no longo prazo significa privatização", opina. Edi lembra que há um projeto de recuperação do espaço que vai desde a Usina do Gasômetro até o bairro Belém Novo e que contempla a despoluição do Guaíba. A prefeitura já iniciou a retirada de bares da margem e a instalação de parques e praças. "O cidadão e o turista devem ter acesso ao Guaíba", defende, afirmando que, se houver proposta de mudança na Lei Complementar nº 470, de 2002, a Agapan vai mobilizar a população contra o projeto.O secretário municipal de Meio Ambiente (Smam), Beto Moesch, discorda. "Como um estaleiro já funcionou no local, que é privado, a área já está extremamente impactada", justifica. Ele ressalta, porém, que a proposta ainda precisa ser formalizada e que a Smam fará uma análise do impacto ecossistêmico, paisagístico e urbanístico da obra. Moesch espera não encontrar resistência para alterar a lei, já que a construção de prédio residencial, hoje proibida, pode ter um impacto menor que uma torre comercial. "Não vamos apenas defender, mas ajudar a acelerar o processo de aprovação da construção que vai beneficiar a população da Capital", afirma. O arquiteto e urbanista Nestor Nadruz, que integra o Conselho do Plano Diretor do município, ressalta a importância de uma análise viária da região. "Nada contra o projeto, mas atualmente a avenida (Diário de Notícias) é o único caminho para a Zona Sul da cidade. É preciso considerar que a instalação do Cristal Shopping e outros podem impactar a circulação da cidade", observa. O vice-presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), Carlos Alberto Santana, não tem conhecimento dos detalhes do empreendimento, mas avalia que, embora particular, a utilização da área deve levar em consideração a extrema importância paisagística e ambiental para Porto Alegre. Ao contrário do que informou o Jornal do Comércio, na edição de ontem, o Grupo Maggi não tem qualquer relação com o empreendimento que será desenvolvido na área do antigo Estaleiro Só, nem o empresário Fischel Báril faz parte do referido grupo. (Fonte: Jornal do Comércio e sites variados, como portoalegredosproblemas.blogspot.com/2007/11/um-monstro-ameaa-deitar-na-beira-do.html )*** Mas favela pode, como a favela que privatizou e tapou metade da orla do bairro Assunção, da marina Veleiros do Sul até os bombeiros.
Escrito por Ricardo Haberland às 18:11
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A Toyota repete o caso da Ford: Yeda é um novo Olívio ?
OPINIÃO DOS LEITORES
Sou um leitor dos comentários e textos seus (Políbio Braga), e aprecio suas posições e ponderações quando os assuntos são delicados. No caso do artigo sobre a não escolha do RS para sediar a fábrica da Toyota, gostaria de saber quem pode ter falhado nas negociações para que ela ficasse aqui e não fosse para SP? Pergunto porque quando foi o caso da Ford, o PT foi crucificado, particularmente o governo do Olívio que não teve o tino político adequado para evitar este erro histórico. E agora, quem estava negociando, pois nem isto fiquei sabendo pois parece que houve um "apagão" ou "blindagem" nas notícias negativas que foi a não vinda de uma montadora do porte de 1 Bi. para o RS. Agradeceria se o que efetivamente ocorreu fosse divulgado, para julgarmos o quanto o Estado efetivamente é ou não atraente aos investimentos, independente de quem nos representa. Vitor Dahm, Gravataí, RS.
Esperteza paulista ? Acredito que a esperteza do milênio foi "aquela festa" (ou seria um showmício?) do jogo Brasil x Argentina, patrocinada pelos mineiros, para iniciar a campanha para eleição do Sr. Aécio Neves que, no meu entender, seria vassalo da catrefa do Lula, que se não conseguir alterar autoritariamente a legislação eleitoral, visando um terceiro mandato, tentará ir com o bonitão. J F Silva, Porto Alegre, RS.
Nota do editor (Políbio Braga) - O caso da Ford foi bem diferente, porque no caso o governo e a Ford tinham assinado todos os contratos, produzido o anúncio e a montadora já estava até trabalhando a área de Guaíba. Apesar disto tudo, o Olívio Dutra e o PT preferiram maltratar a montadora e a mandaram de presente para a Bahia, torrando os R$ 800 milhões que Britto deixou de presente para afivelar o contrato final. Neste caso da Toyota, o governo estava trabalhando os japoneses, mas nunca houve promessa ou acerto algum. São Paulo decidiu o páreo. Apesar disto, Yeda, ao contrário de Rigotto, não parece demonstrar muita garra quando se trata de atrair empreendimentos de porte para o RS, deixando as coisas para seus secretários, embora dê a eles todo o apoio. Neste último caso da AmBev, a companhia se queixou ao editor das constantes dificuldades impostas por Yeda sequer para agendar data para o anúncio do investimento. Isto tem sido recorrente.
www.polibiobraga.com.br, 29/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 17:00
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Gerdau recomenda tolerância zero no Brasil
No artigo a seguir, publicado no jornal Zero Hora deste domingo, o empresário gaúcho Jorge Gerdau fala sobre o conceito de "tolerância zero", cujo exemplo mais emblemático é a experiência levada a efeito em Nova Iorque para combater a criminalidade.
 Jorge Gerdau Johanpeter - Foto: Mathias Cramer
No Brasil, o caso mais recente é o da lei seca, enquanto que no RS a manifestação mais em discussão é a que tomou boa parte do Ministério Público Estadual, uma grande parte de juízes e todo o comando da Brigada Militar, que decidiu acabar com as ilegalidades praticadas por grupos políticos criminosos, sobretudo o MST.
Não é apenas em casos emblemáticos como estes que o conceito se aplica, mas o desejável é que a tolerância zero atinja os mais altos níveis de decisões políticas, partindo dos escalões superiores do governo federal e descendo para os governos estaduais e municipais, passando pelos legislativos e pelo judiciário. Os escândalos diários são um péssimo exemplo para uma sociedade que por si mesmo já chegou a altos níveis de permissividade.
Jorge Gerdau, à frente dos seus negócios e também do PGQP, sabe bem sobre o que fala, porque a tolerância zero foi aplicada com rigor em todos os níveis de decisão, buscando o máximo de eficiência e resultado.

LEIA ARTIGO COMPLETO
Tolerância Zero, por Jorge Gerdau Johannpeter*
Por que somos tão tolerantes? Porque a complacência faz parte da nossa cultura. Isso vale tanto para as pequenas ações do dia-a-dia quanto para os grandes problemas públicos. Aceitar que alguém desrespeite uma lei ou um direito de outra pessoa é compactuar com o erro e também tornar-se responsável por ele. Coletivamente, esse comportamento restringe o nosso futuro, pois limita a capacidade de gerar desenvolvimento, reduz a credibilidade de nossas instituições, aumenta a incerteza quanto ao cumprimento de contratos e inviabiliza a criação de capital social.Mas, finalmente, começa a ganhar espaço no país o princípio da tolerância zero, buscando punir com mais rigor aqueles que descumprem as leis. Forjada pelo prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, durante a sua cruzada contra a criminalidade, a expressão passou a ser utilizada no Brasil em razão da nova legislação de trânsito, que proíbe o motorista de dirigir após a ingestão de bebidas alcoólicas.No Brasil, precisamos incorporar o princípio da tolerância zero ao nosso diálogo para, aos poucos, integrá-lo às atitudes da sociedade como um todo. Caso contrário, o que é fora da normalidade passa a se tornar banal, socialmente aceito, e o pior: muitos passam a praticá-lo. Quando toleramos que alguém jogue lixo na rua, por exemplo, significa que, no fundo, concordamos com o direito de jogarmos lixo em qualquer lugar. Trata-se de uma atitude de total desrespeito e que gera um custo para o Estado, o qual precisa direcionar recursos de outras áreas prioritárias para a limpeza urbana.Essa nossa complacência histórica resultou em uma falta recorrente de integridade comportamental, que se estendeu para a esfera política. Escândalos nacionais - como o do mensalão, das sanguessugas e do Detran - , somados ao descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, são sintomas de um profundo desrespeito com o patrimônio público, visando ao benefício de poucos e causando o prejuízo de muitos.O Rio Grande do Sul, que vivenciou o mais recente escândalo de corrupção no país, deve ser o primeiro a implantar medidas que evitem a ocorrência de novas situações no futuro. Um bom exemplo vem dos mercados de capitais, nos quais a transparência é essencial. Nos Estados Unidos, após escândalos contábeis de grandes corporações, foi criada a lei Sarbanes-Oxley, que regula as práticas das empresas de capital aberto e, hoje, serve como modelo mundial, evitando novos casos de fraude. Com a Sarbanes-Oxley, passou-se a exigir a co-responsabilidade de todos os executivos das empresas, exigindo que eles afirmem formalmente que não há qualquer tipo de desvio em sua área.Para as empresas, essa lei significou a adoção de uma nova cultura, justamente o que precisamos desenvolver em nossa sociedade. E, hoje, adotar uma postura de tolerância zero contra a corrupção e a falta de cidadania é o único caminho pelo qual poderemos retomar nossos valores. Sem eles, uma sociedade não se sustenta.Por que a experiência de erros e acertos do setor privado não é estendida para o Estado? Precisamos, antes de tudo, almejar que o Estado seja gerido por administradores profissionais, com plano de carreira. As melhores instituições são aquelas poucas em que essa prática é seguida, a exemplo do Itamaraty e do Exército, entre outros. Enquanto entregarmos a gestão do Estado para políticos, conduziremos esse processo ao amadorismo.Temos de aprender com os últimos acontecimentos e realizar uma mobilização contra interesses políticos e corporativistas, que buscam privilégios distorcidos e sem fundamento. O Estado e a sociedade como um todo precisam passar por um saneamento profundo, em benefício de todos. Afinal, dispomos de recursos escassos e, como cidadãos, não podemos permitir que um real sequer deixe de ser aplicado no desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul.
jorge.gerdau@gerdau.com.br * Empresário, presidente do Conselho de Administração da Gerdau.
Escrito por Gilberto Simon às 16:58
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Banrisul doa R$ 500 mil ao Projeto Multipalco
Banrisul anunciou, nesta sexta-feira (27), durante a comemoração dos 150 anos do Theatro São Pedro, em Porto Alegre, o repasse de R$ 500 mil ao Projeto Multipalco, atendendo orientação da governadora Yeda Crusius, segundo o presidente Fernando Lemos. Será através da Lei Rouanet. O Banrisul é um dos principais apoiadores do Multipalco, que terá mais de 13 mil m2 de área construída. Ele já investiu no projeto, desde 2003, R$ 4,8 milhões. No empreendimento funcionará o Teatro Banrisul, principal palco da obra com 380 lugares para a exibição de espetáculos teatrais, sinfônicos, musicais, de dança e cinema. Serão 700 m2 dotados dos mais modernos equipamentos e com acústica ideal.
www.affonsoritter.com.br
Escrito por Gilberto Simon às 16:47
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Blog interessante. Vale a pena visitar !
Pra quem se interessa por blogs interessantes, muito interessantes, envolvendo fotografia, propaganda, arte, cinema, arquitetura, não deve deixar de visitar o Blog do Daniel Simon !
Uma das últimas matérias postadas é sobre o edifício giratório de Dubai. Inclui video e fotos internas do projeto. Vale a pena visitar !
Clique aqui para entrar no Blog
 Retirado do Blog do Daniel Simon: http://danielsimonweb.blogspot.com/
Antes que perguntem se é meu parente, sim, é.
Escrito por Gilberto Simon às 20:52
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Governo do PT não quer cana-de-açucar e etanol no RS
O governo do PT passou recados ao governo gaúcho que não quer saber de plantio de cana-de-açucar em larga escala no RS.
. Na Fepagro, nesta sexta-feira, cientistas e técnicos reagiram indignados ao recado federal. O recado está contido no desenho feito sobre o zoneamento da cana-de-açucar no Brasil. O RS está fora do desenho, o que quer dizer que está fora do mercado de etanol. Caso não reaja, o Estado perderá até mesmo a planta de plásstico verde da Braskem (R$ 300 milhões).
. Etanol, segundo o governo Lula, só se for de São Paulo.
. O RS importa 98% do álcool combustível que consome.
Políbio Braga _____
Existe algum motivo plausível para o RS não estar no desenho do zoneamento da cana-de-açúcar? Mesmo que ainda não exista grande produção de cana no estado, há grandes investimentos previstos em decorrência do aumento e até mesmo da importação deste produto. Não quero saber de intrigas políticas, mas que tem algo muito estranho nisso, tem.
Escrito por Eduardo Mello às 23:28
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Theatro São Pedro completa 150 anos
Inaugurado em 1858, hoje, dia 27 de junho, o Theatro São Pedro está completando 150 anos.
Considerado um dos mais importantes e elegantes teatros do país, já abrigou centenas de espetáculos com artistas do mundo inteiro.
Parabéns Theatro São Pedro!
Uma homenagem do Blog Porto Imagem.
 Foto: Gilberto Simon - Porto Imagem
Escrito por Gilberto Simon às 20:00
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Justo paga pelo pecador
A nova lei do álcool zero na direção de veículos continua polemizando. Mais ainda enquanto não for regulamentada. Todos concordam no seu objetivo de reduzir os acidentes de trânsito, 70% deles misturados com álcool na direção. A pergunta dos que a questionam é por que sempre o justo paga pelo pecador, ou o comportado pelo não comportado. Antes do arrocho geral, a lei deveria ter aumentado a pena para os motoristas bêbados, dizem. Numa lista de 82 países, a nova lei seca brasileira é mais rígida do que a de 63 países, igual a de cinco e mais tolerante do que de outras 13. Se a autoridade do trânsito levar a sério a nova lei, vai provocar uma mudança na cultura das cidades, nas festas, nos restaurantes e nas próprias refeições em casa, sabendo-se que o álcool permanece no sangue pelo menos por quatro horas.
www.affonsoritter.com.br
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Mas sempre funciona assim. Nunca a lei vai ser tão específica. Eu concordo plenamente com esta lei. Deve ser regulamentada o mais breve possível. Já basta de tantas mortes causadas por bebida (70% como diz o texto acima). Já basta de tantos bêbados tirarem a vida de tantas pessoas que não beberam. Se esses que bebem querem se matar, que se matem. Mas deixem os outros viverem. Esse é o grande problema. O bêbado leva junto uma, duas, três ou mais pessoas para a morte. Aplausos a esta lei e a todos que colaboraram para sua aprovação. Lugar de bebida não é na direção. Se vai ser bom para os taxis : Bom que seja então ! E boa sorte para todos !
Existem 13 países com leis mais rigorosas. Então não estamos tão avançados assim.
Gilberto Simon
Escrito por Gilberto Simon às 19:25
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Porto Alegre terá novo mapeamento aéreo total !
O Diário Oficial de Porto Alegre publicou nesta quinta (26) o edital para contratação de empresa que fará o mapeamento aéreo do município. O aerolevantamento possibilitará a reestruturação da cartografia do município, atualização do cadastro imobiliário urbano e utilização de novas ferramentas de geoprocessamento. O último sobrevôo completo realizado em Porto Alegre ocorreu em 1982, com atualização parcial em 1987. O edital prevê, além do aerolevantamento, a inserção de dados coletados em um novo sistema cartográfico, que atende norma federal de padronização. A partir do mapeamento, a prefeitura contará com uma base de dados atualizada e padronizada. Essas informações poderão ser utilizadas por todas secretarias e departamentos da prefeitura. O aerolevantamento irá produzir informações co! muns a todos setores da administração e os mapas serão adequados ao sistema GPS, utilizado amplamente por governos de todo o mundo. Donos de imóveis irregulares já podem se preparar para enfrentar autuações. O mapa aéreo enxerga tudo.
www.affonsoritter.com.br, 27/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 19:17
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Provincianos dominam
Texto e foto de José Augusto Roth
"Recentemente tirei essas fotos a bordo de um avião ultraleve, as quais considero bastante significativas para avaliar o que podemos esperar para o futuro. Uma delas mostra todo o complexo do BIG e do BarraShoppingSul, além dos escombros do Estaleiro Só e os toldos do Cirque du Soleil.

Outra imagem que registrei mostra claramente a poluição provocada pelo despejo do Arroio Cavalhada no Guaíba, o que deverá ser eliminado com o projeto da nova estação de tratamento de esgoto na Serraria.
A comunidade está muito preocupada com a possibilidade de o projeto do Pontal do Estaleiro ser aprovado com as torres de edifícios de apartamentos, além do movimento do Museu Iberê Camargo e do BarraShoppingSul, que também tem previstas torres residenciais no seu projeto original.
De acordo com o site do BarraShoppingSul, o shopping vai integrar um complexo formado por um prédio comercial, um hotel, duas torres residenciais e um centro de eventos, em sintonia com a tendência internacional de desenvolver mini-cidades em torno dos centros de compras, lazer e serviços.
Mesmo com a duplicação da Avenida Diário de Notícias, a nossa rede viária estará preparada para receber o grande incremento no tráfego de veículos na região? Da mesma forma, a infra-estrutura de serviços como energia, água e esgoto terá capacidade para suportar a demanda proveniente do aumento da população? Essas são dúvidas e preocupações dos moradores."
ZH Zona Sul
Escrito por Ricardo Haberland às 09:44
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Finalmente hidrômetros individuais serão obrigatórios
Determinação aprovada pelos vereadores da capital permitirá controle do consumo
Uma prática consolidada em países como a Alemanha, que aos poucos está sendo adotada na construção civil da Capital, deve ser cristalizada pela lei que os vereadores aprovaram nesta semana.
Segundo profissionais da construção civil e do gerenciamento de condomínios, a individualização da conta de água nos futuros prédios é irreversível e promete acabar com dores de cabeça, permitindo o controle do que é consumido.
Atualmente, na maior parte dos edifícios residenciais, alguém que more sozinho, por exemplo, pode estar rateando a conta de água com um apartamento onde moram cinco pessoas. O consumidor solitário não faz força para fechar as torneiras porque, de qualquer forma, pagará pelo consumo dos demais. São dados internacionais que motivam a separação das contas em prédios comerciais e residenciais. Estudo divulgado por técnicos da Agência Nacional de Águas, em evento na Capital promovido pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) no ano passado, indica que a medição individual em condomínios reduz o consumo em cerca de 20%.
- Não tenho um levantamento de quanto, exatamente, aumenta o custo de uma construção. Mas não tem como voltar, é um caminho irreversível. Isso atrai compradores para o imóvel. A lei vai dar um impulso final a essa tendência - afirma o engenheiro civil Antônio Endres, da Bolognesi Engenharia, que há 30 anos atua no ramo.
O Dmae não deverá medir o consumo de todos os apartamentos de um condomínio, muito menos enviar contas. Isso seria feito apenas em unidades habitacionais de baixa renda. A posição do departamento é realizar a leitura do hidrômetro do ramal de entrada, além da emissão e da entrega da conta única do prédio. Para os outros edifícios, ficaria a cargo das administradoras.
- Fazer a cobrança não seria complicado para quem gerencia condomínios. É como já ocorre nos sistemas de gás central, se faz a verificação e se divide. Há formas modernas e tradicionais de fazer isso. Um zelador anotando todo o mês ou até por meio de sensor infravermelho - diz Ingo Voelcker, presidente da Auxiliadora Predial, empresa de gestão em condomínios.
Ele afirma que é viável para novas edificações, mas que para implementar em prédios antigos a situação muda. Segundo Voelcker, a quebra de paredes em todos os apartamentos deixa a operação com um custo desproporcional. O autor da lei, vereador Beto Moesch (PP), reconhece que, hoje, é caro. Mas no texto da lei, há uma esperança para deixar menos custosa a medida.
- Não podemos determinar que a prefeitura faça nada, o legislativo não define o que o executivo tem de fazer. Colocamos na lei que o poder municipal poderá cadastrar as edificações que se adequarem para futuro incentivo. Vamos aguardar a análise do prefeito - afirma o vereador.
Zero Hora
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Várias importantes cidades do Brasil já têm medição individual para consumo, que não só permite controlar gastos individuais, como também é uma medida ecológica: em condomínios onde a medição é unificada, isso é um desestímulo para as pessoas economizarem água. Um casal que mora só paga pela água consumida por uma família de cinco pessoas. Um usuário racional paga pela água utilizada por quem enche a banheira todos os dias. Isso é um estímulo ao esbanjamento.
Escrito por Ricardo Haberland às 09:30
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Bebeu e está dirigindo ?

Escrito por Gilberto Simon às 03:19
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Em breve no Porto Imagem, 250 novas fotos de igrejas
Serão mais de 250 fotos de igrejas, mais de 30 templos !
Aguarde. Você verá fotos como esta abaixo!
 © Ricardo Zanella - Porto Imagem
Escrito por Gilberto Simon às 01:19
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A Toyota decidiu construir no Estado de São Paulo seu novo complexo industrial no país, investimento de US$ 1 bilhão que envolverá uma linha de produção de automóveis pequenos e uma fábrica de motores. O anúncio oficial deverá ser feito no segundo semestre, com a presença do presidente mundial da companhia, Katsuaki Watanabe.
Fonte: http://www.valoronline.com.br/
Escrito por Gilberto Simon às 21:24
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Toyota esnoba RS e leva nova fábrica de US$ 1 bi para São Paulo
A Toyota esnobou o RS e resolveu botar sua fábrica de US$ 1 bilhão em São Paulo. Os japoneses nem se deram ao trabalho de avisar o governo gaúcho.
A partir de 2010, informou o jornal Valor, a nova fábrica produzirá 200 mil carros populares por ano.
Políbio Braga, 26/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 21:17
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Nova enquete no Blog
Veja na lateral direita, logo mais embaixo.
Escrito por Gilberto Simon às 23:44
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Perdigão confirma investimento no RS nesta quinta-feira
A Perdigão, maior empresa de alimentos do país, formaliza nesta quinta-feira (26), em Porto Alegre, o anúncio do investimento de R$ 70 milhões em empreendimentos nos municípios de Três de Maio e Bagé (RS). As novas unidades industriais deverão contemplar, especialmente, o processamento de leite em pó no Rio Grande do Sul.
Amanhã
Escrito por Eduardo Mello às 21:14
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Zona Sul de Porto Alegre ganhará via espressa até o Centro, pela orla do Guaíba
O prefeito José Fogaça já decidiu estender e duplicar a avenida Beira-rio que o prefeito Alceu Collares construiu em 1988. Ela fará junção à avenida Diário de Notícias, que o BarraShoppingSul duplica diante do seu shopping.
As obras de duplicação da avenida Diário de Notícias serão entregues em outubro.
Será uma opção de pistas duplas para a Zona Sul (a outra é a 3ª. Perimetral), pelo menos a partir de quem mora nos bairros Assunção e Tristeza.
Políbio Braga
 Av. Beira Rio - Foto: Gilberto Simon
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Não só os bairros Tristeza e Assunção serão beneficiados, mas também todos os outros bairros da zona sul que passam por alí para ir ao Centro. Essa via praticamente expressa até o Centro poderia ser uma alternativa a idéias que têm sido estudadas de tornar a Borges de Medeiros com mão única, formando um binário com a avenida Praia de Belas.
Uma via expressa junto à orla e a parques lembram suas precursoras Beira-Mar Norte, de Florianópolis, Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Salvador também tem uma, da Barra até Itapuã. Todas elas tem velocidade de 90 km/h. Mas se a de Porto Alegre for quase expressa, já é uma grande coisa. Além de que será um lindo passeio e atração turística!
Nossa orla é linda, e com inteligência podemos - e devemos - usá-la, seja com avenidas, seja com bares, parques, hotéis ou prédios. E isso não significa praticar um desastre ambiental. Os aterros e buracos feitos no século XX que foram. E não esqueçam que temos 70 quilômetros de orla. Usar o espaço somente até a Assunção para tornar o que pode ser um destaque nacional não é pecado nenhum.
A paisagem natural de Porto Alegre, com seus morros, lago e enseadas são das mais bonitas do Brasil. Ficaria muito feliz em assistir uma mudança na cultura e mentalidade dos portoalegrenses para descobrirem isso, e viver o nosso Lago Guaíba.
Escrito por Ricardo Haberland às 13:52
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Os Oito Problemas do Salgado Filho
Em reunião extraordinária da Comissão de Segurança Aeroportuária, Infraero expõe situações que ameaçam o funcionamento do aeroporto de Porto Alegre, como depredações e até tiros contra equipamentos
Alvo de depredações, furtos, invasões e até de bêbados arruaceiros, o Aeroporto Internacional Salgado Filho está apelando às autoridades. Em uma reunião extraordinária da Comissão de Segurança Aeroportuária, a Infraero, que administra o aeroporto, expôs a situação que ameaça o funcionamento do terminal de Porto Alegre e tem potencial, segundo avaliação do representante do Ministério Público (MP), para uma possível interdição se não for resolvida.
A Infraero preferiu não se manifestar ontem sobre a reunião ocorrida no começo da semana, alegando questão de segurança. Também não foram divulgadas imagens dos ataques que o aeroporto vem sofrendo.
O cenário revelado no encontro impressionou o MP, que participou da reunião com outros órgãos de segurança pública, a convite da Infraero.
- São problemas diversos, que vão da depredação ao furto, passando pela questão de trânsito. Situações como essas, se não forem resolvidas, podem acabar em uma interdição do Salgado Filho - avisa o promotor Renoir Cunha, da Promotoria de Direitos Humanos, que representou a Subprocuradoria-geral de Justiça para Assuntos Institucionais.
Na pauta do encontro, constaram os atentados ao patrimônio, principalmente aqueles que atingem equipamentos que auxiliam a navegação aérea. O atraso na substituição da antena que possibilita os pousos e as decolagens em dias de nevoeiro, o que gerou o fechamento do aeroporto por horas no final de maio, teve como uma das justificativas a depredação do equipamento que estava sendo instalado.
Outro problema que pode colocar em risco as operações no Salgado Filho, relatado na reunião, são as invasões da área do aeroporto. Carroceiros que vivem nas vilas Dique e Nazaré, localizadas no entorno, por mais de uma vez teriam cortado as telas para arrancar pasto para dar aos seus cavalos. Com a cerca rompida, cães e outros animais acabam entrando na área, podendo chegar até a pista.
Brigas constrangem os passageiros
As antenas, que auxiliam os pilotos nas decolagens e nos pousos, são alvo de furto e de vandalismo. Segundo o promotor Renoir Cunha, a cabeceira da pista onde estão as vilas Dique e Nazaré é o local que registra os casos mais graves. Na reunião foi afirmado que até tiros foram disparados contra os aparelhos.
Além do vandalismo, o promotor diz que causou perplexidade o relato dos constrangimentos e transtornos que perturbam passageiros. Uma das preocupações é o engarrafamento em dias de espetáculos no Pepsi On Stage, área de shows localizada em frente ao terminal, o que dificulta a chegada e a saída do aeroporto. Haveria ainda uma incidência constante de confusões provocadas por pessoas que, alcoolizadas, chegam a invadir o terminal de passageiros para brigar após os shows.
Os problemas no aeroporto afetam também quem estaciona no entorno por não achar vaga no edifício-garagem. Esses usuários, segundo relato na reunião da Infraero, podem ter o carro arrombado ou furtado. Desde o início do ano, já foram registradas 60 ocorrências, segundo o MP. Cunha vai repassar à Subprocuradoria-geral de Justiça para Assuntos Institucionais o relato dos problemas.
- O MP vai analisar as situações. Se identificar que o foco da maioria desses transtornos é a ocupação irregular na área, talvez haja uma forma de agilizar a remoção dessas pessoas - diz o promotor.
A remoção das vilas Dique e Nazaré permitiria o prolongamento da pista, obra que deverá começar no próximo ano. A transferência das famílias para um loteamento deverá ocorrer ao longo do próximo ano. A Infraero projeta ainda a ampliação do terminal de passageiros, com obras previstas para 2010. A construção de um novo edifício-garagem está nos planos.
Zero Hora
Escrito por Ricardo Haberland às 13:18
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A melhor notícia dos últimos anos !!!!
Senhores, o Ministério Público do RS resolveu dar um basta ao MST !
As coisas estão mudando muito no Rio Grande do Sul - e para muito melhor. Não se trata apenas do exemplo que o Estado passa ao País neste caso da tolerância zero em relação aos motoristas que dirigem com qualquer dosagem de álcool no sangue.
A notícia a seguir foi postada esta manhã neste mesmo espaço (Polibio Braga), mas ainda não se sabia que tipo de armação os deputados do PT estavam armando para a reunião ocorrida na Assembléia do RS.
Nesta terça-feira, na Assembléia do RS, a Comissão de Direitos Humanos do Senado tentou aprontar um factóide tendo o deputado Dionilso Marcon como protagonista, mas foi surpreendida com a divulgação de um documento de três páginas surrupiado do Conselho Superior do Ministério Público do RS, onde fica claro que os procuradores gaúchos decidiram acabar com a organização criminosa intitulada MST e suas práticas igualmente criminosas. O ponto alto da audiência foi a divulgação da ata do Conselho Superior do Ministério Público que deliberou a formulação de uma política de intervenção do MP pelo fim do MST, de suas escolas, pela investigação do Incra, da Conab e da Via Campesina. Em determinado trecho, o MP indica a investigação e a criminalização do MST. O documento de três páginas, sugere o impedimento de marchas, de deslocamentos dos ativistas, assim como a desativação de acampamentos (na semana passada, procuradores e juizes se uniram para acabar com os santuários comunistas do MST no RS). Também sugere o cancelamento do alistamento eleitoral dos agricultores sem terra nas regiões em conflito e a formulação de uma política oficial do MP com a finalidade de “proteção da legalidade no campo”.
O MST tenta há muitos anos tornar reféns a sociedade e o governo brasileiros, mas nos últimos meses ultrapassou todos os limites da legalidade, produzindo provocações de toda ordem. Nem o governo Lula aguenta mais o MST.
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Aleluia ! Aleluia ! A melhor notícia que eu poderia ter lido hoje !!!!! Parabéns Ministério Público !!! Esta notícia é muito boa, é excelente, pois tem grande implicação na economia deste estado. Os empreendimentos industriais das papeleiras poderão sair sem serem invadidos e destruídos pelo MST e cia. Entraremos numa nova fase da economia com essa nova postura do MP. Parabéns a todos os membros do MP !!
Escrito por Gilberto Simon às 21:21
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Bebeu e está dirigindo ?

Escrito por Gilberto Simon às 18:39
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Empresa indiana gera empregos no Parque Industrial da Restinga
Com oito meses de atividades no Parque Industrial da Restinga (PIR), a empresa indiana Neelam Aqua Speciality Chem (P) Ltd, fabricante de fertilizantes ecologicamente corretos, gerou 35 empregos no empreendimento em funcionamento na Restinga (Extremo Sul).
A empresa foi inaugurada em 21 de julho de 2007. O anúncio foi feito pelo assessor de projetos especiais da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) e gerente do Cresce Porto Alegre, um dos 21 programas de gestão da prefeitura, Adel Goldani.
Conforme levantamento dos técnicos da Smic, a empresa indiana arrecadou R$260 mil de ICMS em oito meses. Os fertilizantes produzidos na Restinga são exportados para países da América do Sul, sendo que o grande volume é consumido pelo mercado interno em especial a Região Sul. "A atração de novos investimentos foi um marco importante para o desenvolvimento da Restinga.
A empresa internacional ajudou a potencializar o PIR e desenvolver a região economicamente", avaliou o secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio, Léo Antônio Bulling. O anúncio de investimento na Restinga foi feito em dezembro de 2006, quando a empresa indiana fez a previsão de investir R$ 100 milhões na Restinga.
A prefeitura, governo do Estado e a Neelam Aqua Speciality Chem (P) Ltd projetaram um investimento de R$ 100 milhões nos próximos cinco anos no Parque Industrial da Restinga. Na época, o acordo foi assinado no Paço Municipal, pelo prefeito José Fogaça, o secretário da Smic, Idenir Cecchim, o então governador Germano Rigotto e o diretor da empresa, Avdhesh Mathur.
www.felipevieira.com.br, 24/06/2008
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Que ótima notícia para Porto Alegre. Eu sempre quis ver aquele distrito (parque) industrial decolar. Muito bom! Tomara que outras empresas sigam o exemplo desta indiana e invistam lá. Ainda tem muitos espaços. Já há mais de 20 empresas produzindo.
 Parque Industrial da Restinga, ainda inexpressivo na economia da cidade, começa a se consolidar, com mais de 20 empresas operando Foto: Ricardo Giusti / PMPA
Escrito por Gilberto Simon às 15:36
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Museu Iberê Camargo é destaque em site internacional de arquitetura
O site internacional ARCH DAILY destaca o Museu da Fundação Iberê Camargo. Vejam a matéria, com diversas fotos, clicando no link abaixo.
É Porto Alegre no MUNDO !
http://www.archdaily.com/2769/fundacion-ibere-camargo-in-porto-alegre-brazil-alvaro-siza/
 Foto: © Grazielle Bruscato
Escrito por Gilberto Simon às 15:04
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Boa notícia contra pichadores
Vândalos que destroem paradas de ônibus e enfeiam toda a cidade começam a ser punidos
Dois rapazes surpreendidos pela Guarda Municipal enquanto pichavam o Viaduto Jayme Caetano Braun, na Terceira Perimetral, em Porto Alegre, amargam as conseqüências do crime praticado.
Eles estão trancafiados há 13 dias no Presídio Central. Foram autuados em flagrante por dano qualificado (aquele que é praticado contra o patrimônio público). A pena prevista pelo Código Penal para esse tipo de delito é de seis meses a três anos de detenção.
Como eles tinham antecedentes pelo mesmo crime, o juiz não concedeu a liberdade provisória requisitada pelo advogado da dupla.
A prisão dos jovens aconteceu dia 11. Um adolescente que acompanhava a dupla foi encaminhado para o Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (da Polícia Civil) e internado com medida socioeducativa. O trio estava com três litros de tinta, um rolo de pintura e um telefone sem procedência. No viaduto, eles haviam pichado três letras.
Desde maio de 2006, quando foi implementado o Disque-Pichação (denúncia anônima e gratuita pelo telefone 153), a Guarda Municipal já realizou 146 prisões. O número de denúncias, 200 no primeiro ano, mais do que dobrou em 2007 (quando foram recebidos 463 telefonemas).
A promotora de Justiça do Meio Ambiente, Ana Maria Moreira Marchesan, pretende denunciar os dois jovens adultos. Ela não recorda de outro episódio em que pichadores tenham ficado tanto tempo presos no Rio Grande do Sul. Para ela, o episódio serve de lição.
Entrevista: Ana Maria Marchesan, Promotora de Justiça do Meio Ambiente
- Por que estes jovens pichadores estão há tantos dias presos?
Ana Maria Marchesan - Porque eles tinham antecedentes penais e também por outro motivo: mudou o enquadramento legal do crime que eles praticaram. O costumeiro é que o depredador seja enquadrado no crime de pichação, previsto na Lei de Crimes Ambientais e que estabelece de seis meses a um ano de prisão. Na prática, o jovem é preso e liberado em seguida, basta que o advogado requisite liberdade provisória. Desta vez foi diferente. O delegado da Polícia Civil enquadrou os delinqüentes por dano qualificado (ao patrimônio público), que prevê detenção por um período de seis meses a três anos. Aí fica mais difícil saírem do presídio no mesmo dia.
- A senhora concorda com esse enquadramento?
Ana Maria - Concordo e vou recomendar que sejam processados por esse artigo do Código Penal. O poder público investiu muito naquele viaduto, assim como nos monumentos que são pichados por toda a cidade. Dá muita dor de cabeça consertar o estrago que esses jovens fizeram, porque até para pintar de novo o viaduto, via de regra, é necessária licitação. Enquanto isso eles se divertem repetindo o crime. É hora de dar um basta. A prefeitura tem gasto três vezes mais com pintura, colocando um verniz antipichação, para prevenir a ação desses vândalos. Isso não pode continuar.
- A senhora prega uma espécie de Tolerância Zero, como aconteceu em Nova York?
Ana Maria - Com certeza. É uma pena que no Brasil não tenha chegado essa doutrina da Tolerância Zero. Se os pequenos delitos fossem punidos, talvez não tivéssemos grandes crimes. Os delinqüentes têm de ter certeza da punição, mesmo quando praticam atos de pequeno potencial ofensivo, como uma pichação. É pequeno, mas custa caro... E temos contado com a colaboração da Guarda Municipal e da população, denunciando, o que é muito bom.
Zero Hora
Escrito por Ricardo Haberland às 11:43
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AmBev anuncia oficialmente sua mega maltaria gaúcha
Os R$ 200 milhões que a AmBev confirmou nesta segunda-feira para construir a sua maltaria de Passo Fundo, produziram frisson no Piratini.
O secretário Luiz Fernando Zacchia já tinha avisado a Yeda que o ato merecia pompa e circunstância, não apenas pelo valor, mas também porque a maltaria seria a maior do Brasil, com produção anual de 240 mil toneladas. O título era da Maltaria Navegantes, também da AmBev, de Porto Alegre.
Polibio Braga, 23/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 21:54
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Porto Imagem recebe esboço-proposta de nova ponte sobre o Guaíba
Um leitor nos escreveu e propôs uma nova ponte sobre o Guaíba.
Vejam o texto dele e os gráficos, modificados com autorização pelo autor.
(...) ACREDITO QUE ESSE MODELO SE TORNA MAIS BARATO, PELA DISTÂNCIA SER MENOR SOBRE A ÁGUA E O RESTANTE PELO CHÃO, E TAMBÉM MAIS PRECAVIDO, POIS SE CRIARIA UMA ÚNICA PONTE PARA TER A MESMA FUNÇÃO DAS OUTRAS QUATRO, PENSO QUE, SE CONSTRUIRMOS UMA PONTE AO LARGO DA ATUAL, E DAR PROBLEMA EM UMA DAS PONTES À FRENTE, DE NADA VAI ME SERVIR AS DUAS PONTES JUNTAS DO GUAIBA. ESTA PONTE PARTIRIA DAS PISTAS CENTRAIS DA MAUÁ E SEGUIRIA EM LINHA RETA PARA APROVEITAR AO MÁXIMO O ESPAÇO SOBRE O CHÃO, E APÓS ISTO TERIA UMA LEVE INCLINAÇÃO PARA CHEGAR AO OUTRO LADO PARA DEPOIS ACOMPANHAR AS CASAS ATÉ A BR-116. (...)
José Mário Mg System Informática Ltda. www.mgsystem.inf.br

 Imagens modificadas com autorização do autor.
O debate está iniciado. Será realmente viável esta nova ponte ?
Escrito por Gilberto Simon às 18:51
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Ambev anuncia nesta segunda-feira projeto de unidade industrial no RS
A multinacional belgo-brasileira Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) anuncia hoje, às 15 horas, no Palácio Piratini, à governadora Yeda Crusius a instalação de uma nova unidade da empresa no Rio Grande do Sul. Além do Rio Grande do Sul, São Paulo e a Argentina disputavam o empreendimento. Fundada em 1999, a partir da incorporação da Brahma e da Antarctica, a Ambev é a maior indústria cervejeira da América Latina. É também a maior indústria brasileira de bens de consumo privada. Desde 2004, quando associou-se à Inbev, a empresa alcança também a América do Norte. Ao todo, 14 países consomem seus produtos.
www.felipevieira.com.br, 23/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 16:07
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Um dos símbolos de Porto Alegre é modificado
Palmeira localizada sobre a ponte da João Pessoa é cortada
A árvore havia sido plantada no local na década de 1940 e deve ser substituída
Funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente cortaram nesta manhã uma das oito palmeiras-da-california localizadas sobre a ponte da Avenida João Pessoa, no cruzamento com a Ipiranga. Para chegar ao topo da planta de cerca de 25 metros de altura, precisaram do auxílio de uma caminhão-cesto. O trabalho durou mais de uma hora.
Plantada na década de 1940, a palmeira-da-califórnia foi removida porque em abril técnicos constataram sua morte, depois de nove meses de tratamento contra um fungo que consumiu as folhas e o tronco. No local será plantada outra palmeira da mesma espécie, em data ainda não definida.
Escrito por Gilberto Simon às 00:46
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"Porto Alegre tem um imenso potencial"
Entrevista: José Paulo Mateus, Arquiteto português

Professor da Universidade Internacional da Catalunha, de Barcelona (Espanha), e fundador da Trienal de Arquitetura de Lisboa, o arquiteto português José Paulo Mateus visitou Porto Alegre nesta semana e ficou impressionado com a cidade. Um dos palestrantes do fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro, promovido pela Câmara Municipal, ele acredita que a Capital tem beleza "espantosa" e pode atrair visitantes de fora - se souber aproveitar o potencial do Guaíba. Para ele, o recém-inaugurado edifício da Fundação Iberê Camargo vai gerar uma peregrinação de arquitetos à cidade. Leia a entrevista:
Zero Hora - Qual foi a sua impressão sobre os potenciais de Porto Alegre?
José Mateus - Há cidades onde nós, passado um dia, não conseguimos identificar aspectos fortes que possam ser utilizados para reforçar a identidade e a capacidade de atrair pessoas. Mas aqui achei aspectos muito interessantes e fortes, como a topografia e a arborização. Um dele é a presença do Guaíba, que tem uma beleza, uma configuração e um potencial incríveis. O Guaíba deveria ser o enfoque de qualquer plano para a cidade. Ele é espantoso. Não sei se a gente de Porto Alegre consegue ter consciência disso, mas para quem vem de fora é algo notável.
ZH - Esse potencial está sendo mal aproveitado?
Mateus - Há cidades onde chegamos e percebemos que a vida é atraída para um lugar. Estive em Pisa, na Itália, há pouco tempo, e a vida flui em direção ao rio, que é um rio bastante modesto, mas que atravessa o Centro. À noite, as pessoas todas se aglomeram ali. Aqui, a sensação que eu tive ao circular de automóvel ao longo da orla ribeirinha era de que não havia uma presença de atividade humana, de funções e de dinamismo que tirasse partido do rio.
ZH - Em Porto Alegre, o que poderia ser feito para aproveitar o potencial do Guaíba?
Mateus - Criar para cada zona da cidade um concurso de idéias no qual todos os arquitetos e engenheiros poderiam propor diferentes visões. No caso da área central de Porto Alegre, o muro constitui uma opacidade, uma barreira que desde logo bloqueia o acesso e o visual. Já vi casos em que muros como aquele podem acabar por permanecer, com algumas fendas de passagem.
ZH - A justificativa para manter o muro é que ele protege a cidade contra cheias do Guaíba. Ele é realmente necessário?
Mateus - Houve alguma cheia que tivesse ocorrido desde que foi construído o muro? A mim disseram que não. A questão que coloco é se não vão passar cem anos em que as pessoas não fruíram o rio e em que não houve nenhuma cheia. Será que compensa pagar esse preço tão elevado? Não sei se não há outras formas de transformação, até topográfica. Acho que poderia ser interessante ver, por exemplo, como na Holanda (boa parte do país está abaixo do nível do mar) vencem esse tipo de problema.
ZH - Pensar em uma solução para aquela área do Guaíba poderia combater a degradação do Centro?
Mateus - Sem dúvida. O Guaíba seria o ponto de partida. O projeto teria de estabelecer a ligação entre esse espelho extraordinário de água e a cidade, produzindo pontos de atração, fluxos de ciclovias, equipamentos culturais, equipamentos lúdicos, etc. Eu circulei e vi imensa vida pela rua afora. Mas vi que era uma área decadente.
ZH - Porto Alegre tem potencial turístico?
Mateus - Quanto mais a cidade tiver pontos de atração como o rio, mais atraente se torna para quem vem do Exterior. Porto Alegre tem uma beleza extraordinária da zona ribeirinha que pode aproveitar. E agora tem o Iberê. Acho que vai haver uma peregrinação de arquitetos e depois de muita gente a Porto Alegre. Será um efeito Bilbao (cidade espanhola que passou a atrair visitantes depois de inaugurar um museu de arquitetura arrojada). Com a diferença de que Bilbao é feia. Cheguei aqui e fiquei surpreendido: esta cidade tem imenso potencial. Há cidades que não têm, que nós forçamos para encontrar justificativas para as pessoas irem ali. Nesta não é assim.
Zero Hora
Escrito por Ricardo Haberland às 22:12
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Só 2 entre 5.530 cidades brasileiras têm 8ª série com nível de país desenvolvido, segundo MEC
Em todo Brasil, só duas cidades gaúchas têm ensino de oitava série com nível equivalente ao de países desenvolvidos: Imigrantes e Três Arroios, cidades com população de 3 mil habitantes.
É o que mostrou a tabulação por municípios do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2007, divulgada nesta sexta-feira (20).
No restante dos 5.530 municípios com oitava séries avaliadas pelo MEC (Ministério da Educação), o desempenho das escolas públicas ficou abaixo de 6 numa escala de 0 a 10.
Para construir o indicador, o ministério leva em conta o desempenho dos alunos em testes de português e matemática e o percentual de aprovação. Quanto mais altas as notas dos alunos e quanto mais alunos "passam" de ano, maior o Ideb do município.
Segundo o MEC, o mesmo indicador aplicado aos países desenvolvidos daria uma média 6 - que é a meta para todo o país em 2022.
Sem "misturar" as notas dos alunos das escolas federais, estaduais e municipais, aparecem 13 redes com média superior a 6 - nove delas são federais.
É o caso das capitais Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Recife (PE), que têm médias que ultprassam 7 se analisadas apenas as escolas federais.
As médias das escolas estaduais e municipais nesses municípios, no entanto, trazem o Ideb dessas capitais "para baixo".
Quarta série
A situação é um pouco "menos pior" nas quartas séries. Dos 5.493 municípios com escolas públicas avaliadas pelo Ideb para essa série, 48 chegaram ao patamar estimado pelo MEC para todo o país em 2021.
Desses, 30 estão no interior de São Paulo, quatro em Santa Catarina, cinco no Paraná, seis no Rio Grande do Sul e três em Minas Gerais.
Segundo os dados do MEC, em nenhuma capital do país as escolas públicas atingem médias de países desenvolvido.
Fonte: Folha On Line / UOL
Escrito por Gilberto Simon às 23:31
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Hexion (insumos para MDF) inaugura nova fábrica no RS
Foi agendada para maio do ano que vem a inauguração da nova fábrica da paranaense Hexion, que produzirá em Montenegro toda uma linha de resinas e formaldeído para atender ao mercado de MDF.
O investimento na nova fábrica será de R$ 42 milhões. A construção é da Lamb Engenharia, de Canoas.
O desembarque de três mega-papeleiras no Estado já aquece toda a cadeia produtiva de base florestal.
Polibio Braga
Escrito por Gilberto Simon às 20:49
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O jornal A Notícia, da RBS, diz que Paraná ficará com a Toyota
A nova fábrica da Toyota ficará em São José dos Pinhais, onde já operama Volkswagen e a Audi.
Políbio Braga, 20/06/2008
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Será ? Aguardemos...
Escrito por Gilberto Simon às 20:48
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Banrisul eleito melhor banco público do Brasil
O Banrisul foi escolhido como o Melhor Conglomerado Financeiro do País no segmento público em 2007 pela revista Conjuntura Econômica, editada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro. O presidente do Banco, Fernando Lemos, participou da cerimônia de premiação, nesta quarta-feira (18), em São Paulo. Na avaliação do estudo, o bom desempenho obtido pelo Banrisul é resultado de uma série de ações para reestruturar a instituição, com a criação de novo modelo de gestão, participação dos empregados nos resultados da empresa e o ingresso no mercado de capitais. O ranking dos Melhores Conglomerados Financeiros do País foi publicado, com exclusividade, na revista Conjuntura Econômica de junho. O trabalho utilizou dez índices extraídos das demonstrações contábeis das instituições financeiras, balanço patrimonial e demonstrações dos resultados relativos a 2007.
Affonso Ritter
Escrito por Ricardo Haberland às 20:48
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Caminhos fechados
Bela Vista e Chácara das Pedras fecham suas tradicionais passagens para pedestres que cortavam os quarteirões
Andar a pé nos bairros Bela Vista, Boa Vista, Chácara das Pedras e Três Figueiras não é mais como antes. Marcas registradas da região, resquícios do loteamento feito no que hoje é primordialmente uma área residencial, estão sumindo: as passagens exclusivas de pedestres.

Não adianta procurar nos mapas das listas telefônicas ou da internet. Essas vias estreitas estão apenas em cartas detalhadas da prefeitura. Trata-se de uma parte antiga da cidade que, ao ser dividida para a venda, ganhou em seu desenho caminhos que serviram de atalho para moradores nas últimas décadas. Mas nos anos 90, uma série de queixas, segundo a prefeitura, começou a chegar por telefone e cartas.
- Na metade daquela década, muitas pessoas começaram a reclamar. Essas passagens estavam se tornando locais inseguros, pontos para consumo de drogas e atraindo vândalos. Tratávamos caso a caso, oferecendo então a possibilidade dos moradores fecharem a via comprando a área e a anexando ao pátio - explica Ricardo Albanus, da área de Patrimônio da Secretaria Municipal da Fazenda.

No começo dos anos 2000, o número de queixas fez a administração municipal sistematizar o processo. Os lindeiros, aqueles que têm residência no limite das passagens, foram procurados e receberam a oferta de adquirir o trecho vizinho. Segundo Albanus, praticamente todos foram contatados. A maioria das cerca de 60 vias como essas na região já foram fechadas ou estão em processo de fechamento.
- Houve uma adesão muito grande. Hoje, restam poucas vielas abertas, algumas foram adotadas por condomínios. As queixas que recebemos em relação a essa medida são poucas. Hoje, esse tipo de ruela não é mais criada na cidade - garante.
Alguns moradores lamentam mudança
Uma caminhada pela região revela que há moradores insatisfeitos com a mudança de fluxo. Caminhar com o cão ou simplesmente fazer uma compra próxima exige estar atualizado sobre os novos fechamentos. Caso contrário, é possível encontrar uma parede no meio do caminho, como ocorre hoje na passagem que ligava as ruas Estácio de Sá e Barbosa Gonçalves, perto da Avenida Nilo Peçanha.
- Era uma forma de caminhar, de pegar um ônibus, sem precisar transitar pela avenida (Nilo Peçanha), servia de atalho. Moro aqui faz uns 15 anos, nos acostumamos a usar esses caminhos - lamenta a treinadora de cães Natasha Duarte, 33 anos.
Entre o condomínio onde Natasha mora e o prédio da comerciante Márcia Reolon, 43 anos, há uma via modelo, que deve permanecer aberta. Com grama aparada e iluminação, a passagem entre a Estácio de Sá e a Ulisses Cabral é local tranqüilo para as crianças brincarem. Uma câmera voltada para a via mantém a segurança.
- É uma pena perdermos esses caminhos - lamenta Márcia.
ZH Bela Vista
Escrito por Ricardo Haberland às 20:45
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Projeto (do shopping Alto Norte) passa por ajustes
Após realizar ajustes viários e de volumetria, solicitados pela prefeitura, a empresa responsável pelo Shopping Alto Norte, Beralv Participações S.A., deve encaminhar o projeto para a Comissão de Análise Urbanística e Gerenciamento (Cauge), que estudará a viabilidade do empreendimento. Após aprovação da Cauge, o projeto segue para o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (CMDUA) e, caso não haja necessidade de alterações, as obras podem começar em até um mês.
ZH Lindóia
Escrito por Eduardo Mello às 00:23
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RS receberá ajuda americana contra burrocefalose
Não se preocupe porque esta doença, a burrocefalose, embora letal, não atinge apenas políticos.
. Segundo soube em primeira mão esta páginas, o que está em jogo é a decisão do Estado norte-americano do Novo México quer assinar um convênio inédito com o RS. A intenção é formalizar parcerias para o desenvolvimento de projetos bilaterais, inicialmente nas áreas de telemedicina e energia.
. O Novo México está interessado no carvão gaúcho.
. Como contrapartida ao carvão gaúcho, os americanos oferecem tecnologia para pesquisa e desenvolvimento em saúde. O Novo México desenvolveu a primeira vacina contra o antavírus, causador da burrocefalose, altamente letal. O RS, como vários Estados brasileiros, sofre um surto da doença.
Políbio Braga
Escrito por Eduardo Mello às 23:54
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Saiba por que Canoas quer metrô aéreo
Se depender da prefeitura de Canoas, o metrô de superfície, o Trensurb, terá que sair do chão para ultrapassar a cidade por elevação.
. Palavra do prefeito Marcos Ronchetti.
Políbio Braga
Escrito por Eduardo Mello às 23:52
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AmBev botará maltaria de R$ 200 milhões em Passo Fundo
A AmBev decidiu nesta quinta-feira que sua nova unidade de maltaria será construída em Passo Fundo. O investimento será de R$ 200 milhões. A fábrica vinha sendo disputada também pela Argentina.
. A conquista da nova unidade deve-se muito ao secretário de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais, Luis Fernando Záchia, que trabalhou duramente para atrair a empresa para o RS.
. A AmBev avisará sua decisão a Yeda Crusius.
. A fábrica é um retorno, já que a AmBev surgiu da fusão da gaúcha Brahma com a paulista Antarctica.
Políbio Braga
Escrito por Eduardo Mello às 23:51
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Dupla GRE-NAL deve gerar R$ 1 bilhão em investimentos
Na Federasul, presidentes de Grêmio e Inter falaram sobre novos estádios
Os presidentes Paulo Odone, do Grêmio, e Vitorio Piffero, do Inter, anunciaram ontem na Federasul que os clubes devem gerar, juntos, mais de R$ 1 bilhão em investimentos ao Estado com a construção da Arena e a revitalização do Beira-Rio e entornos.
A maior parte do dinheiro deve vir da Arena do Grêmio, que tem o início das obras previsto para o ano que vem e a conclusão para 2012. Cerca de R$ 300 milhões serão gastos no novo estádio e R$ 700 milhões com a construção de um complexo multiuso para exposições, shows e concertos. Além disso, haverá um complexo comercial e hoteleiro no entorno do estádio. A área escolhida para as construções foi o bairro Humaitá, na Zona Norte. O grupo português TBZ, que associou-se à construtora brasileira OAS, venceu a concorrência para realizar a obra. Em 20 dias, entregará ao clube o projeto definitivo.
— Os padrões serão superiores aos exigidos pela Fifa — disse Odone.
Já o projeto de remodelação do Beira-Rio, denominado "Gigante Para Todos", está em andamento desde 2002. Entre as novidades, a revitalização de todo o entorno do Guaíba, com a construção de shopping, realocação das escolas de samba, construção de um pavilhão de exposições de 30m², estacionamento com 2 mil vagas, construção de uma marina, entre outros.
— Queremos transformar umas das áreas mais nobres da cidade no maior ponto turístico da Capital.
As obras, orçadas em cerca de R$ 250 milhões, devem servir como estímulo à exploração turística do eixo que começa na Usina do Gasômetro Vão gerar também 2.850 empregos.
Zero Hora, 19/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 14:28
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Governo Lula boicota 29 novas usinas eólicas previstas para o RS
O governo federal está emperrando a implantação de 27 novos parques eólicos no RS. A única usina eólica de produção de energia em operação no Estado, com proteção do Proinfa, é a Ventos do Sul, de Osório. A outra usina, a da Tramandaí, da alemã Innovent com a gaúcha Elebrás, vai começar a ser construída agora, porque durante três anos foi torpedeada pela Eletrobrás. Os dois grupos venceram todas as demandas em juízo.
O problema das novas usinas decorre do fato de que apenas em 2009 o ministério de Minas e Energia pretende realizar leilões para a compra de energia eólica , medida que poderia atrair investidores nos projetos.
Estudos da secretaria de Infra-Estrutura e Logística dão conta de que os parques poderiam produzir metade da energia gerada atualmente no RS. O suficiente para atender uma área com 3 milhões de habitantes.
O Estado tem um dos maiores potenciais de geração de energia eólica do país. Já conta com o maior parque da América do Sul, em Osório.
Políbio Braga, 19/06/2008
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Esta é uma notícia muito negativa para o Rio Grande do Sul. Retarda o nosso desenvolvimento. O governo federal, definitivamente, há anos, protege os estados do Nordeste em detrimento dos estados do Sul/Sudeste, que são os estados mais desenvolvidos do país. Temos que dar um basta a isso.
Gilberto Simon
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Bastidores do empréstimo de US$ 1,1 bilhão do Banco Mundial ao RS:
Pedro Simon ganhou o dia, mas nem de longe dá para ignorar o que fizeram durante a semana os senadores Paulo Paim, do PT, e Sérgio Zambiasi, do PTB. Zambiasi costurou tudo nos bastidores, aparou arestas, abriu caminho. E Paim ? Bem, foi Paim quem acendeu o sinal amarelo, ao passar para a jornalista Talina Optlitz, do Correio do Povo, a informação de que numa reunião na casa do senador Eduardo Suplicy, Mercadante emitiu sinais claros de que o governo não queria que o pedido de aval ao empréstimo fôsse enviado.
O governo de Lula e o PT, espertos e manhosos, ficaram mal com os gaúchos.
. A idéia que está por trás de toda essa sucessão de maldades do governo federal, era sangrar um pouco mais o governo Yeda, numa hora em que ele está fragilizado. Sem o empréstimo, seria fácil dizer que nem o Banco Mundial quer saber do governo do RS. Afinal, trata-se do maior empréstimo de toda a história do banco para um ente público da América Latina. E os interesses do povo do Rio Grande do Sul ? Ora.
Polibio Braga
Escrito por Gilberto Simon às 13:35
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Votaram CONTRA o fim das carroças em Porto Alegre
Estes foram os vereadores que votaram CONTRA o fim das carroças, o fim da subprofissão, o fim da miséria entre os carroceiros e o fim dos maus tratos aos cavalos:
- PT: Sofia Cavedon, Maria Celeste, Margarete Moraes, Guilherme Barbosa, Carlos Todeschini, Carlos Comasetto e Aldacir Oliboni. - PTB: AlceuBrasinha - PSDB: Luiz Braz - PMDB: Dr. Raul. - PPS: Elias Vidal
Só pra ficar registrado!
E vale realçar que o Vereador Adeli Sell, do PT, votou a favor da lei, contrariando a sua bancada toda. Parabéns Adeli ! É assim que se faz um homem de verdade! Fiel aos seus princípios!
Escrito por Gilberto Simon às 13:29
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Patrimônio de Porto Alegre
Zequinha faz parte das referências portoalegrenses
Qual a maior torcida da Capital, Grêmio ou Inter? Os porto-alegrenses são suspeitos para dar a resposta certa. Mas existe um terceiro time que ganha a simpatia de todos na cidade: o São José.
Quando o pequeno Zequinha joga contra o Inter, a torcida azul e branca ganha o reforço dos tricolores. E quando o rival é o Grêmio, é a vez dos colorados se juntarem ao público do São José. Por isso o time da Zona Norte, que completou 95 anos em maio, leva na bandeira o título de "o mais querido do RS".
- Tu pode ser gremista ou colorado, mas teu segundo time com certeza será o Zequinha - arrisca o presidente do clube, José Paulo Conceição Fernandes.
Desde a década de 40, o clube é uma referência para a comunidade da Zona Norte. A sede atual foi inaugurada em 24 de maio de 1940. Antes, o time utilizou seis campos de futebol. Hoje, depois da reforma na área social e de uma arquibancada nova, frutos da parceria com a Multisom, o estádio tem capacidade para mais de 10 mil pessoas e recebe eventos importantes, como jogos dos campeonatos Sul-Americano Sub-15 e Brasileiro Sub-20.
Conceição trabalha no clube há cerca de 15 anos e é torcedor desde criança. Começou a se aproximar mais do Zequinha jogando com os veteranos. Aos 60 anos, conta que a cada dia que chega para trabalhar, se impressiona com as mudanças no lugar e na região.
- Vivencio esse crescimento diariamente. Aqui o concreto tomou conta para melhor - diz o morador da Zona Sul.
O convívio no clube e em especial com torcedores mais antigos dá autoridade ao presidente para relembrar histórias desses 95 anos do Zequinha. Recentemente o time perdeu seu mais antigo ex-presidente, a "memória viva" do clube, nas palavras de Conceição. No dia 14 de junho, morreu Darci Van Der Hallen, que, aos 94 anos, continuava indo ao estádio para ver o time do coração ou simplesmente para contar as histórias a outros torcedores.
O clube que conta com 600 meninos em suas escolinhas cuida de praças da região em contrapartida à prefeitura, que cede as áreas para treinos. Mas não só para a comunidade da Zona Norte o São José é importante. O Zequinha deixou sua marca no futebol: foi o primeiro time da América do Sul a viajar de avião, em 1927. O vôo de Porto Alegre a Pelotas levou duas horas e meia - pouco menos que se leva hoje para ir de carro de uma cidade a outra. Mas isso - e os imprevistos como o peso dos sobretudos do grupo que não foi calculado e atrasou a partida do hidroavião - são detalhes que tornam a história de 95 anos do clube ainda mais rica.

Uma trajetória que já vislumbra o centenário. A cinco anos da data especial, a direção planeja uma grande festa, onde todos - inclusive gremistas e colorados - serão bem-vindos.
ZH Lindóia
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Zequinha não é referência de Porto Alegre somente pelo time de futebol: sua churrascaria de mesmo nome também fez fama e já foi um ícone das churrascarias da cidade, uma visita quase obrigatória aos "extrangeiros" em visita à capital, e até mesmo local de encontros e conchavos políticos no o auge de sua fama, nos anos 80. De lá que veio o deputado Antônio Daut, momentos antes de seu assassinato, em 1988.
É importante que os portoalegrenses conheçam esse pequeno time de futebol da cidade, e que não vire apenas uma lembrança saudosa como outros grandes times que já entraram para a história da cidade: o Renner e o Cruzeiro já humilharam muito os inesperientes Inter e Grêmio...
Escrito por Ricardo Haberland às 08:55
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Multiplan lança empreendimento em Porto Alegre
Escrito por Eduardo Mello às 00:41
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Fórum de encerramento Porto Alegre - uma visão de futuro TERÁ JAIME LERNER
Dando continuidade ao ciclo de eventos Porto Alegre - uma visão de futuro, está marcado para o dia 22 DE JULHO o seu encerramento. Nesse próximo encontro serão retomadas as quatro temáticas dos eventos anteriores, Mobilidade Urbana, Desenvolvimento Econômico, Urbanismo Sustentável e Dinâmica e estética Urbana. Estão confirmados os seguintes palestrantes: Sr. Jordi Borja - internacionalmente conhecido como um dos grandes nomes do urbanismo contemporâneo, figura destacada no processo de reforma urbana de Barcelona  Barcelona teve grandes mudanças em seu urbanismo Foto: http://adefesadefaro.blogspot.com/
Sr. Jaime Lerner - Arquiteto e Ex-Governador do Paraná, figura decisiva na bem sucedida experiência de desenvolvimento urbano de Curitiba e também grande nome do urbanismo atual.  Jaime Lerner, Ex-Governador do Paraná, dentro de uma estação-tubo de ônibus em Curitiba
Portanto, será imperdível o encerramento do evento. Compareçam !
Escrito por Gilberto Simon às 22:29
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Papeleiras atraem outros investimentos ao RS
Instalada no município de Portão, RS, a indústria Demuth Machines Máquinas Industriais anunciou que poderás triplicar a sua produção atual de máquinas para a produção de celulose. O diretor da empresa, Fredo R.G. Demuth, foi ao governo. Não é o único caso de indústrias e prestadoras de serviços que desembarcam na esteira dos mega-investimentos anunciados por Aracruz, VCP e Stora-Enso. Por outro lado, a AES avisa que vai levar embora sua mega-térmica de Uruguaiana A AES avisou que vai embora de Uruguaiana. A usina a gás de 500 MW não consegue trabalhar porque falta gás !!!!!!! Polibio Braga
Escrito por Gilberto Simon às 22:20
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Continua o Fórum PORTO ALEGRE - UMA VISÃO DE FUTURO
3 grandes profissionais do mundo da arquitetura foram os responsáveis pelas palestras que nortearam as discussões na 4ª Edição do PORTO ALEGRE - UMA VISÃO DE FUTURO, realizado hoje, o dia inteiro, na PUC.
 Foto: Ramon Nunes
Foram eles:
José Paulo Mateus - Lisboa - Portugal
Fausto Nilo da Costa Júnior - Fortaleza - Ceará
Moacyr Moojen Marques - Porto Alegre
Arquiteto português defende valorização dos vazios urbanos
 José Paulo Mateus - Arquiteto - Lisboa, Portugal (Foto: Ramon Nunes)
A necessidade de valorizar os vazios urbanos e evitar a banalização dos empreendimentos imobiliários foi defendida, nesta quarta-feira (18/6), pelo arquiteto português José Paulo Mateus, comissário da 1ª Trienal de Arquitetura e Urbanismo de Lisboa, realizada em 2007. Mateus foi o primeiro palestrante do painel Dinâmica e Estética Urbana, no quarto dia do fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro, promovido pela Câmara Municipal no teatro do Prédio 40 da PUCRS.
A busca por novos caminhos para o desenvolvimento de Lisboa motivou a idéia de realizar a 1ª Trienal de Lisboa, inspirada nas bienais internacionais de Arquitetura, entre elas a de São Paulo, informou o arquiteto. Sob o tema-chave Vazios Urbanos, a Trienal durou dois meses, reunindo conferências, exposições e atividades das quais participaram múltiplos parceiros.
A Trienal teve como objetivo central discutir o papel da arquitetura na resolução dos problemas da cidade. Nesse sentido, segundo Mateus, foram apresentadas experiências e propostas para o aproveitamento dos vazios urbanos. A principal delas, entre as citadas pelo arquiteto, foi a transformação de uma área industrial desativada, degradada e isolada, à beira do Tejo, em parque da Expo 98. Hoje, conforme Mateus, aquela região conta com estruturas como teatro, marina e Oceanário, um dos grandes atrativos de Lisboa.
Entre os projetos para os vazios de Lisboa em andamento, Mateus destacou a reurbanização da área do Aeroporto da Portela. O aeroporto está incrustado em região fortemente habitada, devendo ser transferido para a zona sul da capital portuguesa. Na busca de propostas para a área desativada, foi lançado um concurso, do qual surgiram também idéias de reaproveitamento da atual estrutura física do aeroporto.
Outra grande oportunidade de desenvolvimento para Lisboa em estudo, conforme Mateus, está no aproveitamento integral do Estuário do Tejo e de suas regiões ribeirinhas, o que inclui a integração das margens. "Porto Alegre tem potencial semelhante ao de Lisboa; bastaria que se organizasse nesse sentido", sugeriu.
Mateus afirmou que o grande número de projetos para os vazios de Lisboa resultou da mudança de mentalidade dos gestores públicos, arquitetos, engenheiros e empreendedores imobiliários. "Durante muito tempo, os espaços públicos foram maltratados", lembrou. "Hoje sabe-se a importância de exigir uma abordagem cultural nos projetos de arquitetura", afirmou. "A mente aberta dos empreendedores é fundamental para o desenvolvimento e a qualificação da vida nas cidades."
Revitalização de área portuária considerou situação da região
Fausto Nilo da Costa Júnior, arquiteto responsável pelo Projeto do Centro de Cultura Arte Dragão do Mar, de Fortaleza, foi o terceiro palestrante da manhã desta quarta-feira (18/6), no fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro, realizado na PUCRS.
Em seu pronunciamento, Costa Júnior lembrou que, quando o governo daquele estado decidiu revitalizar uma área portuária, antiga Praia do Peixe, hoje conhecida como Praia de Iracema, convidou cinco escritórios para apresentarem projetos para o local.
O arquiteto, do escritório vencedor, lembrou que sua equipe buscou uma idéia voltada à um centro cultural que adequasse aquele bairro, com seus valores e história, ao contexto da cidade. “Tivemos sérios problemas. A história urbana de Fortaleza é muito diferente das demais. O solo é muito irregular. Tiramos leite de pedra”, ressaltou dizendo que daí surgiu o Projeto Arte Dragão do Mar.
Desafio
Relatou que no local existia um porto degradado. “Nosso desafio era transformar aquela área, na medida do possível, num elemento que despertasse o interesse da população, pois lá não existia a cultura do turismo”. Costa Junior informou ainda que na proposta apresentada, foram levadas em conta todas as características do local. “Lá existia uma praça habitada por motoristas de caminhões, uma biblioteca pública desativada, e um desnível de 100 metros no solo”.
Também disse que havia uma avenida de aproximadamente 500 metros, onde vendiam artesanatos. “Precisamos levar em conta todos esses elementos. Por isso consideramos que o Centro deveria ser um edifício conector dessas condições”. Outro fator importante levado em conta, conforme Costa Junior, era o de que o local deveria despertar o interesse dos jovens na exploração do espaço. “Todos sabemos da importância dos jovens em lugares como esses”. Disse ainda que os idosos, deficientes também foram privilegiados.
Shows
Costa Junior concluiu dizendo que atualmente uma verdadeira multidão visita o local nos finais de semana e nas noites em que têm shows. “Nossos espaços ficam totalmente ocupados. Os teatros apresentam shows, sejam ao ar livre ou em locais fechados”. Comunicou ainda que já foi solicitada uma área como complemento para outras atrações culturais. “Isso só demonstra que nossa iniciativa deu certo”.
Influência americana prejudicou patrimônio histórico, diz Moojen
O arquiteto Moacyr Moojen Marques traçou um histórico das mudanças na paisagem urbana da Capital a partir de alterações no traçado viário da cidade e nos planos de urbanização aplicados no município. Disse que, por influência da arquitetura norte-americana, a região central perdeu boa parte de seus prédios históricos, que foram substituídos por arranha-céus. "Aquele momento (de predomínio da influência dos EUA) mudou a história da cidade, com prejuízos ao patrimônio histórico."
Moojen citou como exemplo de modelo de presrvação da paisagem histórica a cidade de Paris, assim como as principais cidades européias em geral. Segundo ele, tais cidades não foram influenciadas pela cultura dos arranha-céus disseminada a partir de Nova Iorque. "O Centro de Paris é formado por palácios, o que impõe respeito. Por lá, não se fazem torres."
Para o arquiteto, o Plano Diretor de 1979 foi um avanço importante no sentido de preservar o patrimônio histórico de Porto Alegre. Explicou que a partir daquele plano surgiram as chamadas compensações, pelas quais a construção de um edifício, por exemplo, ficou condicionada à preservação de algum prédio histórico.
Como contribuição pessoal para melhorar o Centro da Capital Moojen apresentou uma proposta que prevê a criação de uma passarela que ligaria a Rua dos Andradas ao Guaíba. "Seria uma ligação sem interferências, sem que as pessoas precisassem dividir espaço com os carros." A idéia do arquiteto inclui um caminho que iniciaria na Andradas, passando pela Galeria Chaves, uma passarela sobre a José Montaury em direção ao Mercado Público e uma ligação entre o Mercado e o Guaíba. Moojen ainda projetou a construção de uma torre junto às docas, que se destacaria pela localização e pela altura, tornando-se assim um símbolo da cidade, a exemplo do que ocorre com a Torre Eiffel, em Paris.
Oficinas sugerem modos de preservação e desenvolvimento da cidade
Na discussão de idéias para o tema Desenvolvimento da Cidade e Estética Urbana, o fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro desta quarta-feira (18/6) teve como tópicos das oficinas: Identidade urbana e dinâmica de bairros; Patrimônio arquitetônico: criação e preservação; e Paisagens, shoppings, praças, parques e monumentos. Após as reuniões individuais dos três grupos, os coordenadores apresentaram as principais colaborações para todos os participantes das oficinas.
Identidade urbana e dinâmica de bairros
Na oficina sobre Dinâmica e Estética - Identidade Urbana e Dinâmica de Bairros, coordenada pelo arquiteto Rômulo Krafta, os participantes discutiram como promover a melhoria nos bairros sem que eles percam as características que lhes dão identidade. Entre as soluções apontadas estão medidas de controle e gestão: melhorar a estética dos prédios, construção de edificações que respeitem a identidade dos bairros, a qualificação da paisagem, a elaboração de projetos para cada bairro e o planejamento mais complexo de impactos viário, ambiental e social. "Na discussão sobre visão de futuro, chegou-se à conclusão de que devem existir valores para a conformação do espaço urbano, a convivência com diversidade de culturas e a descoberta da vocação de cada bairro", explicou Krafta.
Como projetos ou medidas de transformação, foram indicados a realização de memoriais dos bairros, a revitalização dos morros, a elaboração de planos com a identidade de bairros, espaço para pedestres e o tombamento de prédios antigos. Como medidas de participação e educação, os oficineiros indicaram a necessidade de consultar e envolver a comunidade, incentivar e fortalecer as associações de bairros, a realização de programas educacionais e o fortalecimento da comunicação dos bairros e dos seus canais com o poder público.
Patrimônio arquitetônico: criação e preservação
Divididos em quatro grupos, 25 participantes da oficina coordenadora pelo professor da Ufrgs, arquiteto Carlos Eduardo Comas, discutiram propostas para uma cidade "bela, inteligente, produtiva e amistosa!". Comas acredita que Porto Alegre tem "virtudes e grandes oportunidades, como o Cais do Porto e a Orla do Guaíba, mas temos que enfatizar o desenvolvimento da criação e da preservação". Ele ressalta que o grupo sugeriu a recuperação do poder público como regulador destas questões.
Entre as propostas apresentadas estão a continuidade entre os PDDUAs (Plano de Desenvolvimento Urbano Ambiental) com ênfase para as questões das áreas de interesse cultural. Outro ítem sugere a articulação das parcerias público-privada. O grupo destacou também a revitalização do 4º Distrito e a Orla do Guaíba, bem como o aproveitamento de possíveis verbas para a realização de jogos da Copa de 2014 em Porto Alegre para que sejam investidas em transporte e hotelaria, por exemplo.
Paisagens, shoppings, praças, parques e monumentos
Cerca de 30 pessoas responderam à pergunta "Em relação aos elementos mais visíveis da estéstica urbana de Porto Alegre, o que pode melhorar?". A antropóloga Tânia Rossari, coordenadora da oficina, explicou que a intenção era de avaliar em que medidas a população pode contribuir para isso. "O que envolve estética urbana também envolve auto-estima coletiva. Quando temos um olhar da comunidade que qualifica a cidade, a tendência é avançar esteticamente", considerou.
Entre as propostas que surgiram ao longo dos debates figuram a promoção da sinalização turística do patrimônio arquitetônico da cidade, revitalização do centro histórico com provimento de segurança 24 horas, inserção de novos monumentos em praças e jardins, fim da fiação aérea para preservar a arborização de Porto Alegre, limitação da dimensão dos shopping centers, acessibilidade universal para passeios públicos, fomento à discussão sobre o cercamento de parques, aumento das ciclovias e aproveitamento do Cais da Mauá para atividades sociais e turísticas.
Matéria integralmente retirada do site da Câmara Municipal de Porto Alegre
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Foram bastante produtivas hoje as oficinas do fórum. Especificamente a que participei, relativa às paisagens, shoppings, praças, parques e monumentos da cidade teve bons momentos de discussões, bem embasadas. Este é um assunto riquíssimo e muitas vezes é relegado ao segundo plano. Uma das coisas que mencionei, após termos chegado a conclusão de que os shopping centers fazem a população das cidades darem as costas pra cidade, é que as prefeituras poderiam criar mecanismos que exigissem dos empreendedores de grandes shopping centers que investissem no entorno dos seus templos de consumo. Quando as pessoas entram em um shopping, entram em um lugar fechado, sem contato com a cidade, sem janelas (em grande parte) e ao meu ver, esses próprios shopping centers poderiam revitalizar as áreas para que a população as utilizasse mais, e com mais segurança.
Por exemplo: o BarraShoppingSul vai inaugurar no dia 30 de outubro próximo. Ele terá grandes janelas e varandas dos seus restaurantes e fast-foods, para o Guaíba. Mas olhem a área em que ele está situado. Esta área toda merece um tratamento paisagístico de primeira, para que as pessoas possam curtir o Guaíba e a sua cidade de forma satisfatória, não no meio do mato, sem qualquer investimento da prefeitura e/ou privado.
Vejam a imagem:
 BarraShoppingSul - a área à direita da imagem deveria ser urbanizada Imagem: www.barrashoppingsul.com.br
Escrito por Gilberto Simon às 21:57
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Empréstimo ao RS está em perigo
O cerco do governo federal sobre o governo gaúcho continua e agora já ameaça o empréstimo de US$ 1,1 bilhão que o Banco Mundial concordou em conceder ao RS para melhorar o perfil da sua dívida pública e aliviar o caixa. Esta tarde, o secretário do Tesouro, o gaúcho Arno Augustin, negou problemas, disse que esta semana vai aprovar o empréstimo e na semana que vem o pedido de autorização será enviado por Lula ao Senado.
. No Palácio Piratini já não existe dúvida de que os ministros Tarso Genro (Justiça) e Dilma Rousseff (Casa Civil) estão por trás da demora na análise pela Secretaria do Tesouro Nacional do empréstimo de R$ 1,1 bilhão ao Estado pelo Banco Mundial (Bird). A cada semana, o secretário do Tesouro Nacional, o gaúcho Arno Augustin, adia e renova sua promessa de enviar o projeto à Casa Civil da Presidência da República para encaminhá-lo ao Senado, onde deve ser votado o pedido de autorização ao empréstimo.
. O medo dos petistas gaúchos em Brasília - Tarso, Dilma e Augustin - é que o financiamento milionário do Bird dê fôlego ao governo Yeda, que conseguirá, com os R$ 1,1 bilhão, renegociar, com vantagens, o pagamento da sua dívida, ampliando os investimentos. Já há quem ache, no governo gaúcho, que Brasília negará a autorização ao RS.
. Se o recurso não sair, os gaúchos podem botar na conta do PT o atraso na eqüalização das contas do Estado.
Políbio Braga
Escrito por Ricardo Haberland às 21:12
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Apoio ao vinho gaúcho
Embora estrangeiro, o grupo Wal-Mart vem prestigiando os vinhos brasileiros. Ele tem nas lojas Nacional e BIG 800 rótulos em exposição, dos quais 60% de vinhos nacionais e 40% de estrangeiros, segundo o gerente de vinhos na região Sul, Moacir Macioscik. Além disso, o Wal-Mart ajuda na distribuição de vinhos das pequenas vinícolas gaúchas, levando-as para as suas lojas de outros Estados.
Além disso , pelo décimo ano consecutivo será realizado o Festival de Queijos e Vinhos do hipermercado BIG Cristal, de Porto Alegre, que abre com coquetel nesta quinta (19), terá 36 estandes de vinícolas e produtores de vinhos, espumantes, massas queijos, azeites, entre outros, sendo 12 vinícolas nacionais.
Affonso Ritter
Escrito por Ricardo Haberland às 21:09
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Navio pede ajuda em Porto Alegre
 A equipe da Marinha recebeu o chamado às 17h e continua no local
Um navio pediu ajuda à Marinha e pode ter encalhado no lago Guaíba, em Porto Alegre (RS). Segundo o Grupo de Busca e Salvamento, que é ligado ao Corpo de Bombeiros, o chamado ocorreu às 17h e a equipe de socorro está no local.
Ainda não há informações se o navio teve problemas técnicos, nem qual é a sua carga ou quantos tripulantes estão a bordo.
Jaime Zell de Sousa (vc repórter/Terra)
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Mais uma imagem:

Escrito por Eduardo Mello às 19:31
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Justiça autoriza parque (eólico) em Tramandaí
A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou improcedente a ação civil pública que pretendia anular a habilitação da Elebrás Projetos para implementar o parque eólico de Tramandaí, no litoral gaúcho. Com a decisão unânime, publicada ontem no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região, o projeto de construção da central geradora de energia pode prosseguir.
Após a Justiça Federal de Porto Alegre ter anulado a habilitação da Elebrás, atendendo a pedido do Ministério Público Federal (MPF), a empresa recorreu ao TRF4, argumentando que a alteração do local inicialmente previsto para o parque eólico precisava apenas ser comunicado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), sem necessidade de nova autorização.
Para o juiz federal Márcio Antônio Rocha, convocado para atuar no tribunal e relator do apelo, não houve erro na habilitação da Elebrás. "O ato autorizativo da Aneel que habilita o empreendedor a atuar como produtor independente de energia elétrica não tem na localização do empreendimento seu pressuposto fundamental", considerou o magistrado.
Inicialmente, a agência reguladora havia autorizado a construção do parque eólico em um terreno situado no município de Cidreira. Como esse local não obteve licença ambiental, a Elebrás indicou nova área, agora em Tramandaí. Essa alteração, lembrou Rocha, foi comunicada à Aneel, que se manifestou pela possibilidade de troca.
Quanto à alegação do MPF de que o imóvel oferecido em Tramandaí estaria penhorado, o juiz federal destacou que a penhora não impede o uso e o gozo do bem objeto de restrição e, dessa forma, não representa obstáculo para a implantação do projeto. Além disso, concluiu o magistrado, a empresa somente ficou sabendo que incidia penhora sobre o imóvel arrendado depois da sua habilitação e, imediatamente, providenciou seu levantamento.
O projeto da Elebrás prevê a instalação de um parque eólico de 70 MW (cerca de 2% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). A comercialização da energia é assegurada pelo Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa). O investimento na iniciativa é estimado em cerca de R$ 320 milhões. Conforme comunicado da Elebrás, a empresa trabalhará agora na elaboração do projeto executivo do empreendimento, consultando fornecedores das turbinas eólicas e providenciando um novo cronograma no qual se prevê o início das obras no segundo semestre de 2009.
Conclusão da usina Foz do Chapecó deve ser antecipada para 2011
Apesar de o contrato da hidrelétrica Foz do Chapecó estabelecer o prazo de janeiro de 2012 para a entrega da energia a ser produzida, o complexo deve ser finalizado até março de 2011. A usina, um dos maiores empreendimentos de infra-estrutura em construção no Brasil, soma hoje 37% da obra concluída. A Foz do Chapecó é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a região Sul. O valor total do investimento é de R$ 2,2 bilhões e a hidrelétrica terá capacidade para gerar até 855 MW (23% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul).
O reservatório da usina, que será instalada no rio Uruguai, ocupará uma área de 79,2 quilômetros quadrados. O canteiro de obras e o reservatório ocupam áreas em doze municípios dos estados de Santa Catarina (Águas de Chapecó, Caxambu do Sul, Guatambu, Chapecó, Paial e Itá) e do Rio Grande do Sul (Alpestre, Nonoai, Rio dos Índios, Faxinalzinho, Erval Grande e Itatiba do Sul).
Como a hidrelétrica deve ser concluída antes de vigorar o contrato de comercialização de energia, obtido através de leilão promovido pelo governo federal, a usina deverá vender sua produção, até 2012, através de outros mecanismos. O diretor-superintendente de Foz do Chapecó, Ênio Schneider, relata que uma possibilidade para efetivar essa venda é o mercado livre (no qual estão os grandes consumidores que escolhem de quem comprar a energia). Schneider destaca que o complexo começará a operar em um período que é apontado por especialistas como de escassez de energia. "A hidrelétrica será muito importante para a matriz energética do País", salienta o dirigente.
Atualmente, são 3,35 mil trabalhadores (divididos em dois turnos) e 249 equipamentos que atuam nas obras de Foz de Chapecó. A usina traz uma novidade à construção de hidrelétricas no País. Pela primeira vez, será utilizado um sistema de núcleo asfáltico na estruturação de uma barragem.
O uso desse material - produto semelhante ao empregado na pavimentação de estradas - como impermeabilizante, em lugar de solos argilosos, é comum na Europa. A grande vantagem da utilização deste sistema é o dinamismo que proporciona à obra.
Jornal do Comércio
Escrito por Eduardo Mello às 17:14
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Usina de regaseificação pode ser no RS
Empresários e parlamentares gaúchos estão somando esforços para trazer ao Estado uma planta de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Petrobrás. O outro estado interessado é Santa Catarina.
Sabedores da proximidade do anúncio da escolha, a direção da Fiergs realizou nesta segunda (16) reunião almoço com a bancada gaúcha no Congresso Nacional. No encontro, o deputado federal José Otávio Germano informou que a audiência solicitada com a diretora de Energia e Gás da Petrobrás, Maria da Graça Forster, foi marcada para as 9h desta quinta (19), na sede da Petrobrás, no Rio.
Caso o Rio Grande saia vencedor da disputa o local mais citado para a construção da planta de gás é o terminal da Petrobrás, em Tramandaí.
www.affonsoritter.com.br
Escrito por Gilberto Simon às 15:30
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Enorme navio atraca em Porto Alegre
 Foto: © Diego Ramos - divulgação
Está atracado no Armazém D4 do Cais do Porto da capital gaúcha, um navio de grande porte como há muitos anos não se via em Porto Alegre. Contendo 1.200 toneladas de maquinário (82 contêineres e 66 caixas, todas com dimensões superiores a um contêiner), o grupo Isdra fretou o navio, vindo da Alemanha, exclusivamente para trazer esta linha de produção à Fibraplac, empresa do grupo.
Esta será a maior linha de produção de chapas de madeira reconstituída de MDP para móveis do país, com capacidade para fabricar 700 mil toneladas anuais de MDP e será a terceira unidade da indústria de Glorinha.
Segundo Leônidas Isdra, diretor Superintende do Grupo, o equipamento vai suprir as necessidades da indústria moveleira de todo o Brasil, que apresenta grande carência em chapas reconstituídas em MDP.
A unidade entrará em operação já neste segundo semestre de 2008. O grupo Isdra investiu na nova linha R$ 220 milhões.
www.affonsoritter.com.br, 17/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 15:27
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Ponte do Guaíba vira um inferno
Ontem aconteceu mais um defeito
A consequência foi uma fila de veículos de mais de cinco quilômetros na travessia.
As placas de aço que ficam nas extremidades do vão móvel e que permitem o encaixe com as pistas de rodagem também acabaram comprometidas pela batida do barco. Na quinta-feira passada, uma das peças, posicionada no sentido Interior-Capital, já havia se desprendido e teve de ser reposta pela Concessionária da Rodovia Osório-Porto Alegre (Concepa).
Na madrugada de ontem, outra viga se soltou. O diretor-presidente da Concepa, Odenir Sanches, reconheceu que nos levantamentos feitos após o incidente o problema não foi constatado.
- Nós executamos a recuperação da ponte e, ao liberar a velocidade, apareceram outras conseqüências. É mais um efeito colateral da colisão - ressalta Sanches, lembrando que o trecho ficou por mais de três semanas com velocidade controlada a 20 km/h para evitar trepidação enquanto as barras de sustentação eram reformadas.
A peça é fixada por grandes parafusos, e as roscas sofreram desgaste pelo impacto. Com a passagem dos veículos, o material se soltou.
O trabalho de reforço do material se iniciou ontem. Das 10h30min às 15h, duas faixas, nos dois sentidos, ficaram fechadas enquanto as barras eram consertadas. A previsão é de que a ponte retome a circulação normal até quarta-feira.
Zero Hora
Escrito por Ricardo Haberland às 11:49
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Câmara aprova fim das carroças
Houve xingamentos, ameaças e até uma briga entre duas mulheres.

Numa das sessões mais conturbadas dos últimos anos, a Câmara de Vereadores aprovou, ontem, o fim do trânsito de carroças pelas ruas da Capital, no prazo de oito anos. Também serão proibidos os carrinheiros, aqueles que tracionam veículos com os próprios braços.
O projeto do presidente da Câmara, Sebastião Melo (PMDB), foi aprovado por 22 votos contra 12, para vibração dos defensores dos animais, que denunciavam maus-tratos contra os cavalos. Uma emenda de Beto Moesch (PP) e de Haroldo de Souza (PMDB) estendeu a proibição aos carrinheiros. Foi para prevenir que carroceiros se transformassem em carrinheiros, o que continuaria afetando o trânsito da Capital.
A eliminação dos veículos de tração animal e humana ocorrerá aos poucos, até 2016. Pelo projeto, a prefeitura deverá garantir alternativas de renda às famílias dos carroceiros. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) calcula que 30 mil pessoas dependam da coleta de lixo reciclável por meio de veículos de tração.
A Câmara reforçou a segurança, inclusive chamando guardas municipais e policiais militares, mas os tumultos ocorreram. Lotando uma das galerias, os representantes dos carroceiros vaiavam e insultavam os vereadores favoráveis ao fim dos veículos de tração. Único do PT a apoiar o projeto, Adeli Sell foi ameaçado e chamado de "adelixo".
Na outra galeria, concentravam-se os defensores dos animais. A professora Ana Flores, a ex-comissária de vôo da Varig Cleide Zanini e o artesão Renato Braz Silva estampavam fotos de cavalos mutilados, agonizando na rua.
Carroceiros adiantam que não cumprirão lei
No final da sessão, os ânimos se exacerbaram, com provocações e gestos obscenos. Num descuido dos seguranças, uma moça da ala dos carroceiros avançou contra uma defensora dos animais. As duas se engalfinharam pelos cabelos. Uma senhora tentou chutar um guarda e um cinegrafista, gritando que os vereadores estavam tirando o ganha-pão dos recicladores.
Vereadores contrários ao projeto tentaram contemplar os carroceiros. Duas emendas previam que as carroças só poderiam ser retiradas das ruas depois que a prefeitura criasse programas de renda e assistência às famílias. Ambas foram rejeitadas.
Os carroceiros ficaram inconformados com o resultado. Mulheres choravam, crianças gritavam. O presidente da Associação dos Carroceiros de Porto Alegre (Ascapoa), Teófilo Rodrigues Motta Júnior, desabafou:
- Isso é uma vergonha. Estão alimentando a máfia do lixo contra a classe pobre. Vamos continuar nas ruas e nos organizar ainda mais.
O projeto se tornará lei se for sancionado pelo prefeito José Fogaça. Ontem à noite, a assessoria informou que ele analisará o projeto, em função das emendas apresentadas.
| Como ficará |
| O que ocorrerá se o prefeito José Fogaça sancionar o projeto: |
| As carroças deverão sumir da Capital, no prazo de oito anos |
| Os carrinheiros serão proibidos de circular pela cidade |
| Em troca, as famílias de carroceiros e carrinheiros deverão receber outra alternativa de renda |
| Por que os vereadores aprovaram o fim das carroças: |
| Para não atrapalhar o trânsito nas ruas |
| Para evitar maus-tratos aos cavalos |
| Por que os carroceiros não querem abandonar profissão: |
| Asseguram que ganham entre R$ 800 e R$ 900 por mês. Nos galpões de reciclagem, a renda cai pela metade |
| Não confiam em promessas de políticos |
| Garantem que apenas uns poucos não cuidam dos seus cavalos |
Zero Hora
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São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Curitiba já enfrentaram o problema e o resolveram. Porto Alegre ostenta o título de "Capital Mundial das Carroças".
Polibio Braga
Escrito por Ricardo Haberland às 11:41
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Escassez de mão-de-obra atrasa obras em Porto Alegre
 Foto: © Eduardo Mello - Porto Imagem
Obras de grande porte em execução em Porto Alegre são as primeiras vítimas do boom da construção civil. Escassez de mão-de-obra, demanda por materiais que eleva preços e provoca faltas momentâneas de insumos, além de chuva recorde nos meses de abril e maio deste ano, estão causando atrasos em cronogramas e impondo uma ginástica na gestão da construção dos empreendimentos.
O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon-RS) admite que as contingências de recursos e o efeito clima afetam com mais força projetos acima de 15 mil metros quadrados, como shoppings, e com prazos mais curtos de execução. Como solução, construtores importam profissionais, fazem compras coletivas para reduzir preços e pressionam por programas de qualificação emergenciais.
A luz amarela foi acesa na semana passada quando o grupo Multiplan anunciou novo adiamento da inauguração do BarraShoppingSul, que está sendo erguido no bairro Cristal, em Porto Alegre. Foi a segunda alteração de data este ano. A abertura agora está prevista para 30 de outubro. A empresa enviou comunicado aos lojistas apontando como culpados o excesso de chuva e a falta de mão-de-obra. Segundo a assessoria de comunicação do BarraShoppingSul, as funções mais difíceis para recrutamento incluem pedreiros, carpinteiros e armadores com qualificação. A obra apresenta 75% da estrutura concluída e outros 50% das instalações, com área total construída de 96,4 mil metros quadrados. O tempo certamente pesou, pois a precipitação de abril e maio na Capital chegou a 345,7 milímetros, segundo o 8º Distrito de Meteorologia, a maior taxa em quatro anos e quase o dobro do verificado nos mesmos meses de 2007, que somou 175,8 milímetros de chuva.
O presidente do Sinduscon-RS, Carlos Alberto Aita, explicou que o pouco intervalo entre uma precipitação e outra é o maior problema. Aita reforça que a escassez de mão-de-obra deve se agravar até 2009, quando o setor espera gerar até 30 mil postos. Ocupações como engenheiro sênior, com mais de 15 anos de experiência, também registram déficit. O presidente em exercício do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre, Valter Souza, creditou o adiamento da conclusão de alguns empreendimentos também ao pouco conhecimento de construtoras de fora do Estado sobre o clima e as condições de operação.
Com mais de 22 mil trabalhadores na área, a Região Metropolitana de Porto Alegre registra saldo positivo de contratações. O Ministério do Trabalho e Emprego mostra crescimento de 6,6% nas contratações formais de janeiro a abril deste ano na construção civil da região. "Infelizmente o setor não se preparou para o boom de investimentos. O saldo poderia ser melhor", comentou Souza.
Na Zona Norte da Capital, outro empreendimento comercial também deve estrear no final de 2008. O Centerlar Porto Alegre, que está sendo erguido pelo grupo catarinense Cassol na esquina das avenidas Sertório e Assis Brasil, terá 65 mil metros quadrados de área e está com 70% da construção concluída, segundo o diretor comercial do grupo, Rodrigo Cassol. O shopping, especializado em decoração e materiais do setor, terá duas lojas âncoras - um hipermercado do grupo Zaffari e a loja Cassol Centerlar. As dificuldades para contratação são admitidas pelos empreendedores e se concentraram entre janeiro e abril deste ano. "Atingiu todas as funções. Não tivemos atraso, mas a solução foi buscar 50% dos profissionais em outros estados", informou Cassol. A obra foi lançada em 2004 e sofreu suspensão devido ao aumento da área de 28 mil metros quadrados para os atuais 65 mil metros quadrados. O início da locação dos espaços deve ocorrer em junho, segundo o diretor comercial.
Na área comercial de grande porte, outra obra em andamento é a do Shopping Floresta, do Grupo Isdra, que deve ser finalizada no segundo semestre de 2009 na esquina da avenida Cristóvão Colombo com a rua Félix da Cunha. O projeto prevê investimento de R$ 45 milhões e terá 15 andares, sendo seis de hotel, e 260 espaços para locação. O Isdra atua no setor hoteleiro, na indústria de construção e painéis de madeira para móveis. O superintendente do Rua da Praia Shopping, pertencente ao grupo gaúcho, Claudio Fernandes, afirmou que a obra não enfrenta percalços do tempo e falta de mão-de-obra. A construção, que terá 60 mil metros quadrados, ocorreu em etapas e se intensifica desde 2006. Na atual fase, de construção dos andares do hotel, há baixo volume de contratações. "Atrasos ocorreram devido a outras obras do grupo", explicou Fernandes. Projetos de ampliação dos shoppings Iguatemi e Praia de Belas e construção do novo Carrefour, na Avenida Sertório, estão autorizados pela prefeitura e deverão tomar forma nos próximos meses.
Jornal do Comércio, 16/06/2008
Escrito por Gilberto Simon às 13:01
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Ainda querem mandar embora a Stora Enso
Cassel, do MDA, fala em nome do governo quando fala em expulsar a Stora Enso do RS ? O governo federal não disse até agora se o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, fala em seu nome ou em nome próprio quando avisa para quem quiser ouvir que vetará o investimento de US$ 1,2 bilhão que a Stora Enso programa fazer no RS.
O Incra cria todos os obstáculos "possíveis" para que a Stora Enso não fique no RS. O editor tem decupagens de reunião de agentes do Incra, no interior gaúcho, comunicando ao MST que cria obstáculos de todo gênero para cansar o grupo sueco-finlandês.
O PT, que já mandou a Ford embora do RS, agora quer mandar outra Ford embora, porque o investimento previsto pela Stora Enso é do tamanho do investimento exigido por uma montadora.
Polibio Braga
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Absurdo ! Absurdo ! Absurdo!
Escrito por Gilberto Simon às 12:00
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O frio abaixo de zero no RS
Pelo menos 13 estações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registraram temperaturas abaixo de 0ºC na madrugada desta segunda (16). Em São José dos Ausentes a mínima chegou a -2,5ºC e em Quaraí a -2,4°C. A mínima de Porto Alegre foi de 4,3°C.
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Escrito por Gilberto Simon às 11:51
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Gre-Nal na Federasul
Presidentes dos dois times de Porto Alegre palestram no Palácio do Comércio sobre as obras dos estádios.
Paulo Odone, presidente do Grêmio Foot Ball Porto Alegrense, e Vitório Piffero, presidente Sport Club Internacional, serão os palestrantes do Tá na Mesa da Federasul na próxima quarta-feira, 18/06. Na pauta do evento, "Os impactos das obras dos estádios para a economia gaúcha".
REUNIÃO-ALMOÇO TÁ NA MESA
CONVIDADOS: Paulo Odone, presidente do Grêmio Foot Ball Porto Alegrense e Vitório Piffero, presidente Sport Club Internacional. TEMA: ""Os impactos das obras dos estádios para a economia gaúcha" QUANDO: quarta-feira, dia 18 de junho de 2008 HORÁRIO: das 12h30 às 14h, no 7º andar (Salão Nobre) ENCONTRO COM A IMPRENSA: ÀS 11h30, no 6º andar ENDEREÇO: Largo Visconde de Cairu, 17 — Centro, Porto Alegre PATROCÍNIO: TIM APOIO: AES Sul, Banco do Brasil e Sebrae-RS REALIZAÇÃO: Federasul
Escrito por Gilberto Simon às 11:44
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Mobilização pelo Morro do Osso
Um grupo de pessoas participou, na manhã de ontem, do abraço simbólico ao Parque Natural do Morro do Osso, em Porto Alegre.
Realizado há sete anos durante a Semana do Meio Ambiente da prefeitura, o evento busca chamar a atenção para a importância da preservação de área verde.

Promovida pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), a atividade contou com a participação da Associação dos Ciclistas da Zona Sul (ACZS) e da organização não-governamental (ONG) Caminhadores RS. Mais de 120 ciclistas, caminhantes e outros ativistas se reuniram no platô do morro, a 143 metros de altitude, por volta do meio-dia. Os participantes de bicicleta partiram do Parque Marinha do Brasil, e outros ativistas largaram, a pé, da sede do Parque Natural do Morro do Osso.
Conforme o presidente da ACZS, Paulo Alves, a presença da comunidade caingangue no local preocupa os defensores do parque.
- Não somos contra os índios, mas somos contra a permanência deles.porque estão fazendo extrativismo e abrindo a mata no interior do morro.
Para o diretor-presidente da ONG, Rotechild Prestes, a vista panorâmica no local permite perceber o crescimento da área urbana da Capital nos últimos anos.
A atividade, que estava marcada para o domingo anterior, foi transferida devido ao mau tempo.
Zero Hora
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Porto Alegre espera que os índios sejam retirados do local, já que estão praticando desmatamento a passos largos, além de proibirem o acesso ao morro pelos cidadãos: quem tenta entrar é recebido com hostilidade.
Conforme a reportagem, o "abraço" fora transferido devido à chuva da semana passada. Ontem, apesar do dia lindo, os participantes devem ter passado um grande frio, por causa do Minuano cortante que atingiu a cidade. Imagina então o frio e a intensidade do vento lá naquela altura...
Escrito por Ricardo Haberland às 09:25
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EXCLUSIVO: Imagem do novo Foro Cível de Porto Alegre
 Clique para aumentá-la
Licitação para construção do novo Foro Cível da Capital será lançada neste mês
A partir de meados de junho deverá ser aberto o procedimento licitatório para construção do Foro Cível da Comarca de Porto Alegre. O novo prédio, que deverá ser construído em três anos, contará com 66 mil m² para abrigar as Varas Cíveis, de Família e Fazenda, que atualmente funcionam no Foro Central. Ficará localizado na quadra entra as ruas Manoelito de Ornellas, Dolores Alcaraz Caldas e avenidas Ipiranga e Edvaldo Pereira Paiva (veja imagem ilustrativa do edifício acima).
A obra, orçada em aproximadamente R$ 98 milhões, objetiva proporcionar um melhor atendimento aos jurisdicionados. Será financiada com recursos próprios, por meio do Fundo de Reaparelhamento do Poder Judiciário (FRPJ) que administra os depósitos judiciais.
Dos 22 pavimentos, 17 comportarão as 41 Varas Cíveis e, no andar térreo, ficarão localizados serviços de protocolo, informações, certidões e alvarás, central de correspondências, telefonia, central de cópias, contadoria, distribuição e Oficiais de Justiça. Contará ainda com auditório público que terá acesso alternativo e independente, restaurante, lancheria, posto de correios e bancário. Ao público serão destinados quatro pavimentos para estacionar, localizados logo acima do térreo, com 780 vagas rotativas e pagas. No subsolo haverá estacionamento privativo para magistrados e servidores, com capacidade para 205 carros.
Prédio (na cor branca, imagem ilustrativa ao fundo), terá 22 andares e deverá estar concluído em três anos
Projeto prevê crescimento da demanda pelos próximo 30 anos
Atualmente, o Foro Central de Porto Alegre concentra o atendimento Cível e Criminal e comporta um fluxo de aproximadamente 13 mil pessoas por dia, além de mil funcionários. Projetado em 1977, encontra-se no limite de ocupação e funcionamento, em razão do aumento no número de ações.
O novo prédio foi planejado para atender o aumento no número de processos cíveis dos próximos 30 anos. A estimativa é que sejam criadas cinco a seis varas cíveis a cada 15 anos, considerando-se o crescimento demográfico do Município, número de causas em tramitação e as arquivadas. O Foro Cível oferecerá também maior espaço para as varas já existentes, que são 8 de Família e Sucessões, 20 Cíveis, 9 da Fazenda, uma de Registro Público, uma de Falências e Concordatas, uma de Acidentes de Trabalho e uma de Precatórias Cíveis.
Varas Criminais, Infância e Juventude e Juizados Especiais
No prédio onde funciona o Foro Central da Capital permanecerão as Varas Criminais, a Vara de Execução Criminal, Vara da Infância e da Juventude e Juizados Especiais.
Tribunal de Justiça do RS / Notícias _____
A notícia acima é dica do leitor Márcio.
Escrito por Eduardo Mello às 04:52
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